Cícero Lucena denuncia suposta manipulação de pesquisas eleitorais e promete judicializar casos na Paraíba

O pré-candidato ao Governo da Paraíba, Cícero Lucena, afirmou neste sábado (09), que alguns institutos de pesquisa estariam manipulando resultados eleitorais no estado visando a disputa de 2026. Durante a entrevista ao Blog do Silvano Dias, Cícero revelou que pretende acionar a Justiça contra levantamentos que, segundo ele, apresentam irregularidades e comprometem a credibilidade do processo eleitoral. O gestor também declarou que uma empresa chegou a divulgar números mesmo após decisão judicial contrária. “Teve instituto que desobedeceu determinação do desembargador e publicou a pesquisa”, declarou. Sem citar nomes, o pré-candidato criticou a atuação de determinados institutos e defendeu maior fiscalização sobre os levantamentos eleitorais divulgados na Paraíba. Segundo Cícero, o objetivo é garantir transparência e evitar que pesquisas influenciem indevidamente o eleitorado. Resenha Politika

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PT, PCdoB e PV apresentam ação ao STF para derrubar dosimetria que beneficia Bolsonaro

A Federação Brasil da Esperança, composta pelo PT, PCdoB e PV, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (8/5), uma ação para tornar inconstitucional a Lei da Dosimetria, que reduz penas para condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os partidos também pedem que a Corte determine uma medida cautelar que suspenda a redução das penas. No documento de 76 páginas, divulgado inicialmente pelo O Globo e obtido pelo Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), os partidos afirmam que a dosimetria foi um instrumento do Congresso Nacional que buscou atender “grupos específicos”, o que configuraria um desvio de finalidade por parte do Legislativo. “É relevante investigar se a norma impugnada efetivamente buscou promover alteração geral e abstrata da política criminal ou se foi concebida para beneficiar situação específica e destinatários determinados”, diz a ação da Federação Brasil da Esperança. Os partidos também dizem que a dosimetria entra em choque com a Constituição por violar os seguintes princípios: da individualização da pena; da separação dos poderes; da proibição de proteção deficiente e da vedação de retrocesso; da isonomia; da proporcionalidade e da impessoalidade. Essa é a terceira ação direta de inconstitucionalidade (ADI) recebida pelo STF contra a dosimetria. Outras duas, de autoria da Federação Psol-Rede e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), fizeram com que o ministro Alexandre de Moraes, que foi sorteado relator, suspendesse neste sábado, 9, a aplicação da lei até que a Suprema Corte analise a constitucionalidade da medida. A medida de Moraes ocorreu dois dias após o presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre, promulgar a Lei da Dosimetria. Isso ocorreu após as duas Casas do Legislativo derrubarem o veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao texto. Na Câmara, o placar foi de 318 votos contrários à decisão presidencial e 144 favoráveis. No Senado, o resultado foi de 49 defensores pela derrubada da medida de Lula e 24 que decidiram pela manutenção do veto. Na ocasião, o Congresso analisou apenas uma parte do veto, pois ficou interpretado que a dosimetria em vigor, como foi aprovada, poderia anular parte da Lei Antifacção, sancionada em março por Lula. Na ação encaminhada ao STF, a federação diz que esse fatiamento extrapolou as garantias constitucionais do Legislativo e causou um “vício formal insanável”. Correio Braziliense/Agência Estado

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Congresso entra em semana decisiva para destravar PEC do fim da 6×1

A discussão sobre o fim da escala 6×1 deve ganhar novos rumos nesta semana. Com início marcado para amanhã, série de audiências públicas da comissão especial da Câmara dos Deputados sobre a redução da jornada de trabalho ocorre em um momento em que o tema se consolida como uma das pautas de maior interesse para o governo federal, que tenta capitalizar a possível aprovação da pauta mirando outubro. O debate também ganha impulso com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que classificou a proposta como uma “reforma da vida das pessoas” e sinalizou disposição para levar adiante a votação, desde que sejam consideradas as particularidades de setores econômicos que operam sob jornadas contínuas. A audiência pública da comissão especial da Câmara dos Deputados desta terça-feira (12/5), destinada a discutir os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho, deve se transformar em um dos momentos mais decisivos da tramitação da proposta que pretende reformular o modelo de trabalho no país. Depois de abrir espaço para debates sobre saúde do trabalhador, qualidade de vida e reorganização das relações laborais, o colegiado entra agora no terreno mais sensível da discussão: o custo da mudança para empresas, cadeias produtivas e setores que operam sob escalas contínuas. À frente da relatoria, Leo Prates (Republicanos-BA) tem reiterado que pretende conduzir a discussão por meio de uma construção pactuada, ouvindo trabalhadores, empregadores, governo e especialistas, numa tentativa de reduzir resistências e construir um texto capaz de avançar politicamente na Casa. O Correio Braziliense ouviu representantes da indústria, especialistas em direito do trabalho e economia pública, além de parlamentares diretamente envolvidos nas negociações, para mapear quais argumentos devem dominar a mesa na próxima semana. O diagnóstico é convergente: o setor produtivo chega organizado, municiado por estudos técnicos e disposto a pressionar por exceções setoriais, transição gradual, compensações tributárias e preservação da negociação coletiva como instrumento central para modular a proposta. Entre as vozes mais enfáticas está a da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam). Em entrevista ao Correio, o presidente da entidade, Antonio Silva, afirmou que o debate precisa considerar a “realidade matemática” da produção nacional. Segundo ele, uma redução abrupta da jornada sem contrapartidas econômicas ou ganhos prévios de produtividade tende a elevar custos operacionais de forma insustentável, especialmente em cadeias industriais que operam em ritmo contínuo. No caso do Polo Industrial de Manaus, o impacto seria ainda mais sensível. “A exigência de novas contratações emergenciais apenas para suprir lacunas nas escalas e manter as máquinas operando pressionará o fluxo de caixa das empresas e corroerá nossa competitividade”, afirmou. Na avaliação da federação, o efeito pode ser perverso: aumento da inflação, retração de investimentos e crescimento da informalidade. A preocupação ecoa em outras federações industriais do país. A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) tem defendido por meio de nota, que qualquer mudança estrutural nas relações de trabalho seja acompanhada por um amplo debate sobre produtividade, desoneração da folha e segurança jurídica para empregadores. No Sudeste, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também acompanha a tramitação com cautela e reforça a necessidade de que eventuais mudanças considerem impactos sobre competitividade, custo da produção e capacidade de adaptação dos setores intensivos em mão de obra. Segmentos ligados ao comércio e aos serviços sustentam avaliação semelhante e defendem uma transição calibrada para evitar repasses imediatos aos preços. Pressão O alerta chegou a setores altamente regulados da economia. Durante teleconferência de resultados da Latam Airlines, o CEO Jerome Cadier apontou que o fim da escala 6×1, se aplicado sem exceções para categorias específicas, pode comprometer operações internacionais da companhia. Segundo ele, a dinâmica da aviação comercial depende de jornadas diferenciadas para aeronautas e tripulações, especialmente em voos de longa duração, frequentemente superiores a oito horas diárias. A declaração rapidamente passou a circular entre parlamentares como exemplo de setor que deverá pressionar por tratamento regulatório específico. Para o doutor e mestre em filosofia do direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Roberto Beijato Junior, a maior pressão econômica recairá justamente sobre micro e pequenas empresas — segmento que concentra a maior parte dos empregos formais no país. Segundo ele, o encarecimento da mão de obra tenderá a ser repassado ao consumidor, pressionando preços e reduzindo poder de compra. Ao mesmo tempo, empresas sem capacidade de absorver o novo custo poderão reduzir quadros, ampliando informalidade e terceirizações precárias. Na mesma linha, o mestre em direito e especialista em economia do setor público Alessandro Callil de Castro avalia que uma mudança abrupta, sem transição e sem mecanismos de compensação, tende a ampliar o chamado custo Brasil, elevar despesas operacionais e pressionar a inflação. “O debate não é apenas sobre horas trabalhadas, mas sobre como equilibrar proteção ao trabalhador, sustentabilidade empresarial e preservação dos empregos.” Zona Franca No Congresso, a reação do empresariado já se organiza institucionalmente. Presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, Joaquim Passarinho (PL-PA) afirmou à reportagem que o setor não pretende interditar a discussão, mas insiste na necessidade de uma escuta ampla. “Não se pode mexer em um tema tão sensível ouvindo apenas um lado. Quando se ouve empregadores e trabalhadores, é possível encontrar um denominador comum”, disse. Nos bastidores, a frente já articula emendas para reforçar convenções coletivas, flexibilizar modelos de contratação e preservar escalas especiais em setores específicos, como saúde, comércio em feriados e atividades essenciais. Enquanto isso, parlamentares favoráveis à mudança tentam construir pontes com o setor produtivo. Integrante da comissão especial, Saullo Vianna (MDB-AM) articulou a realização de uma audiência pública em Manaus, marcada para o próximo dia 22, reunindo mais de 70 instituições entre representantes da indústria, comércio, turismo, serviços e sindicatos. A proposta é justamente ouvir quem gera emprego e quem vive a rotina da escala 6×1, especialmente em uma economia fortemente sustentada pela atividade industrial da Zona Franca. No fim da fila de pressões — mas ainda dentro do radar do colegiado — aparece também o setor público. Estudo divulgado na sexta-feira pela Confederação Nacional de Municípios calcula impacto

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Lula edita decreto que amplia Luz para Todos para até 233 mil novas famílias

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decreto que amplia o alcance do programa Luz para Todos, com foco em comunidades remotas da Amazônia e no uso produtivo da energia para geração de renda. O texto foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). Na última sexta-feira (8), o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que a ampliação do programa irá atender até 233 mil novas famílias. Pelo decreto, o programa passa a “apoiar a qualificação de mão de obra local associada à prestação do serviço público de distribuição de energia elétrica em regiões remotas da Amazônia Legal”. Além disso, a nova redação também coloca como prioridades no atendimento as famílias chefiadas por mulheres inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); as famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou que tenham entre seus moradores quem receba o benefício de prestação continuada da assistência social (BPC); e as comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e extrativistas, os demais povos tradicionais, os assentamentos rurais, os agricultores familiares e as comunidades localizadas em unidades de conservação ou impactadas diretamente por empreendimentos de geração ou de transmissão de energia elétrica cuja responsabilidade não seja do concessionário titular desses empreendimentos. O decreto prevê ainda a priorização de instalações de serviços públicos de conectividade à internet e de acesso à água, as infraestruturas públicas de assistência social ou de prestação de serviços públicos, as infraestruturas comunitárias de segurança alimentar, incluídos as cozinhas comunitárias, as câmaras frias comunitárias e os sistemas coletivos de bombeamento e abastecimento de água, e as infraestruturas comunitárias de comunicação e conectividade; além de espaços coletivos, incluídas as associações e as cooperativas, as instalações de apoio e de desenvolvimento socioeconômico local e os projetos e as instalações produtivas comunitárias vinculadas à sociobioeconomia e às cadeias de valor da sociobiodiversidade. InfoMoney/Estadão Conteúdo

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Quaest mede impacto de crises do governo e alta de Flávio nas pesquisas

A Genial/Quaest inicia nesta sexta-feira (8) uma nova rodada de sua pesquisa nacional sobre a eleição presidencial de 2026, em um momento de crescente tensão política para o governo Lula e de fortalecimento do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas simulações eleitorais recentes. O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), terá divulgação prevista para a próxima quarta-feira (13) e será acompanhado de perto por partidos, investidores e integrantes do governo. A expectativa gira em torno da confirmação se o avanço recente de Flávio representa uma tendência consolidada ou apenas uma oscilação momentânea. Nas últimas semanas, institutos como AtlasIntel, Datafolha e Real Time Big Data passaram a mostrar cenários mais apertados entre Lula e o senador do PL em eventuais segundos turnos. Em algumas simulações, Flávio apareceu numericamente à frente do presidente, ainda dentro da margem de erro. A nova Quaest será uma das primeiras pesquisas nacionais a captar o impacto combinado de uma sequência de fatos políticos recentes: o desgaste do governo no Congresso, a rejeição do nome de Jorge Messias ao STF, o avanço das investigações envolvendo o caso Banco Master, o lançamento do Desenrola 2.0 e a repercussão da viagem de Lula aos Estados Unidos para encontro com Donald Trump. O instituto fará 2.004 entrevistas presenciais em todo o país com eleitores a partir de 16 anos. Segundo o registro no TSE, a coleta será realizada por meio de visitas domiciliares e utilizará um modelo de amostragem dividido em três etapas, incluindo sorteio de municípios, setores censitários e definição de perfis por renda, sexo, idade e escolaridade. Pesquisas recentes indicaram que Lula mantém vantagem mais robusta no Nordeste, mas enfrenta dificuldades crescentes no Sudeste e entre setores mais sensíveis ao custo de vida e ao endividamento. Já no campo bolsonarista, a expectativa é usar um eventual novo crescimento de Flávio para consolidar a narrativa de transferência definitiva do capital político do ex-presidente Jair Bolsonaro ao filho mais velho. A pesquisa também deve ajudar a medir o espaço real para candidaturas alternativas no centro e na direita. Nomes como Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Aldo Rebelo (DC) continuam aparecendo nas simulações, mas ainda com dificuldade para romper a polarização entre PT e PL. InfoMoney/Marina Verenicz

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Bernardino Batista abre 3º Campeonato Municipal de Futsal com festa no ginásio “O Assizão”

O sábado (09) foi de festa do futsal em Bernardino Batista. O ginásio poliesportivo “O Assizão” recebeu a abertura oficial do 3º Campeonato Municipal, com a presença do prefeito Aldo Andrade, do vice-prefeito Matheus Gomes, vereadores, secretários e de desportistas amantes do futebol amador. Para receber a competição, o ginásio passou por reforma e ampliação da estrutura, com pintura, instalação de alambrado e colocação de redes de proteção, garantindo mais conforto e segurança para atletas e torcida. A abertura foi marcada por duas partidas: Inter da Serra X Juventude e Juá X Ponta da Serra. O evento também contou com apresentações da BAMAIS – Banda Marcial Isabelly Sousa Santos, que animou o público antes do início dos jogos. A competição segue com a expectativa de movimentar o esporte amador na cidade e fortalecer o calendário esportivo do município.

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Dr. Raimundinho relembra início da Cavalgada do Trabalhador e destaca tradição que se espalha pelo Sertão

A TV Interativa conversou com o ex-prefeito de José da Penha, Dr. Raimundinho, que relembrou o início da Cavalgada do Trabalhador, evento que chega à sua 9ª edição mantendo a grandiosidade de uma das celebrações mais tradicionais do Sertão nordestino. Durante a entrevista, o ex-gestor destacou como a cavalgada nasceu e se consolidou ao longo dos anos, servindo de inspiração para que outros municípios também adotassem a prática. Descontraído, Dr. Raimundinho falou sobre a experiência de cavalgar mesmo com chuva e afirmou que o momento é positivo para o espírito de aventura. Ele também ressaltou o valor do encontro para o reencontro e a confraternização entre amigos, mantendo viva a tradição e o clima de festa no campo. A Cavalgada do Trabalhador se consolida como um dos eventos culturais mais aguardados da região, reunindo cavaleiros, amazonas e visitantes de diversas cidades do Alto Oeste potiguar e do Sertão paraibano.

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Ypê: Anvisa recomenda não usar produtos mesmo após decisão ser suspensa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve a orientação, na noite desta sexta-feira (8/5), para que a população não utilize produtos da marca Ypê do lote que pode estar contaminado pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, mesmo com a suspensão da decisão. A proibição de venda foi suspensa após a empresa entrar com recurso, que será julgado pela Diretoria Colegiada da Anvisa. A análise está prevista para ocorrer nos próximos dias. De acordo com a Anvisa, mesmo com o efeito suspensivo, a orientação é não usar os produtos listados por “segurança”. Na quinta-feira (7/5), a Anvisa suspendeu a fabricação e determinou o recolhimento de produtos lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetante da marca, de todos os lotes com numeração final 1. O recurso apresentado pela Ypê contesta a decisão. “A Ypê informa que apresentou na data de ontem um recurso perante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, com o objetivo de reforçar os compromissos assumidos no seu Plano de Ação e Conformidade e, ao mesmo tempo, apresentar esclarecimentos adicionais e subsídios técnicos relacionados à Resolução-RE n. 1.834/2026, publicada ontem”, disse a empresa em comunicado. Produtos da lista Na lista, estão detergentes, sabão líquido e desinfetantes — segundo a agência, aqueles que tenham lotes com final 1 não devem ser usados. O número fica impresso logo abaixo do rótulo, debaixo da data de validade. Entre as preocupações, está a possibilidade de contaminação microbiológica, com presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que não deveria estar nos produtos e pode trazer riscos à saúde. Confira abaixo os itens da Ypê atingidos pela medida: LAVA LOUÇAS YPÊ CLEAR CARE.LAVA LOUÇAS COM ENZIMAS ATIVAS YPÊ.LAVA LOUÇAS YPÊ.LAVA LOUÇAS YPÊ CLEAR CARE.LAVA LOUÇAS YPÊ TOQUE SUAVE.LAVA-LOUÇAS CONCENTRADO YPÊ GREEN.LAVA-LOUÇAS YPÊ CLEAR.LAVA-LOUÇAS YPÊ GREEN.LAVA ROUPAS LÍQUIDO TIXAN YPÊ COMBATE MAU ODOR.LAVA ROUPAS LÍQUIDO.TIXAN YPÊ CUIDA DAS ROUPAS.LAVA ROUPAS LÍQUIDO TIXAN YPÊ ANTIBAC.LAVA ROUPAS LÍQUIDO TIXAN YPÊ COCO E BAUNILHA.LAVA ROUPAS LÍQUIDO TIXAN YPÊ GREEN.LAVA ROUPAS LÍQUIDO YPÊ EXPRESS.LAVA ROUPAS LÍQUIDO YPÊ POWER ACT.LAVA ROUPAS LÍQUIDO YPÊ PREMIUM.LAVA ROUPAS TIXAN MACIEZ.LAVA ROUPAS TIXAN PRIMAVERA.DESINFETANTE BAK YPÊ.DESINFETANTE DE USO GERAL ATOL.DESINFETANTE PERFUMADO ATOL.DESINFETANTE PINHO YPE.LAVA ROUPAS TIXAN POWER ACT. Metrópoles/Thays Martins

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Bernardino Batista marca presença no 10º Salão do Turismo e leva o Alto Sertão para o cenário nacional

O município de Bernardino Batista marca presença no 10º Salão do Turismo, realizado em Fortaleza, um dos maiores eventos do setor no país promovido pelo Ministério do Turismo. Pela primeira vez realizado no Nordeste, o encontro reúne representantes de todo o Brasil para debater desenvolvimento, sustentabilidade, inovação, cultura e oportunidades para os territórios turísticos. Representando o município, participam a secretária de Cultura e Turismo Aurineide Alves e a coordenadora de Turismo Marcelia Soares. A agenda inclui busca por conhecimento, articulação institucional e conexões estratégicas para ampliar o potencial turístico da cidade e de toda a região do Alto Sertão Paraibano. Para a gestão municipal, estar no Salão do Turismo vai além da participação em um evento. É a oportunidade de mostrar que o Sertão quer ocupar espaços, construir oportunidades e consolidar um turismo conectado com sua cultura, identidade, natureza e povo. Bernardino Batista já integra o Mapa do Turismo Brasileiro e segue avançando com foco em desenvolvimento econômico e valorização cultural. A avaliação é que investir em turismo significa gerar renda, fortalecer o comércio local e ampliar o sentimento de pertencimento da população. O movimento sinaliza que, à medida que pequenos municípios se conectam a estratégias nacionais, o território como um todo ganha força.

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Botafogo-PB visita o Maranhão buscando quebrar jejum de vitórias na Série C

O Botafogo-PB enfrenta o Maranhão neste sábado (9), às 18h, no Estádio Castelão, em São Luís. O confronto é válido pela sexta rodada da Série C do Brasileiro. O Belo chega pressionado por conta da sequência de maus resultados. Foram três derrotas consecutivas — a última, de virada, diante do Paysandu, fora de casa. O revés fez com que a equipe alvinegra se afastasse do G-8, caindo para a 13ª posição, com seis pontos. Já o Quadricolor vem embalado pelas duas vitórias consecutivas, que marcaram a retomada do bom momento da equipe maranhense e a aproximaram da zona de classificação da Série C. Na última, o Maranhão venceu o Floresta por 2 a 1 e chegou aos sete pontos, subindo para a 12ª colocação. O duelo deste sábado será o segundo jogo oficial entre Botafogo-PB e Maranhão. O primeiro confronto entre paraibanos e maranhenses aconteceu no ano passado, quando o Belo venceu por 1 a 0, em partida válida pela pré-Copa do Nordeste. Em 1973, porém, os clubes se enfrentaram em um amistoso, que terminou empatado em 0 a 0, no estádio da Graça, em João Pessoa. O técnico Marcelo Fernandes irá para o seu segundo confronto à frente do Botafogo-PB com os desfalques do meia Nenê, dos zagueiros Yan Souto e Júlio Vaz, do lateral-esquerdo PK, do volante Jhonata Varela e do atacante Kayon. Os jogadores ainda estão entregues ao departamento médico. O técnico do Maranhão, Jerson Testoni, poderá ter praticamente força máxima para o duelo em casa. O zagueiro Keven e o atacante Felipe Cruz, que sentiram problemas físicos na partida contra o Floresta, treinaram normalmente e devem estar à disposição para o jogo. Prováveis escalações Maranhão: Jean; Maurício, Lucão, Keven e André Radija; Vander, Rosivan e Vagalume; Will, Felipe Cruz e Luís Gustavo. Téc.: Jerson Testoni. Botafogo-PB: Max Walef; Diogo Matheus, Octávio, Saimon e Bull; Thallyson, Dudu Nardini e Giovanni; Felipe Azevedo, Henrique Dourado e Rodolfo. Téc.: Marcelo Fernandes. Arbitragem Árbitro: Jefferson Ferreira de Moraes (GO)Assistente 1: Hugo Sávio Xavier Correa (GO)Assistente 2: Lucas Cunha Passaglia (GO)Quarto árbitro: Roberto Santos Sá (MA) Transmissão A Rede Correio SAT transmite todas as emoções do duelo entre Maranhão e Botafogo-PB, a partir das 17h30, para mais de 170 cidades da Paraíba. A narração será com Fabiano Sousa, comentários de Amauri Aquino, reportagens de Vitória Soares e plantão de João Thiago. Você também pode acompanhar a transmissão pelo YouTube do Portal Correio. Arena CorreioFoto: Jeffeson Emmanuel

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