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Senador do RN defende castração química para deputado ‘Mamãe Falei’

O senador Styvenson Valentim defendeu nesta segunda-feira (14) a castração química do deputado estadual de São Paulo Arthur do Val, o Mamãe Falei, ex-Podemos.

O deputado vem recebendo críticas e um processo de cassação desde que foram vazados áudios dele com falas sexistas sobre mulheres ucranianas.
“Ali é um babaca, um imbecil. No mínimo, é um doente. O cara diz que vai para uma guerra e vai para ver o que não deveria ver. A dor, o prejuízo humano devido a uma guerra e tirar satisfsção com aquilo… É um sádico, um doente. O cara sentir prazer no desespero, na dor, na pobreza das pessoas, isso não é normal. Tem que ver a libido dele para dar uma castração química”, afirmou o senador em entrevista à 96 FM.

No áudio, Arthur do Val se dirige a colegas do Movimento Brasil Livre (MBL) com uma série de comentários machistas sobre as refugiadas ucranianas.
Nas mensagens, o parlamentar afirma que as refugiadas que ele encontrou na fronteira entre a Eslovênia e a Ucrânia “são fáceis, porque são pobres”. Ele diz também que a fila de baladas brasileiras “não chega aos pés da fila de refugiados aqui”.

“Vou te dizer, são fáceis, porque elas são pobres. E aqui minha carta do Instagram, cheia de inscritos, funciona demais. Não peguei ninguém, mas eu colei em duas ‘minas’, em dois grupos de ‘mina’, e é inacreditável a facilidade”, diz o deputado.

“Só vou falar uma coisa para vocês: acabei de cruzar a fronteia a pé aqui, da Ucrânia com a Eslováquia. Eu juro, nunca na minha vida vi nada parecido em termos de ‘mina’ bonita. A fila das refugiadas… Imagina uma fila sei lá, de 200 metros, só deusa. Sem noção, inacreditável, fora de série. Se pegar a fila da melhor balada do Brasil, na melhor época do ano, não chega aos pés da fila de refugiados aqui”, diz o deputado estadual em outro áudio.

Em outro trecho das mensagens, o parlamentar baixa ainda mais o nível e diz ter encontrado garota que, “se ela cagar, você limpa o c* dela com a língua”.
“Mano, estou mal. Passei agora, 4 barreiras alfandegárias, duas casinhas pra cada país. Eu contei, são 12 policiais deusas. Que você casa e faz tudo que ela quiser. Eu estou mal, cara, não tenho nem palavras para expressar. Quatro dessas eram minas que, você, se ela cagar, você limpa o c* dela com a língua. Inacreditável. Assim que essa guerra passar, eu vou voltar para cá”, diz o deputado estadual.