Sousa confirma a contratação de Leandro Sena como técnico para o restante do Brasileiro da Série D e Copa do Brasil.

O presidente do Sousa-PB, Aldeone Abrantes, anunciou na manhã desta terça-feira (14). Leandro Sena como novo treinador do time para a sequência do Brasileiro da Série D e da Copa do Brasil 2024. Nesta temporada, o técnico Leandro Sena teve passagem pelo ASA de Arapiraca e recentemente no Crac, de Goiás. O seu trabalho mais importante foi dirigindo o América-RN, em 2022, conseguiu o acesso levando o clube à Série C do Brasileiro, conquistando o campeonato da Série D. O técnico Leandro Sena, tem 47 anos, e carioca, tem sua chegada na cidade de Sousa-PB, programada para amanhã (15), no período  da tarde, e vai de imediato assumir o comando do time, e trabalhar para o jogo do domingo (19), na cidade de Ceara Mirim-RN, contra o Santa Cruz-RN, pela 4ª rodada, no Grupo A3, da Série D.

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Evento reúne médicos e comunicadores para debater mudanças na publicidade médica

Lançado neste mês de março, o novo Manual da Publicidade Médica trouxe uma série de novidades que vão impactar a divulgação de atividades médicas no Brasil, sobretudo nas redes sociais, espaço que vem cada vez mais ganhado força quando se fala de publicidade e marketing. Para esclarecer os novos pontos e abordar as mudanças, profissionais da medicina e da comunicação se reúnem, nesta quarta-feira (20), às 19h30, em Campina Grande, para debater o tema em uma mesa redonda.Com o título “Desmistificando o Novo Manual de Publicidade Médica”, o encontro acontecerá na Associação Médica de Campina Grande e vai contar com a presença de Annelise Meneguesso, médica paraibana que foi uma das autoras do novo código, além de ser Integrante da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos do Conselho Federal de Medicina (Codame-CFM).O momento será de expor as principais modificações no código e também tirar dúvidas de médicos e profissionais de comunicação que atuam com o Marketing Médico. “O diálogo será aberto para médicos, estudantes de Medicina e também jornalistas e publicitários que trabalham na área”, comentou.Vão compor a mesa o presidente da Associação Médica de Campina Grande (AMCG), Evaldo Dantas da Nóbrega; a oftalmologista Camila Nogueira; o especialista em redes sociais, Felipe Felix; a social media e filmmaker Kemily Thayná e as jornalistas e Milena Sousa e Renata Fabrício. O evento acontecerá na sede da AMCG, localizada na rua Dr. Severino Cruz.Novas Regras – As novas regras para a publicidade médica entraram em vigor em 11 de março, seguindo a Resolução 2336/2023 do Conselho Federal de Medicina (CFM). A maioria das mudanças acontece nas redes sociais, canal que hoje é o mais utilizado pelos profissionais da área para difundir seus serviços. Questões como publicações de selfies e depoimentos de pacientes, divulgação de antes e depois de procedimentos e apresentação do perfil e do trabalho são debatidos no documentos.Resolução CFM 2336/2023 – O documento foi publicado em setembro de 2023 e foi precedido de três anos de discussão na Codame. Além disso, foi realizada uma consulta pública com 2656 sugestões de médicos de todo o país. Houve ainda colaboração dos CRMs e das sociedades de especialidade e 4 webinários dos quais participaram médicos, publicitários, jornalistas, advogados, administradores e contabilistas.A resolução foi elaborada pelos 20 Conselheiros Federais da Codame. O trabalho teve a relatoria do médico conselheiro coordenador, Emmanuel Fortes

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Cajazeiras, Sousa e mais três cidades da Paraíba participam da pesquisa para avaliar sequelas da covid-19.

Os municípios de João Pessoa, Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras irão participar da segunda fase de coletas de dados do ‘Epicovid 2.0: Inquérito nacional para avaliação da real dimensão da pandemia de COVID-19 no Brasil’. Durante o mês de março serão realizadas visitas domiciliares e entrevistas com 250 participantes em cada uma das quatro cidades, totalizando mil entrevistas no estado. Em todo o Brasil, 33.250 pessoas que tiveram covid-19 serão entrevistas em 133 municípios. A pesquisa, iniciada na segunda-feira (11) é coordenada pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) do Ministério da Saúde e encomendado à Universidade Federal de Pelotas (UFPel). O objetivo é levantar dados para subsidiar a criação de políticas públicas direcionadas ao tratamento das chamadas condições pós-covid (covid longa), que são as sequelas da doença “A Epicovid 2.0 faz parte do trabalho de fortalecimento do monitoramento da Covid-19, que o Ministério da Saúde vem realizando desde maio de 2023”, explica a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), Ethel Maciel. De acordo com a secretária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 20% das pessoas, independentemente da gravidade da doença, desenvolvem condições pós-covid. Neste sentido, segundo ela, é preciso apurar os dados relativos ao Brasil para ampliar serviços, como atendimento neurológico, fisioterapia e assistência em saúde mental. De acordo com o epidemiologista Pedro Hallal, que irá coordenar o estudo, a expectativa é que o período de coleta dos dados dure entre 15 e 20 dias. “O Epicovid 2.0 é uma nova fase do estudo iniciado em 2020. Embora agora não estejamos mais sob uma pandemia grave como tivemos, o vírus continua na sociedade e seus efeitos na vida das pessoas também. Esse agora é o nosso alvo, entender o impacto da doença na vida das pessoas e das famílias brasileiras”, explica. Dinâmica da Epicovid 2.0 A pesquisa usará informações de 250 cidadãos de cada um dos municípios que já fizeram parte das quatro rodadas anteriores do trabalho científico, em 2020 e 2021. Para isso, equipes de entrevistadores visitarão as residências para ouvir os moradores sobre questões centradas em pontos como: vacinação, histórico de infecção pelo coronavírus, sintomas de longa duração e os efeitos da doença sobre o cotidiano. Todos os participantes serão selecionados de forma aleatória, por sorteio. Somente uma pessoa por residência responderá ao questionário. Hallal esclarece que, diferente das primeiras etapas da pesquisa, na atual não haverá qualquer tipo de coleta de sangue ou outro teste de Covid. Além do Ministério da Saúde e da UFPel, estão diretamente envolvidas no estudo a Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Fundação Getúlio Vargas (FGV).  Entrevistadores identificados Todas as entrevistas serão realizadas pela empresa LGA Assessoria Empresarial, contratada pelo Ministério da Saúde para a tarefa após apresentar a melhor proposta em pregão eletrônico. Os profissionais que farão o contato direto com os moradores para a coleta dos dados receberam treinamento e estarão devidamente identificados com crachás da empresa e coletes brancos com as marcas da UFPel, da Fundação Delfim Mendes Silveira (FDMS) e da LGA. Para auxiliar com o processo de divulgação e esclarecimento da população, as prefeituras das 133 cidades envolvidas no estudo foram comunicadas do trabalho – por meio de suas secretarias municipais de Saúde – e participaram de reunião online com Pedro Hallal e integrantes do Ministério da Saúde. A orientação é que, em caso de dúvidas, os moradores entrem em contato com as prefeituras. A empresa LGA também pode ser acionada através dos telefones (31) 3335-1777 e (31) 99351-2430. Informações sobre o Epicovid 2.0 também estão disponíveis nos sites do Ministério da Saúde e da Universidade Federal de Pelotas. Primeiras fases do estudo Entre 2020 e 2021, o Epicovid-19 serviu para traçar um retrato da pandemia que auxiliou cientistas e autoridades em saúde pública a compreender melhor os efeitos e a disseminação do coronavírus no país. Entre as principais conclusões, o estudo apontou que a quantidade de pessoas infectadas naquele momento era três vezes maior que os dados oficiais, com os 20% mais pobres tendo o dobro de risco de infecção em relação aos 20% dos brasileiros mais ricos. 

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Base do Samu do município de Poço Dantas iniciou suas atividades.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) entrou em operação no município de Poço Dantas, na última quinta-feira (07/03). A central de regulação é em Cajazeiras, responsável por regular todo o processo de atendimento. O Samu é um serviço de atendimento pré-hospitalar. A finalidade é fazer com que profissionais de saúde iniciem, da forma mais rápida possível, os procedimentos de atendimento aos pacientes em situações de urgência e emergência. “Desde o início da gestão  estamos buscando fortalecer a saúde do município, agora estamos dando um importante passo com o início do funcionamento do Samu”, declarou o prefeito Itamar Moreira.

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4° ETAPA: ‘Projeto Boa Visão’ em Uiraúna beneficia população carente

Secretaria municipal de Saúde realizou mais uma etapa do Projeto Boa Visão. A iniciativa tem garantido consultas, exames oftalmológicos e óculos gratuitamente para a população vulnerável de Uiraúna! O projeto de sucesso tem se desdobrado em diversas etapas, sendo que são ofertados uma média de 80 exames por etapa. Atualmente a secretaria de Saúde está implementando a 4º etapa da ação de saúde pública. A Secretária Isabel Fernandes destacou a importância do projeto: “estamos na 4º etapa, contemplando diversas pessoas, sobretudo aqueles que mais necessitam desse serviço tão essencial. Essa é a concretização do compromisso da gestão de qualificar cada vez mais a saúde pública! “

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Saúde: 32 milhões de brasileiros não completaram o esquema primária de vacinação contra a Covid-19

Da população apta a tomar a vacina contra a Covid-19 no Brasil, 32,3 milhões de pessoas não completaram o esquema primário de imunização, composto por duas doses. Isso equivale a 16,06% do público-alvo, considerando que os imunizantes foram aprovados para qualquer pessoa acima de 6 meses de idade. O Brasil teve quase 710 mil mortes causadas pela doença e mais de 38 milhões de casos confirmados.Roraima é o estado que menos completou o esquema vacinal, com 41,49% da população sem ter tomado duas doses, segundo dados do Ministério da Saúde atualizados até essa segunda-feira (5). Na sequência estão o Maranhão (34,15%) e o Pará (31,9%).Em números absolutos, São Paulo é o estado com menos imunizados, com quase 3,9 milhões de pessoas sem as duas doses. Minas Gerais aparece em segundo (2,8 milhões).O infectologista Werciley Junior explica que ter um número alto de pessoas que não completaram a imunização torna inviável fazer um controle uniforme da doença

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Outubro Rosa: Câncer de mama: especialista lista quatro passos para auxiliar a saúde mental durante o tratamento (video)

A descoberta de um câncer traz repercussões de diversas ordens. Os desafios impostos pelo diagnóstico envolvem aspectos físicos e emocionais. Nesse sentido, os cuidados com a saúde mental também devem ser priorizados. Nesse contexto, Marcos Sueudy, psicólogo da Hapvida NotreDame Intermédica, explica que o apoio psicológico é fundamental.Para atravessar o momento com mais equilíbrio e serenidade, o especialista cita quatro passos. “Compartilhar os sentimentos, adaptar-se à nova realidade, não se isolar das pessoas e, quando necessário, procurar ajuda especializada na terapia”, orienta.Neste Outubro Rosa, mês de conscientização sobre prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, Sueudy ressalta que a busca por qualidade de vida e bem-estar podem fazer toda a diferença no tratamento.Conforme o Instituto Nacional de Câncer (Inca), depois da neoplasia de pele, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. A estimativa supera os 73 mil casos em todo o país neste ano. Em 2021, 18.139 mortes foram registradas pela doença.Identificando sinais – Dentre os principais sintomas da doença, destacam-se nódulo endurecido no peito — costumeiramente fixo e indolor — alterações no mamilo, saída espontânea de líquido da região, além de pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja.A própria mulher pode perceber indícios suspeitos. Além disso, os exames de rotina são necessários para proporcionar um diagnóstico precoce, aumentando as chances de cura.Ainda de acordo com o Inca, falar abertamente sobre o assunto e buscar assistência qualificada são fundamentais para elucidar mitos e verdades, ampliar o conhecimento e diminuir o temor associado à doença

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Ato público “Pela Vida das Mulheres” será no Busto de Tamandaré, em João Pessoa (video)

A Rede Estadual de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência (Reamcav), uma coalizão que engloba o Governo da Paraíba, o Sistema de Justiça, o Sistema de Saúde, organizações da sociedade civil e outros parceiros, está convocando a sociedade para se unir ao “Ato Público Pela Vida das Mulheres”. O evento está marcado para o dia 26 de outubro, com início às 16h, no Busto de Tamandaré, no bairro de Tambaú, em João Pessoa.Este ato público é uma estratégia de mobilização que tem como objetivo chamar a atenção da sociedade para a luta contra as violências direcionadas às mulheres, os casos de feminicídio e a busca pela igualdade de gênero. É um convite para todos que compartilham do compromisso de combater a violência de gênero e promover uma sociedade mais justa e igualitária.A secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Lidia Moura, destaca a importância do evento: “Este ato público é uma oportunidade para nos unirmos em defesa da vida das mulheres. Precisamos enfrentar as violências e construir uma sociedade em que todas as mulheres possam viver sem medo e com pleno respeito aos seus direitos. Convido a todas pessoas a se juntarem a nós nessa causa tão importante”.Segundo Lídia Moura, a união nesse ato simboliza o apoio à igualdade, segurança e dignidade das mulheres na Paraíba. “É uma oportunidade de demonstrar que estamos coletivamente comprometidos em pôr fim à violência contra as mulheres, para que elas possam viver sem medo e com total respeito aos seus direitos”, disse. Dia 26 outubro – Quinta-feiraHorário: 16hLocal: Busto de Tamandaré, Tambaú

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Apenas 10% dos casos de câncer de mama acontecem em mulheres jovens; conheça a história de quem luta contra a doença e as estatísticas

Mais de 90% dos casos de câncer de mama encontram-se em mulheres acima de 50 anos, atingindo o seu pico aos 65, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Casos da doença em mulheres mais jovens chegam a 10%. A atendente de telemarketing Uilma Batista Alves faz parte desta última estatística. Ela descobriu o câncer de mama aos 37 anos e, aos 38, neste Outubro Rosa (mês de conscientização sobre o câncer de mama), finalizou as quimioterapias.   A alta teve uma ação para lá de especial dentro do Hospital Geral da Hapvida na Paraíba, em João Pessoa, com direito a festa com bolo, brigadeiros, salgados, balões e lembrancinhas. Uilma também tocou o “Sino da Superação”, anunciando para todos que estava finalizando o seu tratamento, e recebeu o certificado de conclusão.  Ela conta que descobriu o câncer de mama após sentir dor no seio durante uma caminhada e, ao fazer o autoexame, encontrou o nódulo. Procurou o médico, fez todos os exames e recebeu o diagnóstico. “Meu mundo caiu naquele momento. Eu só pensava na minha filha que tinha apenas 7 anos e não poderia ficar sem a mãe”, relatou.   Além de enfrentar o diagnóstico, a atendente de telemarketing vinha de um processo de luto: ela havia perdido a mãe um ano antes para o câncer. O pai tinha morrido em anos anteriores, também em decorrência da doença. “Fiquei com medo de morrer, mas me apeguei com Deus e com os médicos e hoje comemoro mais uma etapa da minha cura”, disse.  O ato do sino foi marcado por muita emoção. Uilma abriu a porta para Deus entrar e participar da sua festa. De joelhos, vestindo uma camisa escrita “gratidão” e chorando muito, agradeceu pela conclusão do tratamento e falou da importância da sua fé para superar aquele momento. “Me despi de toda vaidade e estou aqui de joelhos agradecendo a oportunidade de viver, de criar minha filha”, falou.   A paciente agradeceu todo o suporte que recebeu dos profissionais do Hospital Geral da Hapvida na Paraíba. Destacou a humanização, o carinho e o cuidado. “Sem vocês eu não estaria conquistando essa vitória”, disse, arrancando lágrimas de toda a equipe.   Projeto – O “Sino da Superação”, segundo destacou a diretora médica do hospital, Geórgia Campos, faz parte do projeto “Apaixonados pela Vida”, que promove ações de acolhimento e cuidado de excelência aos clientes durante toda a experiência hospitalar.  Mais dados – O câncer de mama é o tipo que mais acomete mulheres em todo o mundo, com 2,3 milhões de casos novos estimados por ano. Para o Brasil, foram estimados 73.610 casos novos de câncer de mama em 2023, com um risco estimado de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres.  O Inca aponta que os principais fatores de risco para desenvolver câncer de mama são:  Comportamentais/Ambientais  * Obesidade e sobrepeso após a menopausa; * Atividade física insuficiente (menos de 150 minutos de atividade física moderada por semana); * Consumo de bebida alcoólica; * Exposição frequente a radiações ionizantes (raios X, tomografia computadorizada, mamografia etc); * História de tratamento prévio com radioterapia no tórax.  Aspectos da vida reprodutiva/hormonais  * Primeira menstruação (menarca) antes de 12 anos; * Não ter filhos; * Primeira gravidez após os 30 anos; * Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos; * Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio-progesterona); * Ter feito terapia de reposição hormonal (estrogênio-progesterona), principalmente por mais de cinco anos.  Hereditários/Genéticos  * Histórico familiar de câncer: de ovário e de mama em mulheres, principalmente antes dos 50 anos, ou em homens; * Alteração genética.

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