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JUÍZA DECIDE QUE ACUSADO DE MATAR MARIANA TOMAZ VAI A JÚRI POPULAR

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A juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de João Pessoa, declarou que há provas suficientes que compravam que a estudante de medicina Mariana Tomaz foi morta pelo empresário Johannes Dudeck e que, baseado nisso, ele deve ser julgado através de Júri Popular.

O Ministério Público da Paraíba denunciou Johannes Dudeck pela morte de Mariana Tomaz de Aquino ocorrida no dia 12 de março de 2022, dentro de um apartamento no bairro Cabo Branco, em João Pessoa. No entendimento do órgão ministerial, a jovem foi estuprada e assassinada mediante asfixia mecânica pelo namorado. Além disso, a denúncia aponta que a vítima não teve chance de defesa e nenhuma oportunidade de capacidade de resistência ao ataque do acusado.

Mariana Tomaz era natural da cidade de Lavras da Mangabeira no interior do Ceará e estudou também na cidade de Cajazeiras.

Foi sancionada no último dia 19 de maio, a Lei Mariana Thomaz, que facilita a divulgação, por parte das instituições de assistência e proteção à mulher, dos locais onde podem ser consultados os antecedentes criminais de terceiros. A lei foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) e começa a valer a partir de 90 dias.

A lei, de autoria do deputado estadual Junior Araújo (PSB), recebeu o nome de “Lei Mariana Thomaz”, uma homenagem à estudante cearense.