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Sérgio Reis se desculpa por áudio mas mantém apoio à manifestação da extrema direita

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O cantor e ex-deputado federal Sérgio Reis ficou de cama após a repercussão de um áudio vazado no qual fala sobre uma manifestação programada para o próximo dia 7 de setembro pedido o impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Após o assunto dominar as redes sociais, ele passou a ser investigado por incitação à violência e ameaça à democracia. Na última sexta-feira, 20, a Polícia Federal apreendeu seu celular ao cumprir um mandado de busca e apreensão. Em meio à polêmica, diversos artistas se afastaram dele e fãs passaram a queimar seus discos. “Eu errei, quero me redimir com esse povo e pedir desculpas até ao Supremo. Se [os ministros] fizeram algum pedido para me prender, aceito com respeito. Não me escondi, se 6h da manhã a Polícia Federal vir aqui em casa, eu me entrego. Paciência, não matei ninguém. Eu faço parte do povo, cuido do meu povo, mas com saúde”, declarou o artista em entrevista

Com 81 anos e diabético, Sérgio precisou ficar atento a sua saúde na última semana e decidiu se isolar. “Fui massacrado esses dias, nunca me telefonaram tanto. Não estava bem fisicamente e emocionalmente para falar qualquer coisa. Eu estou triste”, disse. “Eu não me arrependo de nada, só dessa frase infeliz que falei a um amigo e vazou, mas não é a realidade, foi brincando.” A frase que o cantor se refere foi dita no polêmico áudio que vazou nas redes sociais. Ao falar da manifestação que está sendo organizada, Sérgio disse: “Se em 30 dias eles não tirarem aqueles caras, nós vamos invadir, quebrar tudo e tirar os caras na marra. Pronto”. Na visão do sertanejo, ele está sendo julgado de forma errada e, durante a entrevista com Roberto Cabrini, ele explicou por que quer o impeachment dos ministros do STF. “Eles tomam atitudes que acham que estão certas, eles se acham donos do país. Fazem coisas que desagradam”, afirmou. “Se caso eu os ofendi, que me perdoem, agora respeitem o povo também. É o que eu peço.”


Sérgio deixou claro que continua apoiando a manifestação. “Vai ser uma passeata calma, quieta. Tem que parar o país? Para, mas não quebra nada e não faz nada com ninguém.