, somadas à aposentadoria antecipada de Nominando Diniz, acendem o debate sobre isonomia entre os Poderes e os limites entre política e fiscalização. Críticos veem espaço para uma “jurisprudência moral” — onde a proximidade com governantes e padrinhos políticos poderia embaraçar a atuação independente de quem deveria fiscalizar aliados. Defensores argumentam que as indicações seguem regras legais e acordos institucionais previstos. O ponto sensível é a percepção pública: quando conselheiros chegam por articulação direta do Executivo ou do Legislativo, aumenta a pressão para que o tribunal demonstre autonomia prática, não apenas formal, sob risco de a credibilidade da Corte virar alvo de disputa política