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Partidos políticos, Senadores e deputados se unem ao TSE em reação a ameaças de Bolsonaro de impedir as eleições em 2022 – VEJA VÍDEO

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Oito partidos divulgaram neste sábado (10) uma nota conjunta em defesa do sistema eleitoral brasileiro. O texto foi assinado pelos presidentes do DEM, MDB, PSDB, Novo, PV, PSL, Solidariedade e Cidadania.
As siglas disseram que têm confiança nas eleições. O sistema eleitoral é “moderno, célere, seguro e auditável“,.
Proposta está na Câmara
Um projeto com a proposta tramita na Câmara e, em vez de convencer parlamentares para votar na mudança, no Congresso, como ocorre numa democracia, o presidente quer que a mudança aconteça “no grito”.
A votação da proposta na Comissão Especial da Câmara, que analisa o assunto, estava prevista para ontem, mas foi adiada para o próximo dia 15.
Dirigentes de 11 siglas dos espectros do centro e da direita já se posicionaram contra as mudanças no sistema eleitoral e referendaram a confiança nas urnas eletrônicas.
Senado
Na mesma linha, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou sexta-feira (9) que quem se coloca contra a realização normal das eleições é “um inimigo da nação e alguém privado de algo muito importante para os brasileiros que é o patriotismo”.
Disse que só o Legislativo pode decidir sobre eventuais mudanças no sistema de votação e, qualquer decisão tomada pelos congressistas, deverá ser respeitada.
TSE
O presidente do TSE, Luis Roberto Barroso, chamado de “imbecil” por Bolsonaro, emitiu nota sexta-feira (9), em nome da Corte, na qual chama de “lamentáveis quanto à forma e ao conteúdo” as falas do presidente Jair Bolsonaro.
Barroso diz que “a realização de eleições, na data prevista na Constituição, é pressuposto do regime democrático. Qualquer atuação no sentido de impedir a sua ocorrência viola princípios constitucionais e configura crime de responsabilidade”.
Câmara dos Deputados
Até o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), aliado de primeira hora do presidente, afirmou não ter compromisso com intentos antidemocráticos. Também criticou manifestações políticas de comandantes militares.

Vídeo: