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PT e PSB precisam superar divergências nacionais para união no RN

As divergências nacionais entre PT e PSB põem em risco costura no âmbito do Rio Grande do Norte, para que se forme um chapão, nessa segunda sigla, e aliança à campanha 2022. Alguns deputados estaduais de inclinação governista precisam de meios viáveis à reeleição.

PT e PSB não se entendem, especialmente, em São Paulo.
Os petistas lançaram o nome do ex-prefeito paulistano Fernando Haddad, e os pesebistas não abrem mão do ex-governador Márcio França.

Se não se unirem, formando uma federação com mais uma ou duas siglas (PCdoB de prontidão), o que se pactuar nos estados vai por água abaixo. A federação, vale lembrar, é uma forma de união interpartidária de âmbito nacional, não permitindo composição diferente em estados federados.

No caso do RN, o PSB é da base da governadora Fátima Bezerra (PT), sob a liderança do deputado federal e seu presidente no estado, Rafael Motta. Tudo em sintonia. Alguns atuais deputados estaduais podem se filiar ao PSB, porém aguardam uma série de definições. Paralelamente, existe outro chapão sendo montado no PSDB, que é governo e pode não ser na campanha.