Carga com 245 kg de pasta base de cocaína com destino ao RN é aprendida no Maranhão

Uma ação integrada entre a Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Receita Federal resultou na apreensão de quase 250 quilos de pasta base de cocaína na manhã desta sexta-feira (6), no município de Balsas, no sul do Maranhão. Segundo a PCRN, a droga tinha como destino o Rio Grande do Norte. De acordo com as informações divulgadas, foram apreendidos aproximadamente 245,9 quilos da substância, encontrados durante uma fiscalização de rotina na BR-230. A abordagem ocorreu após análise de risco e compartilhamento de informações entre os órgãos envolvidos na operação. Durante a fiscalização, um veículo de carga foi parado e, diante de inconsistências nas informações prestadas pelo motorista, as equipes realizaram uma vistoria detalhada no semirreboque. No compartimento de carga, sob o assoalho, foram localizados seis fardos contendo 240 tabletes da substância entorpecente. O motorista foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, junto com a droga apreendida e o veículo, para a adoção dos procedimentos legais cabíveis. A Polícia Civil do Rio Grande do Norte informou que a apreensão foi resultado de trabalho prévio de investigação e monitoramento, que permitiu identificar a rota do entorpecente e interceptar a carga antes que chegasse ao estado. A corporação destacou a importância da integração entre as forças de segurança no enfrentamento ao tráfico de drogas interestadual. A PCRN também reforçou que denúncias anônimas podem ser feitas por meio do Disque Denúncia 181. Tribuna do Norte

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Número de mortes violentas cresce 16,5% no Rio Grande do Norte em 2025

O Rio Grande do Norte registrou 874 mortes violentas em 2025, número que cresceu 16,53% em relação a 2024, quando houve 750 crimes. O aumento ocorreu após quatro quedas sucessivas, em cinco anos, no número de vítimas de morte violenta letal e intencional no estado. Os dados são do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Ainda assim, esse foi o segundo menor número de crimes violentos desde 2011 e caiu 62,6% em comparação ao ano mais violento da série histórica, 2017, quando houve 2.272 crimes. Dados do MJSP consolidados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed-RN) apontam que o total de crimes de homicídio doloso, feminicídio, latrocínio (roubo seguido de morte) e lesão corporal seguida de morte caiu entre 2020 e 2024. Entre 2020 e 2024, o indicador sofreu quatro quedas anuais consecutivas, saindo de 1.356 para 750, uma redução de 44,7%. O movimento de baixa intensificou-se no final do período, com 2024 apresentando a queda mais acentuada (- 21,1% frente a 2023, caindo de 950 para 750). A sequência negativa foi rompida em 2025. Para o presidente da Comissão de Segurança Pública e Política Carcerária da OAB/RN, Paulo Pinheiro, o aumento registrado nos dois últimos anos não foi tão significativo quanto a redução de crimes violentos letais e intencionais que vem sendo observada por meio de dados estatísticos. “Não acho que fuja dos parâmetros do decréscimo desses crimes ao longo dos anos. No decorrer dos anos, o crime vai passando por mutações. Esse tipo de crime é feito de maneira mais organizada, e tem o aumento também das organizações criminosas. Isso acaba refletindo, mas entendo que é uma porcentagem mínima à vista do decréscimo [observado] ao longo dos anos”, avalia. Segundo ele, a segurança pública potiguar recebeu diversos investimentos nos últimos anos, o que coíbe a prática de crimes violentos. “Tem sido feito um investimento na segurança pública, nas polícias, na infraestrutura do sistema prisional e na abertura de concursos”, aponta o secretário da Comissão Especial de Segurança Pública do Conselho Federal da OAB. Entre 2024 e 2025, cresceu o número de vítimas de feminicídio no RN, de 19 para 21 (10,52%), e homicídio doloso, de 636 para 827 (30,03%). Por outro lado, caiu o número de vítimas de latrocínio, de 23 para 15 (-34,78%), e lesão corporal seguida de morte, de 72 para 11 (-84,72%). Segundo o painel Divulgação de Indicadores de Violência e Criminalidade no RN, as ocorrências mais frequentes registradas na Polícia Civil do RN em 2025 foram estelionato (24.897), furto (21.604), ameaça (14.758), roubo (9.040) e injúria (6.419). Já a Polícia Militar do RN registrou 6.900 casos de perturbação do sossego alheio, 6.673 pedidos de policiamento, 3.727 ocorrências de violência doméstica e familiar, 2.537 ameaças e 2.332 roubos. A tendência de queda observada entre 2017 – o pico de casos no estado – e 2025 se repetiu nas duas maiores cidades potiguares. A capital, Natal, apresentou uma redução de 73,9% em relação ao seu pior ano (2013, com 579 homicídios), registrando 151 mortes em 2025. Já Mossoró alcançou a maior redução de sua série histórica iniciada em 2011, com 79 mortes violentas em 2025, um declínio de 66,8% se comparado ao pico de violência registrado no município em 2017 – ano que registrou 258 crimes. Segurança não pode ser lida só por números, diz pesquisador Francisco Augusto Cruz, especialista em segurança pública e sistema prisional, aponta que a segurança pública no RN apresentou em 2025 um cenário “de estabilização e melhora gradual quando analisado em perspectiva histórica”. O pesquisador alerta que é necessária uma análise sociológica do tema, para não reduzi-lo a números. “A violência é um reflexo de desigualdades sociais, transformações urbanas, mercado ilegal e fragilidades na proteção social. O RN ainda convive com desafios importantes, especialmente nas periferias urbanas e em territórios com menor presença de políticas públicas estruturantes”, diz. Para ele, o fato de em 2025 o estado ter o segundo menor número de crimes violentos da série iniciada em 2011 indica que houve mudanças no padrão da violência. “Houve fortalecimento da capacidade estatal de regulação do conflito violento, seja por meio da atuação policial, seja por reorganizações internas do próprio crime”, observa. “Esse dado não significa que o problema esteja resolvido. Séries históricas mostram que a violência no Brasil costuma operar em ciclos. Portanto, o resultado deve ser interpretado como um avanço importante, mas que exige manutenção de políticas consistentes para evitar retrocessos”, avalia Cruz. Tribuna do NorteFernando AzevêdoRepórter

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Banca é homologada para concurso público unificado do RN com 175 vagas

O concurso público unificado do Governo do Rio Grande do Norte deu mais um passo decisivo. A banca organizadora do certame foi homologada no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (6), confirmando o Instituto Avalia de Inovação em Avaliação e Seleção como responsável pela organização do concurso que ofertará 175 vagas, além de cadastro de reserva, para o Detran/RN, Ipern e Ceasa. A contratação foi formalizada por meio de extrato de contrato publicado pela Secretaria de Estado da Administração (Sead), com vigência de 36 meses. O valor do contrato é de R$ 3.315.100,00, e contempla todas as etapas do certame, incluindo elaboração, diagramação e impressão das provas, logística, aplicação, análise de recursos e processamento dos resultados. O concurso foi autorizado por meio de portaria publicada em novembro de 2025 e adotou o modelo unificado para a contratação da banca, reunindo três órgãos estaduais em um único certame, com base no princípio da economicidade. Segundo a Sead, com a banca definida, o edital deve ser publicado “nos próximos dias”. A governadora Fátima Bezerra comentou o avanço do processo e destacou a importância do concurso para o fortalecimento do serviço público estadual. “O Diário Oficial, desta sexta-feira(5), traz a homologação da banca Avalia que realizará nosso primeiro concurso público unificado, assim como tem sido feito no Governo Federal. Serão oferecidas 175 vagas para o Detran, Ipern e Ceasa, que se somarão aos mais de 15 mil servidores nomeados durante nossa gestão”, disse a gestora. Vagas e cargos Detran/RN – 80 vagas Ipern – 90 vagas Ceasa/RN – 5 vagas Tribuna do Norte

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RN: Banco é condenado após fraude de R$ 38 mil em financiamento de veículo

A 17ª Vara Cível de Natal condenou uma instituição financeira por falhas na liberação de um financiamento fraudulento no valor de R$ 38 mil, utilizado em um golpe envolvendo a venda de um veículo na capital potiguar. A sentença foi proferida pela juíza Divone Maria Pinheiro. Conforme consta no processo, o proprietário do automóvel negociou a venda do carro por R$ 28 mil com um homem que afirmou ter financiado parte do valor por meio do banco. O vendedor recebeu R$ 22 mil via PIX, ficando o restante condicionado à liberação do financiamento. Após a confirmação inicial da operação, o veículo foi entregue. Posteriormente, o vendedor descobriu que o financiamento de R$ 38 mil havia sido contratado em nome de uma mulher que negou qualquer participação na negociação ou conhecimento do veículo. A investigação judicial também apontou que a assinatura constante no documento de transferência era falsa. Outro elemento considerado relevante foi o fato de o pagamento via PIX ter sido realizado por uma terceira pessoa, que se apresentou como vistoriador da instituição financeira e teria participado da inspeção do veículo em um shopping da cidade. Além disso, o banco repassou R$ 27 mil do financiamento a uma loja com a qual o vendedor não possuía vínculo comercial. Em razão da fraude, o automóvel permaneceu registrado em nome do vendedor, que passou a arcar com multas de trânsito e pontuação em sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) provisória, enquanto o veículo circulava sob posse de terceiros. Em sua defesa, o banco alegou que realizou a conferência da documentação apresentada pela suposta compradora e sustentou que o vendedor agiu de forma imprudente ao entregar o veículo antes de receber o valor integral. A instituição também afirmou que o repasse dos valores à loja fazia parte do procedimento padrão de financiamento. Ao analisar o caso, a magistrada entendeu que houve falha na prestação do serviço bancário, destacando a ausência de comprovação de verificação adequada da autenticidade dos documentos utilizados. A juíza ressaltou que as instituições financeiras respondem objetivamente por fraudes ocorridas no âmbito de suas operações, conforme o artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor e a Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A Justiça reconheceu a existência de danos materiais e morais e condenou o banco ao pagamento de R$ 6 mil por danos materiais e R$ 3 mil por danos morais, além de determinar a regularização da situação do veículo, incluindo a quitação de débitos gerados após a fraude e a efetivação da transferência e baixa da propriedade. Tribuna do Norte

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Alta no preço do café reduz consumo em todo o país e muda hábitos no RN

O consumo de café no Brasil registrou queda de -2,31% entre novembro de 2024 e outubro de 2025 em comparação com o mesmo período anterior, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) divulgados na semana passada. No Nordeste, a queda foi de -1,72%. A razão para a redução está no alto preço do produto, que registrou aumento de 5,8% entre janeiro e dezembro de 2025. Os efeitos da redução no consumo da bebida também são sentidos no Rio Grande do Norte, de acordo com a Associação dos Supermercados do Rio Grande do Norte (Assurn) e consumidores ouvidos pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE. Mikelyson Góis, presidente da Assurn, afirma que não há dados locais disponíveis, mas aponta uma mudança no comportamento do consumidor. “Nos últimos dois anos o preço do café teve um aumento muito grande, embora nos últimos seis meses tenha havido uma pequena redução e depois uma estabilização. Nesse contexto, com o café moído muito caro, houve uma migração para o solúvel, que passou a contar com um consumo maior”, explicou Mikelyson Góis. Heraldo Paiva Júnior, proprietário de um supermercado no bairro de Nova Descoberta, na zona Sul de Natal, estima uma redução de cerca de 8% na compra do produto na loja nos últimos seis meses. “A bebida teve um aumento exponencial em meados do ano passado, saindo de cerca de R$ 10 para algo em torno de R$ 18, em média. Hoje, o preço médio é de R$ 16, mas ainda assim a gente observa essa queda na casa dos 7% ou 8%, que eu considero pequena, mas ela existe”, aponta Paiva. A faxineira Elizângela dos Santos conta que trocou o café em pó pelo solúvel desde o ano passado, diante da disparada dos preços. “Se voltar a ser como antes, quando custava R$ 9, eu volto a comprar café em pó, mas por enquanto não dá”, diz. Já a cozinheira Raimunda Maria não abre mão do café tradicional. “Não posso ficar sem. Acho até que aumentei o consumo. Pode ser o preço que for, eu compro. Café é sagrado”, contou, rindo. Conforme os dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), no período contabilizado até outubro passado o consumo no país foi de 21,4 milhões de sacas de 60 quilos, contra 21,9 milhões em igual recorte anterior (novembro de 2023 a outubro de 2024). No Nordeste, o consumo ficou em 5,7 milhões de sacas de novembro de 2024 a outubro do ano passado; no período anterior, foram 5,8 milhões de sacas. De acordo com a Abic, o total consumido em todo o Brasil no último recorte analisado representa 37,9% da safra de 2025, que foi de 56,54 milhões de sacas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Já a quantidade consumida no Nordeste equivale a 10% da safra total. A Abic informou que o recorde de consumo interno do produto ocorreu em 2017, quando o número atingiu 22 milhões de sacas. Preços devem seguir em alta O economista Helder Cavalcanti avalia que a retração no consumo interno da bebida deve se manter em todo o país, uma vez que os preços irão seguir altos. “A Abic prevê uma alta de até 15% no preço do café nos próximos meses, impulsionada pela inflação de 60,85% nos últimos 12 meses e pela queda na produção devido a adversidades climáticas. Essa elevação deverá ocorrer, principalmente, por conta da oferta restrita e demanda crescente. Então, é provável que a tendência de redução de consumo no Brasil permaneça. No entanto, é importante registrar que o consumo mundial de café continua crescendo, especialmente na China e em outros países asiáticos, o que pode ajudar a manter os preços elevados”, analisa Cavalcanti. O economista afirma que mitigar o impacto da alta do preço do café no consumo é um desafio, mas algumas ações podem amenizar os efeitos. “É importante diversificar produtos, com oferta de opções de café mais acessíveis, como blends, com outras bebidas ou produtos de menor valor agregado. Também é possível incentivar o consumo consciente para aumentar a percepção de valor do café e reduzir o desperdício, além de ajustar a produção para reduzir custos e manter preços competitivos. O apoio governamental, com políticas para ajudar os produtores e incentivar a produção sustentável também é uma medida necessária”, detalha Helder Cavalcanti. Faturamento cresce A queda no consumo interno do café não significou perdas para a indústria, cujo faturamento cresceu 25,6% em 2025, somando R$ 46,24 bilhões. Segundo a Abic, esse crescimento no faturamento foi resultado principalmente do aumento do preço nas gôndolas. Ainda de acordo com a Abic, os valores dos cafés tradicionais e extraforte aumentaram 5,8% no ano passado. O preço médio dos cafés especiais sofreu alta de 4,3%. O aumento também foi percebido na categoria de café gourmet, que teve variação de 20,1% em 2025. Nos últimos cinco anos, a matéria-prima aumentou 201% na espécie conilon e 212% na arábica. No varejo, o café aumentou 116%. No último ano, a variação de preço ao consumidor do café torrado e moído foi de 5,8%. O Brasil continua sendo o maior consumidor dos cafés nacionais. Em 2023, o mercado interno foi responsável por 39,4% do consumo da produção total, enquanto que em 2024 o índice foi de 40,4% e, em 2025, de 37,9%. Tribuna do Norte

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Idosa morre após ser atingida por coice de animal no interior do RN

Uma idosa de 72 anos morreu após ser atingida por um coice de um jumento em Itajá, no Vale do Açu, no interior do Rio Grande do Norte. O fato ocorreu no último sábado (31). A idosa foi identifcada como Maria do Socorro da Cunha. Depois de ser atingida, a vítima foi para a UPA do Alto São Francisco, em Assú. A equipe médica realizou procedimentos de emergência, mas não conseguiu salvá-la. Ainda não sabe mais detalhes sobre como foi o acidente. A confirmação da Polícia Militar foi que a fatalidade ocorreu na zona rural do município de Itajá. Tribuna do Norte

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Erro de baliza não vai mais reprovar em exame para obtenção da 1ª CNH no RN; entenda

O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (Detran/RN) deve se adequar as novas regras da avaliação do exame prático para obtenção da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) presentes na publicação do Manual Brasileiro de Exames de Direção Veicular, emitido pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), do Ministério dos Transportes, divulgadas neste domingo (1º). Entre as mudanças mais significativas destacadas no novo manual está a retirada da baliza como etapa autônoma e eliminatória. As novas diretrizes, no entanto, não começam a valer instantaneamente. No primeiro momento, o Detran/RN vai realizar um trabalho de atualização técnica de requalificação dos examinadores de trânsito da autarquia, tendo como base as normas emitidas pela Senatran, para, em seguida, iniciar a prática das avaliações na pista de testes de acordo com os novos critérios. Segundo o manual, a tradicional manobra de baliza, exigida em espaço isolado, passa a ser considerada apenas como parte de um estacionamento ao final do percurso, sem o peso de reprovação automática que tinha no modelo anterior. Isso não significa que parar corretamente deixará de ser observado, mas a avaliação agora prioriza o desempenho do candidato em situações reais de trânsito. O foco central da prova passa a ser para trajeto em via pública, no qual o examinador observa como o avaliado interage com o ambiente rodoviário. São critérios de avaliação fundamentais a leitura do trânsito, respeito às sinalizações, tomada de decisões seguras em conversões, mudanças de faixa, observância de faixas de pedestres e convivência com outros veículos, pedestres e ciclistas. Essa mudança reflete o entendimento de que dirigir com segurança no dia a dia requer vivência e atenção constante, e não apenas a execução mecânica de manobras. Outro aspecto essencial que o Detran/RN destaca é a nova forma de pontuação para o exame. Em vez de faltas eliminatórias pré-definidas, a avaliação agora considera exclusivamente as infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com diferentes pesos conforme a gravidade, sejam elas leve (peso 1), média (peso 2), grave (peso 4) ou gravíssima (peso 6). Nesse caso, o limite máximo para aprovação do candidato é de até 10 pontos. Isso significa que um ou outro erro leve, desde que dentro do limite de pontos, não implicará automaticamente na reprovação, desde que o condutor demonstre comportamento seguro e domínio do veículo. O Detran/RN lembra que existe a possibilidade de realizar o exame prático com veículo de transmissão automática, desde que o automóvel esteja em conformidade com as regras de circulação e equipado com todos os itens obrigatórios exigidos pela legislação de trânsito, sendo assim um ponto importante para candidatos que se sentem mais seguros nesse tipo de veículo. Diante desse novo panorama de avaliação, o Detran/RN orienta os candidatos a se concentrarem em comportamentos que refletem a direção responsável e segura. Antes de tudo, é fundamental que o candidato esteja plenamente familiarizado com os controles do veículo, com o uso correto de espelhos retrovisores e setas de sinalização, e que ajuste banco e volante para uma posição confortável e eficiente. Demonstrar domínio sobre o veículo desde o início do trajeto passa uma impressão de preparo e tranquilidade ao examinador. A prática regular em vias públicas, com a supervisão de instrutores ou condutores experientes, também é uma dica reforçada pelo órgão. O candidato deve se acostumar a antecipar situações de risco, a manter distância segura de outros veículos e a identificar corretamente placas de sinalização, semáforos e ter um certo domínio da legislação de trânsito para ler com clareza e obedecer às indicações viárias presentes ao longo da pista de exame prático. Tribuna do Norte

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Homem é condenado por maus-tratos a cães e gatos na zona rural do RN

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) condenou um morador do município de Encanto por maus-tratos a cães e gatos mantidos na zona rural da cidade. A decisão foi proferida pela 3ª Vara da Comarca de Pau dos Ferros, resultado de uma ação penal movida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), após a comprovação de que os animais viviam em situação de abandono e sofrimento. O caso teve origem em uma denúncia registrada em 8 de novembro de 2024. Ao chegarem ao local, agentes de segurança encontraram 13 cães e seis gatos amarrados, em condições precárias de higiene. Os animais apresentavam magreza, ferimentos pelo corpo, sinais de doenças e infestação por carrapatos. Durante a mesma diligência, também foram localizadas aves silvestres mantidas em cativeiro sem autorização legal, entre elas galos-de-campina, golinho, canto-de-ouro, maria-fita e bigode. No entanto, conforme registrado na sentença, a posse irregular das aves foi tratada em procedimento diferente deste. Ao analisar a ação, o juiz Edilson Chaves de Freitas considerou comprovadas a autoria e a materialidade do crime, com base no boletim de ocorrência, nos laudos técnicos e nos depoimentos colhidos ao longo da instrução. Para o magistrado, ficou caracterizado o descumprimento do dever legal de cuidado e proteção dos animais, submetidos a condições incompatíveis com o bem-estar. A conduta foi enquadrada no artigo 32, §1º-A, da Lei nº 9.605/1998, que prevê punição mais severa para maus-tratos envolvendo cães e gatos. Considerando os antecedentes criminais e a reincidência do réu, a Justiça fixou a pena em 2 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão, além de 12 dias-multa, a ser cumprida em regime inicial semiaberto. O pedido de substituição da pena privativa de liberdade por medidas alternativas foi negado por ausência dos requisitos legais. Tribuna do Norte

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Dupla é presa com bonecos de pelúcia usados para esconder drogas no interior do RN

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte apreendeu duas bonecas de pelúcia usadas por traficantes para esconder drogas e aparelhos celulares. O caso ocorreu nesta sexta-feira (30) no município de Areia Branca, na região da Costa Branca do RN. Além disso, dois indivíduos que estavam escondendo drogas nos brinquedos foram presos. Na ação, os policiais apreenderam 97 porções de substância análoga à maconha, além de uma porção média da mesma droga. Também foram encontrados uma balança de precisão, um rolo de plástico filme, R$ 134,00 em espécie, uma câmera de monitoramento. Os suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. Trinuna do Norte

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RN: Bebê cai no chão durante parto em maternidade

Um bebê caiu no chão durante o parto na Maternidade Dr. Araken Irerê Pinto, em Natal. O caso ocorreu durante o atendimento a uma gestante que deu entrada na unidade em trabalho de parto ativo, apresentando uma evolução rápida e atípica do trabalho de parto, conforme informações divulgadas pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Segundo a SMS, a gestante foi acolhida com seis centímetros de dilatação e sem sinais de ruptura da bolsa amniótica, quadro considerado dentro da normalidade para a fase do trabalho de parto. A paciente recebeu atendimento imediato da equipe multiprofissional. No entanto, durante o deslocamento para a sala de parto, houve uma evolução súbita e atípica do quadro clínico, caracterizada como parto taquitócico, quando o nascimento acontece de forma acelerada. Em nota, a secretaria explicou que “durante o deslocamento para a sala de parto, houve uma evolução súbita e atípica do quadro clínico, caracterizada como parto taquitócico (ou precipitado), situação em que o trabalho de parto progride de forma acelerada, culminando no nascimento durante o trajeto”. A Secretaria Municipal de Saúde informou que, durante todo o período de acolhimento, a gestante esteve sob os cuidados da equipe assistencial e que todos os procedimentos pós-parto foram realizados com a mãe e o recém-nascido. Ainda de acordo com a pasta, o bebê passou por avaliação médica completa, incluindo tomografia e outros exames, não apresentando lesões ou sequelas, e segue em acompanhamento regular pelo serviço de saúde. Tribuna do Norte

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