OMS confirma 11 casos de hantavírus ligados a cruzeiro e descarta disseminação maior

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou 11 casos de hantavírus relacionados ao surto registrado no navio de cruzeiro MV Hondius, incluindo três mortes. A atualização foi divulgada nesta terça-feira (12) pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante entrevista coletiva em Madri. Apesar do aumento no número de infectados, a OMS informou que, até o momento, não há sinais de disseminação mais ampla da doença. Segundo Tedros, a situação ainda exige acompanhamento, principalmente por causa do longo período de incubação do vírus. A OMS informou que os sintomas podem aparecer entre uma e oito semanas após a exposição. Por isso, a entidade recomendou que os passageiros evacuados do navio permaneçam em quarentena por 42 dias. A nova atualização ocorre após a Espanha confirmar mais um caso ligado ao cruzeiro. Uma passageira espanhola, retirada da embarcação no domingo (10), testou positivo para hantavírus após ser colocada em quarentena em um hospital militar em Madri. De acordo com o Ministério da Saúde espanhol, ela apresentou febre e dificuldade para respirar, mas permanece estável e sem piora clínica evidente. Outros passageiros espanhóis evacuados testaram negativo até o momento. De acordo com a OMS, nove dos 11 casos confirmados são da cepa Andes do hantavírus, uma variante considerada rara e que pode ser transmitida entre pessoas em situações específicas de contato próximo. Em geral, o hantavírus é transmitido pelo contato com fezes, urina ou saliva de roedores silvestres infectados. A doença pode causar sintomas como febre, calafrios e dores musculares, mas também pode evoluir para insuficiência respiratória grave. Na Holanda, 12 funcionários de um hospital universitário foram colocados em quarentena preventiva após manipularem fluidos corporais de um paciente infectado sem seguir protocolos reforçados de segurança. O Radboud University Medical Center informou que o risco de transmissão é baixo, mas adotou a medida como precaução. O surto começou durante uma expedição do MV Hondius entre a Argentina, a Antártida e ilhas remotas do Atlântico Sul. Segundo autoridades sanitárias, é o primeiro surto de hantavírus registrado em um navio de cruzeiro. Nos últimos dias, países organizaram operações de evacuação e repatriação dos passageiros. Ao todo, 87 passageiros e 35 tripulantes deixaram o navio em Tenerife, na Espanha, utilizando equipamentos de proteção. Três mortes foram registradas desde o início do surto: um casal holandês e um cidadão alemão. A embarcação segue agora para Rotterdam, na Holanda, onde deverá passar por limpeza e desinfecção. Tribuna do Norte com informações do G1

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Pressão alta atinge cerca de um terço da população brasileira

A Hipertensão arterial segue como um dos principais problemas de saúde pública no Brasil, afetando mais de 32% da população adulta, segundo a Organização Mundial da Saúde. Diante desse cenário, o Hospital Universitário Alcides Carneiro, vinculado à Universidade Federal de Campina Grande e à rede HU Brasil, reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do controle da doença. A unidade oferece atendimento ambulatorial pelo Sistema Único de Saúde, mediante regulação estadual. Caracterizada pela elevação persistente da pressão arterial acima de 14 por 9, a hipertensão pode causar complicações graves, como AVC, infarto, insuficiência cardíaca e renal. De acordo com o cardiologista Clevanildo Brito Júnior, a doença costuma evoluir de forma silenciosa, o que dificulta o diagnóstico precoce. “O problema é que muitos pacientes só descobrem a hipertensão quando já apresentam complicações. Medir a pressão regularmente é fundamental para prevenir casos mais graves”, alertou. Apesar de não ter cura na maioria dos casos, a hipertensão pode ser controlada com acompanhamento médico e mudanças no estilo de vida, como alimentação equilibrada, prática de atividade física e redução do consumo de sal e álcool. Entre os principais fatores de risco estão o tabagismo, obesidade, estresse, sedentarismo e níveis elevados de colesterol. Já a prevenção passa por hábitos saudáveis, controle do peso e acompanhamento contínuo da saúde. Novas diretrizes brasileiras, alinhadas a padrões internacionais, estabelecem que a pressão ideal deve ser inferior a 12 por 8. Para hipertensos, a meta de controle agora é ainda mais rigorosa: manter os níveis abaixo de 13 por 8, reduzindo o risco de complicações cardiovasculares. Resenha Politika

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Mpox: nova recombinação de cepas é identificada pela OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu no último sábado, 14, a circulação de uma nova cepa de mpox, formada pelos clados Ib e IIb do vírus MPXV. A situação acontece após a confirmação de dois novos casos nos últimos meses. O primeiro foi identificado em dezembro de 2025 no Reino Unido e envolvia um paciente com histórico de viagem ao Sudeste Asiático. O segundo foi confirmado na Índia, no dia 13 de janeiro deste ano, em uma pessoa que havia viajado para um país da Península Arábica, onde reside. A análise dos genomas virais indicou que os dois indivíduos foram infectados pela mesma cepa recombinante, com uma semelhança de 99,9%. Como os casos ocorreram com intervalo de várias semanas, a OMS sugere a hipótese de que possam existir infecções não notificadas. Clinicamente, ambos apresentaram manifestações semelhantes às observadas em outros clados, e nenhum evoluiu para quadro grave. A OMS também afirma que a origem da recombinação ainda é desconhecida e destaca que a circulação desse vírus já envolve pelo menos quatro países. Como os dois casos identificados apresentam grande semelhança genética, a agência avalia que a variante pode estar mais disseminada do que os registros atuais indicam. O órgão ainda ressalta que testes laboratoriais convencionais de diferenciação de clados podem não detectar vírus recombinantes, sendo necessário o sequenciamento genômico para confirmação. Nos dois casos, o rastreamento de contatos foi concluído e não houve identificação de casos secundários. Ainda não está claro se a nova variação apresenta diferenças clínicas em relação às anteriores. Por isso, as autoridades continuam investigando as características fenotípicas da cepa. Segundo a OMS, a recombinação é um processo natural que pode acontecer quando dois vírus relacionados infectam o mesmo indivíduo e trocam material genético, produzindo um terceiro. Mesmo com o reconhecimento da recombinação, a avaliação de risco da OMS não mudou. Ela continua sendo considerada moderada para homens que fazem sexo com homens (com parceiros novos e/ou múltiplos) e para trabalhadores do sexo ou outras pessoas com múltiplos parceiros sexuais ocasionais. O perigo é baixo para a população em geral, sem fatores específicos de risco. A agência reforçou que mantém vigilância global da mpox e oferece orientação técnica e apoio aos países, incluindo acesso a diagnósticos e vacinas por meio de mecanismos de coordenação internacional. A OMS também trabalha para a criação de um grupo internacional de coordenação para a provisão de vacinas contra a doença. Vale lembrar que os critérios utilizados para aplicação da vacina seguem as orientações da OMS e priorizam grupos de risco. Saiba mais aqui. O que é a mpox? A mpox, também conhecida como varíola dos macacos, é causada pelo vírus MPXV, do gênero Orthopoxvirus. A transmissão ocorre principalmente por contato físico próximo e direto, incluindo relações sexuais. Também pode acontecer de forma indireta, por meio do contato com materiais contaminados, pela inalação de partículas respiratórias infecciosas (em casos limitados) e da mãe para o filho. Os principais sintomas são erupções cutâneas ou lesões de pele, linfonodos inchados, febre, dores no corpo, dor de cabeça, calafrios e fraqueza. Os sinais geralmente duram de duas a quatro semanas. O recomendado é, ao apresentar os sintomas, buscar ajuda médica. No Brasil, a vacinação contra mpox foi iniciada em 2023, após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberar o uso provisório de um imunizante conhecido como Jynneos ou Imvanex, produzido pela farmacêutica Bavarian Nordic. Ele deve ser aplicado em duas doses, com um intervalo de quatro semanas entre elas. Aos países, a OMS faz as seguintes recomendações: – Manter vigilância epidemiológica e notificação rápida; – Realizar sequenciamento genômico em todos os casos confirmados no início de surtos e amostras representativas (=10%) em transmissão comunitária; – Priorizar sequenciamento em casos importados, incomuns ou graves; – Garantir manejo clínico adequado e práticas robustas de prevenção e controle de infecção; – Fortalecer estratégias de vacinação para populações-chave; – Integrar serviços de HIV/IST e mpox; – Buscar eliminar transmissão humano a humano onde a circulação é baixa; – Informar viajantes em risco. Tribuna do Norte/Estadão Conteúdo

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Paraíba inicia vacinação contra dengue e mais de 69 mil imunizantes foram distribuídos nos 223 municípios

A Paraíba iniciou a campanha de vacinação em adolescentes de 10 a 14 anos contra a dengue (Qdenga/Takeda) nessa segunda-feira (9). Conforme obtido, a meta é que a imunização ocorra nos 223 municípios e chegue a mais de 90%. Para essa etapa da estratégia, a Paraíba recebeu 69.973 doses da vacina contra a dengue do fabricante Takeda, destinadas exclusivamente à administração da primeira dose (D1) na população de 10 a 14 anos. A imunização foi destinada para essa faixa etária devido ao maior risco de internações registrado nos últimos anos, especialmente no Brasil e na Região Nordeste. Além da imunização, outras ações estratégicas integradas de prevenção e controle da doença, como a fiscalização da vigilância epidemiológica, assistência à saúde e combate ao mosquito Aedes aegypti. A campanha contra a dengue seguirá até o dia 28 de fevereiro e faz parte de uma estratégia estadual de mobilização e intensificação da vacinação contra a dengue, em todo o território estadual. A estratégia será encerrada com a realização do Dia D Estadual de Vacinação. Segundo a Chefe do Núcleo Estadual de Imunizações (NEI) da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Márcia Fernandes, a meta é alcançar 90% de cobertura vacinal com o esquema completo, que consiste em duas doses do imunizante. “Essa medida visa a proteção da faixa etária mais vulnerável e reduzir o risco de casos graves de dengue no estado da Paraíba. A imunização é uma das principais estratégias de prevenção, e é fundamental que pais e responsáveis levem crianças e adolescentes para se vacinar e mantenham a caderneta de vacinação atualizada”, alertou. DENGUE A SES reforça que a vacinação não substitui as medidas individuais e coletivas de prevenção da dengue, como a eliminação de focos de água parada e o cuidado com os ambientes domiciliares e comunitários. A nova estratégia representa um avanço importante na proteção da população paraibana e integra um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento do enfrentamento às arboviroses no estado. SUS A vacina Takeda contra a dengue ofertada pelo SUS é indicada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias, independentemente de infecção prévia pela doença. O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Nos casos em que o público-alvo tenha apresentado dengue recentemente, é recomendado aguardar seis meses após a infecção para iniciar a vacinação. Tribuna 10 com ClickPB

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Paraíba amplia vacinação contra a dengue para todos os municípios a partir de segunda-feira

A Paraíba passa a integrar a nova estratégia nacional de vacinação contra a dengue, coordenada pelo Ministério da Saúde (MS), com o objetivo de reduzir hospitalizações e óbitos provocados pela doença. A vacinação que inicia nesta segunda-feira (9) segue as diretrizes do MS, e a Secretaria de Estado da Saúde (SES) amplia para todos os municípios a vacina da dengue (Qdenga/Takeda) destinada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária definida com base no maior risco de internações registrado nos últimos anos, especialmente no Brasil e na Região Nordeste. Para essa etapa da estratégia, a Paraíba recebeu 69.973 doses da vacina contra a dengue do fabricante Takeda, destinadas exclusivamente à administração da primeira dose (D1) na população de 10 a 14 anos. Para garantir o início imediato da vacinação em todo o estado, a SES-PB realizou, nesta quinta-feira (5), o alinhamento técnico com os municípios para, em seguida, começar a distribuição das doses, concluindo nesta sexta-feira (6), assegurando que todos os municípios estejam abastecidos. A medida representa uma ampliação significativa da oferta do imunizante no estado, que passa a contemplar todos os 223 municípios paraibanos. Será realizada, no período de 9 a 27 de fevereiro, uma estratégia estadual de mobilização e intensificação da vacinação contra a dengue, abrangendo todo o território estadual. A ação tem como objetivo ampliar a cobertura vacinal e reduzir o risco de adoecimento, priorizando a vacinação de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A estratégia será encerrada com a realização do Dia D Estadual de Vacinação, no dia 28 de fevereiro, reforçando as ações de mobilização e garantindo maior acesso da população-alvo à vacinação. Anteriormente, apenas 24 municípios ofertavam a vacina contra a dengue, selecionados a partir de critérios epidemiológicos, como municípios de grande porte, com alta transmissão da doença e maior número de casos. Com a nova estratégia, além dos municípios que já realizavam a vacinação, os 199 municípios remanescentes passam a receber o imunizante neste primeiro momento para a administração da primeira dose, garantindo maior equidade no acesso à vacinação em todo o território estadual. Esse cenário reforça a importância de estratégias integradas de prevenção e controle da doença, nas quais a vacinação se soma às ações de vigilância epidemiológica, assistência à saúde e combate ao mosquito Aedes aegypti. De acordo com a Chefe do Núcleo Estadual de Imunizações (NEI) da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Márcia Fernandes, o Ministério da Saúde oficializou a ampliação da vacinação contra a dengue para os demais municípios do País. “Na Paraíba, serão incluídos os 199 municípios remanescentes para iniciar a administração da primeira dose da vacina contra a dengue na população de 10 a 14 anos, exclusivamente. Com isso, a vacinação passa a contemplar os 223 municípios paraibanos”, destacou. Meta de vacinação A chefe do NEI reforçou ainda que a meta é alcançar 90% de cobertura vacinal com o esquema completo, que consiste em duas doses do imunizante. “Essa medida visa a proteção da faixa etária mais vulnerável e reduzir o risco de casos graves de dengue no estado da Paraíba. A imunização é uma das principais estratégias de prevenção, e é fundamental que pais e responsáveis levem crianças e adolescentes para se vacinar e mantenham a caderneta de vacinação atualizada”, alertou. A vacina Takeda contra a dengue ofertada pelo SUS é indicada para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, 11 meses e 29 dias, independentemente de infecção prévia pela doença. O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Nos casos em que o público-alvo tenha apresentado dengue recentemente, é recomendado aguardar seis meses após a infecção para iniciar a vacinação. A SES reforça que a vacinação não substitui as medidas individuais e coletivas de prevenção da dengue, como a eliminação de focos de água parada e o cuidado com os ambientes domiciliares e comunitários. A nova estratégia representa um avanço importante na proteção da população paraibana e integra um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento do enfrentamento às arboviroses no estado. ClickPB/Mônica Melo

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SES-PB amplia vacinação contra a Mpox para novos públicos prioritários

A Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba (SES-PB), em consonância com as orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, ampliou a vacinação contra a Mpox para pessoas vivendo com HIV/Aids, independentemente da contagem de linfócitos CD4, e para usuários da Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP). A ampliação segue as diretrizes nacionais e está condicionada à disponibilidade do estoque de vacinas. De acordo com a chefe do Núcleo de Imunização da SES-PB, Márcia Fernandes, a medida tem como objetivo reforçar a proteção de pessoas com maior risco de evolução para formas graves da doença. “Os serviços de referência já dispõem do cadastro desses usuários, o que facilita o agendamento e a organização da vacinação. O esquema vacinal é composto por duas doses de 0,5 ml, com intervalo de 28 dias entre elas”, destacou. Na Paraíba, a vacina está disponível nos Serviços de Assistência Especializada (SAE) dos municípios de João Pessoa, Campina Grande e Patos, além do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE), em João Pessoa. Confira os locais de vacinação: 1ª Macrorregião – João PessoaCentro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE)Rua Carlos Gomes, nº 35, Torre – João Pessoa/PBTelefone: (83) 3255-8364Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 16h Serviço de Assistência Especializada em HIV/aids (SAE)Rua Alberto de Brito, nº 411, Jaguaribe – João Pessoa/PBTelefone: (83) 3213-7795Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 7h às 16h30 2ª Macrorregião – Campina GrandeServiço de Assistência Especializada em HIV/aids (SAE)Avenida Floriano Peixoto, nº 1.877, Jardim Tavares – Campina Grande/PBTelefone: (83) 3077-0113Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h 3ª Macrorregião – PatosServiço de Assistência Especializada em HIV/aids (SAE)Rua Alto Casteliano, nº 1.352, bairro Maternidade – Patos/PBTelefone: (83) 99875-6127Funcionamento: segunda, quarta, quinta e sexta-feira, das 7h às 13h; terça-feira, das 7h às 13h Sobre a Mpox – A Mpox é uma doença viral transmitida de pessoa para pessoa, com sintomas como febre, cansaço, calafrios, dor de cabeça, dores no corpo, ínguas e lesões na pele. A transmissão ocorre principalmente por contato direto, como beijos, abraços e relações sexuais, além do contato com secreções respiratórias, feridas, bolhas ou objetos recentemente contaminados. Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma unidade de saúde e evitar contato próximo com outras pessoas. Resenha Politika

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Anvisa proíbe produtos à base de alulose, um tipo de adoçante

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, a distribuição, a importação, a propaganda e o uso de produtos à base de alulose, uma espécie de adoçante, da empresa Sainte Marie Importação e Exportação. A medida foi publicada no Diário Oficial da União da última segunda-feira (22). A proibição ocorreu porque a alulose não consta da lista de substâncias autorizadas pela Anvisa para o uso como adoçante ou ingrediente alimentar no Brasil. De acordo com a agência, todos os alimentos ou ingredientes novos, ou seja, sem histórico de consumo no Brasil, devem ser submetidos à aprovação da Anvisa. Na análise técnica, a Anvisa avalia se o processo de fabricação do novo ingrediente ou alimento não induz ou concentra substâncias que façam mal à saúde ou não extrapolam os níveis considerados seguros para a população. Mais PB/Agência Brasil

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Prefeito desmaia em avião e atribui à caneta emagrecedora

O prefeito de Massapê (CE), Ozires Pontes (PSDB), teve uma convulsão seguida de desmaio dentro de um avião, em São Paulo, quando estava preste a viajar aos Estados Unidos. O gestor foi socorrido pela equipe de emergência do aeroporto e depois levado ao Hospital Israelita Albert Einstein. Ozires estava em viagem de férias com a família quando planejavam visitar os parques da Disney, na Flórida. Por causa do problema de saúde, a viagem foi cancelada. O prefeito contou que está utilizando canetas emagrecedoras para a perda de peso e contou que a suspeita é que o mal súbito tenha ocorrido em decorrência do longo período sem comer combinado à exaustão da viagem. “Já perdi 33 quilos, o açúcar no sangue baixa muito, você fica longos períodos sem se alimentar. Já tava há quase 24 horas sem dormir, quase não me alimentando, aí depois levando mala, peguei muito calor em São Paulo, aí junta tudo”, afirmou. Depois do susto, Ozires afirmou que, agora, pretende reduzir o uso da caneta emagrecedora e fazer mudanças na dieta. “Diminuir a potência da injeção, comer mais um pouquinho, só tendo o cuidado de não engordar o que eu emagreci”, afirmou. MaisPB

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Esquizofrenia: o transtorno que levou jovem a entrar no recinto das leoas e atinge mais de 1,6 milhão de brasileiros

Na manhã do último domingo (30) um jovem de 19 anos, identificado como Gerson de Melo Machado, morreu após invadir o recinto das leoas, no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica, em João Pessoa (PB). A família informou que Gerson tinha diagnóstico de esquizofrenia e histórico de parentes com transtornos mentais, mas nunca recebeu acompanhamento psicológico contínuo. O episódio comoveu o país e acendeu o alerta para os cuidados com a saúde mental. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 1,6 milhão de brasileiros sejam diagnosticados com esquizofrenia. Ainda segundo a OMS, normalmente os sintomas começam a se manifestar na adolescência, sendo a terceira maior causa de perda de qualidade de vida entre pessoas de 15 e 44 anos de idade. O neuropsicólogo da Hapvida, Samuel Cavalcanti, explica que a esquizofrenia é um transtorno mental crônico e grave que afeta a forma como uma pessoa pensa, sente e se comporta, levando a uma desconexão com a realidade. Ele afirma que o problema envolve um conjunto de fatores sociais, afetivos e clínicos que precisam ser considerados desde cedo. Segundo ele, a falta de cuidado e afeto na infância, somada à ausência de tratamento contínuo, pode favorecer comportamentos de risco e aumentar a vulnerabilidade de pessoas com sintomas psicóticos. Além disso, no caso específico de Gerson, que era conhecido como Vaqueirinho, havia um histórico familiar ligado à doença: a mãe e a avó eram esquizofrênicas. Segundo o psicólogo, em situações assim, a chance de desenvolver o transtorno varia de 50% a 70%. O especialista explica que a esquizofrenia, quando não tratada, pode levar a perda de noção de realidade e a inserção da pessoa em um mundo fantasioso, diminuindo a percepção de consequências. Preconceito – Samuel Cavalcanti também chama atenção para o preconceito persistente em relação aos transtornos mentais. “Os transtornos estão sendo demonizados. As pessoas escondem, fazem piadas, mas isso só piora. Quando a gente não fala sobre, apenas potencializamos esse transtorno. A esquizofrenia não tem cura, mas tem tratamento. Avaliar, medicar e tratar salva vidas. Quando não damos acesso a isso, estamos levando o paciente para uma morte a curto ou longo prazo”, aponta. O psicólogo também pontua que os mitos e a desinformação atrasam o acesso aos cuidados e podem levar a desfechos graves. “A doença é real, não é brincadeira, não é piada. É importante que quem conhece pessoas com sintomas esquizóides procure ajuda. Quando a gente se cala, a gente cala o outro também”, alerta. Sintomas – Os sintomas da esquizofrenia incluem sintomas psicóticos como alucinações (ouvir vozes, ver coisas que não existem), delírios (crenças falsas, como a de perseguição) e pensamento desorganizado. Também são comuns sintomas negativos, que são a perda de funções normais, como apatia emocional, falta de motivação e dificuldade na comunicação. Outros sintomas incluem déficits cognitivos (problemas de memória e atenção) e comportamento motor desorganizado. Tratamento – O tratamento para a doença geralmente envolve uma abordagem combinada de medicamentos antipsicóticos, psicoterapia e suporte psicossocial (como reabilitação, terapia ocupacional e psicoeducação). Os especialistas afirmam que essa combinação terapêutica tem o objetivo de controlar os sintomas, ajudar o paciente a lidar com a doença, desenvolver habilidades e promover a autonomia e reintegração social. O tratamento deve ser acompanhado por profissionais de saúde e é um processo contínuo.

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4 alimentos que aumentam a pressão sanguínea (além do sal)

A hipertensão arterial atinge mais de um bilhão de pessoas no mundo todo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Ela é um dos principais sinais de que uma pessoa está desenvolvendo uma doença cardíaca. A pressão sanguínea alta, ou hipertensão arterial, diz respeito ao movimento de bombeamento do sangue feito pelo coração. A hipertensão arterial atinge mais de um bilhão de pessoas no mundo todo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). Ela é um dos principais sinais de que uma pessoa está desenvolvendo uma doença cardíaca. Por isso, se não for tratada da maneira correta, ela pode gerar graves complicações, como AVC (Acidente Vascular Cerebral) ou infarto. Pessoas que possuem problema de pressão, ou convivem com quem possui, já sabem que o excesso de sal, por exemplo, eleva bastante a pressão, sendo algo muito prejudicial, principalmente para quem já possui esse problema.

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