O cenário político de Apodi começa a ganhar temperatura para as eleições de 2026 e pode trazer impactos diretos na corrida por uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.

O município, que possui o segundo maior colégio eleitoral da região Oeste, pode ter até três nomes na disputa: o atual deputado estadual Neílton Diógenes (PP), que buscará a reeleição, além do professor Luís Carlos Noronha (MDB) e de Gilberto Olinto (PRD).

Gilberto entra no jogo e avalia caminhos
Gilberto Olinto surge como um nome que pode mexer no tabuleiro político local. Ele ainda avalia se disputará uma vaga para deputado estadual ou federal.
O PRD no Rio Grande do Norte é presidido por Leandro Prudêncio, e o nome de Gilberto aparece como uma das alternativas da sigla.
Com histórico eleitoral, ele já disputou mandato em 2002 e obteve 7.636 votos apenas em Apodi, à época pelo PT — número considerado expressivo até hoje.
Em tom direto, Gilberto reforça sua imagem:
“Meu nome é limpo, e nome limpo hoje na política é difícil. Sou sujo apenas de graxa, fácil de limpar com água e sabão.”
Além da disputa proporcional, ele também acompanha o cenário majoritário, analisando composições para Governo do Estado e Senado.
Disputa local pode mudar o jogo
A entrada de mais candidaturas locais pode provocar a divisão de votos em Apodi, o que historicamente influencia no desempenho de quem já tem mandato.

Nesse cenário, a reeleição de Neílton Diógenes pode enfrentar um grau maior de dificuldade, já que o eleitorado tende a se pulverizar entre os candidatos da terra.
Apodi no centro da disputa
Com peso eleitoral crescente, Apodi deve ser um dos principais termômetros políticos do Oeste potiguar em 2026.
Se confirmadas as três candidaturas, a disputa promete ser intensa — e com potencial de redefinir forças políticas no município e na região.
O Vale do Apodi