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Governadora do RN é acusada de propaganda antecipada pró-Lula em evento na região do Seridó

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A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), foi criticada nas redes sociais neste fim de semana por causa de um discurso realizado em Jucurutu, na região Seridó do Estado, na última sexta-feira (18).
Durante a entrega de casas para famílias que moravam no entorno da barragem de Oiticica, a petista manifestou torcida para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vença as próximas eleições presidenciais. O evento era oficial e bancado com recursos do Governo do Estado.
“Cada um faz suas escolhas, mas eu tenho fé em Deus que aquele que foi quem tirou (a transposição) São Francisco do papel, da gaveta, que botou a primeira pedra, que começou a construir os primeiros canais, será aquele que vai, pela vontade soberana da maioria do povo do Brasil e do Nordeste, voltar a ser presidente da República”, declarou a governadora na solenidade.
No evento, é possível ver, ainda, pelo menos uma pessoa segurando uma bandeira do PT, partido da governadora. Não é possível identificar se trata-se de uma cidadã comum ou funcionária do governo.
Governo nega conduta vedada
Em nota, o Governo do Estado refutou as acusações.
“O Governo do Estado do Rio Grande do Norte esclarece que, por ocasião da entrega das casas às famílias da comunidade de Carnaúba Torta, no município de Jucurutu, a governadora Fátima Bezerra lembrou que a principal fase do projeto de Transposição da água do rio São Francisco saiu do papel por decisão do presidente da república, à época, Luís Inácio Lula da Silva.
Mas, em momento algum, durante o seu discurso, a governadora pediu voto ou apoio para o ex-presidente, não falou em candidaturas ou mesmo exaltou alianças políticas.
Não houve, portanto, por parte da governadora Fátima Bezerra, conduta irregular vedada na lei eleitoral que proíbe o pedido de voto para candidatos. Ao contrário do que aconteceu recentemente em evento político pago pelo erário, promovido pelo governo Federal, quando, além de pedir votos para o presidente da República, ainda houve ofensas pessoais a pretensos pré-candidatos. As situações fáticas em nada se confundem.