A sua fonte segura de informação!

A indicação de Deusdete Queiroga por João Azevedo e a indicação de Taciano Diniz pela ALPB para o TCE/PB

images (1)

, somadas à aposentadoria antecipada de Nominando Diniz, acendem o debate sobre isonomia entre os Poderes e os limites entre política e fiscalização. Críticos veem espaço para uma “jurisprudência moral” — onde a proximidade com governantes e padrinhos políticos poderia embaraçar a atuação independente de quem deveria fiscalizar aliados. Defensores argumentam que as indicações seguem regras legais e acordos institucionais previstos. O ponto sensível é a percepção pública: quando conselheiros chegam por articulação direta do Executivo ou do Legislativo, aumenta a pressão para que o tribunal demonstre autonomia prática, não apenas formal, sob risco de a credibilidade da Corte virar alvo de disputa política

.Leia também

Governo do RN decreta situação de emergência por seca em todos os municípios, exceto Natal
Prefeito de Bernardino Batista realiza pagamento do mês de março a todos os servidores do município
Bernardino Batista reúne caboclos de cidades da região no VII Encontro de Turmas
Câmara de Major Sales realiza sessão e homenageia figura ilustres da Cultura local