Justiça media acordo e garante convocação da 4ª Turma do Concurso da Polícia Civil da PB

A 4ª Turma de aprovados no Concurso da Polícia Civil da Paraíba será convocada para participação no Curso de Formação. A convocação terá início já a partir de dezembro deste ano e a capacitação acontecerá em março/2026. Esta medida foi fruto de acordo firmado em audiência conciliatória, realizada nesta quarta-feira (26), na sede da Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital. Os trabalhos foram mediados pelo titular da unidade judiciária, juiz Antônio Carneiro de Paiva Júnior. Segundo pontuou, o processo de conciliação, especialmente com a Fazenda Pública, mostrou-se muito eficaz, evitando decisões judiciais unilaterais, recursos e longos processos, além de atender de forma mais efetiva ao jurisdicionado. “Os resultados obtidos nesse processo até agora, através da construção de uma solução dialogada, de uma conciliação, só demonstram a força que tem o sistema autocompositivo, sobretudo, com entes da Fazenda Pública. Fiquei muito satisfeito, principalmente, com a resolução da urgência de convocação para a quarta turma. Um cronograma será disponibilizado em breve”, enfatizou o magistrado. A audiência conciliatória contou com a presença do promotor de Justiça Túlio Neves; do procurador-geral Fábio Brito e do procurador do Estado Nícolas Andrade; dos diretores da Academia de Polícia Civil (Acadepol), Maísa Félix e Gerônimo Barreto; bem como do advogado Thiago Furtado.

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Deputado Alexadandre Ramagem teve a prisão preventiva decretada pelo ministro Moraes

O deputado federal Alexandre Ramagem teve a prisão preventiva decretada pelo ministro Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF). O Parlamentar foi visto nos Estados Unidos em um condomínio de luxo, na cidade de North Miami nos últimos dias. Ramagem tinha medidas cautelares impostas pelo STF, como a proibição de se ausentar do país e a determinação de entregar todos os passaportes (nacionais e estrangeiros), em razão das investigações contra o deputado. Investigadores da Polícia Federal (PF) consultados pelo Metrópoles apuram como ocorreu a saída do parlamentar do Brasil. O que se sabe é que ele não está no país desde setembro e que se deslocou até Boa Vista (RR). A PF trabalha para esclarecer se o deputado deixou o Brasil pela Venezuela ou pela Guiana Francesa, que fazem fronteira com a capital roraimense, antes de seguir rumo aos Estados Unidos. O deputado tem passaporte diplomático ativo e válido até 2027. Até o momento, o STF não indicou se a cautelar que o impedia de deixar o Brasil foi derrubada para permitir a viagem aos EUA. A ordem de prisão determinada por Moraes não está relacionada à eventual fuga do parlamentar, apesar do pedido do PSol para que Ramagem fosse preso com base em reportagem do site PlatôBR.

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Justiça suspende eleição da Mesa Diretora da Câmara de Pau dos Ferros; Presidente afirma que o processo foi consensual com os colegas

A Justiça determinou, nesta segunda-feira, 17, a suspensão da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Pau dos Ferros, que estava marcada para amanhã, 18 de novembro de 2025 e escolheria a gestão do biênio 2027–2028. A decisão atende a uma ação popular ajuizada por Alisson Breno da Silva, que alegou que a eleição estava sendo convocada com quase 14 meses de antecedência, o que viola o princípio da contemporaneidade e contraria a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que considera inconstitucional a antecipação desse tipo de pleito. O juiz Rivaldo Pereira Neto entendeu que não havia justificativa para tamanha antecipação e decidiu suspender o processo eleitoral até o julgamento final do caso. Os réus serão citados para apresentar defesa no prazo de 20 dias, e o Ministério Público também será ouvido. A eleição só poderá ocorrer dentro do período permitido pela Constituição e pela orientação do STF, que exige proximidade entre a escolha da Mesa Diretora e o início do mandato. O OUTRO LADO: Em contato com o presidente da Câmara, Jaime de Carvalho, ele afirmou que sua gestão tem sido democrática e baseada no diálogo entre os 13 vereadores que compõem a casa legislativa, independentemente de diferenças partidárias, destacando que a eleição antecipada da Mesa Diretora para 2027/2028 ocorreu por consenso em torno de uma chapa única multipartidária, inclusive com apoio de parte da oposição. Ele ainda reforçou que todas as decisões respeitaram o Regimento Interno e declarou receber a decisão judicial com total respeito, afirmando que isso não afeta sua conduta ética. Por fim, garantiu que seguirá focado na estruturação da Câmara, no desenvolvimento de projetos voltados à população e que conduzirá a eleição no momento adequado.

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STF publica acórdão do julgamento dos recursos de Bolsonaro e demais réus

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta terça-feira, 18, a o acórdão do julgamento dos recursos do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros seis réus no caso da trama golpista. Os quatro integrantes da Primeira Turma votaram pela rejeição dos embargos de declaração. O documento reúne o relatório do processo, as fundamentações dos ministros e oficializa a decisão. É somente após a publicação do acórdão que as defesas podem recorrer novamente.Play Video O julgamento dos primeiros recursos terminou na última sexta-feira, 14, no plenário virtual. Os ministros rejeitaram os requerimentos das defesas por unanimidade. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado contra o patrimônio da União. Outros sete réus também foram condenados pelos mesmos crimes. Próximos passos A partir do dia seguinte da publicação do acórdão, é contado prazo de cinco dias para as defesas dos sete réus apresentarem novos recursos. Se algum réu não recorrer novamente, será decretado o trânsito em julgado, ou seja, o fim oficial do processo, com a determinação do início do cumprimento da pena. Ao menos no caso de Bolsonaro, deve haver novo recurso. Quando deve ocorrer a prisão? Conforme mostrou o Estadão, o cenário mais provável é que o réu seja levado para a Penitenciária da Papuda, em Brasília. Isso deve ocorrer entre o fim deste mês e o início de dezembro. Embora o relator, Alexandre de Moraes, tenha adotado um ritmo acelerado na tramitação dos processos, é necessário obedecer a prazos processuais previstos em lei. A defesa de Bolsonaro tem o direito de apresentar um novo recurso e deve fazer isso. Os chamados embargos infringentes dariam direito a um novo julgamento ao réu.No entanto, para os advogados conseguirem esse benefício, seria necessário que o placar da Primeira Turma tivesse registrado dois votos pela absolvição no julgamento da ação penal, segundo a jurisprudência do STF. Como apenas Luiz Fux votou a favor de Bolsonaro, o recurso deve ser rejeitado. O efeito prático será apenas adiar o início do cumprimento da pena.

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TRE-PB mantém cassação do prefeito de Cabedelo, André Coutinho, e determina novas eleições

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) decidiu, nesta segunda-feira (17), por cinco votos a um, manter a cassação dos mandatos do prefeito de Cabedelo, André Coutinho (Avante), da vice-prefeita Camila Holanda (PP) e do vereador Márcio Alexandre (União), todos eleitos em 2024. O recurso apresentado pela defesa foi rejeitado pelo colegiado. O caso teve como relator o juiz Keops de Vasconcelos Amaral Vieira Pires, que votou pela realização de novas eleições diretas no município. Acompanharam o relator os juízes Rodrigo Clemente, Helena Fialho, Renata Barros e o desembargador Oswaldo Trigueiro Filho. O único voto divergente foi do desembargador Aluízio Bezerra, que argumentou não haver elementos suficientes para sustentar a cassação dos mandatos. A decisão do TRE-PB passará a valer após a análise dos embargos de declaração. Enquanto houver vacância nos cargos de prefeito e vice, o Poder Executivo Municipal será comandado pelo presidente da Câmara Municipal, Edvaldo Neto (Avante).

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Justiça suspende eleição da mesa diretora da Câmara de Pau dos Ferros

A Justiça determinou, nesta segunda-feira, 17, a suspensão da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Pau dos Ferros, que estava marcada para amanhã, 18 de novembro de 2025 e escolheria a gestão do biênio 2027–2028. A decisão atende a uma ação popular ajuizada por Alisson Breno da Silva, que alegou que a eleição estava sendo convocada com quase 14 meses de antecedência, o que viola o princípio da contemporaneidade e contraria a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que considera inconstitucional a antecipação desse tipo de pleito. O juiz Rivaldo Pereira Neto entendeu que não havia justificativa para tamanha antecipação e decidiu suspender o processo eleitoral até o julgamento final do caso. Os réus serão citados para apresentar defesa no prazo de 20 dias, e o Ministério Público também será ouvido. A eleição só poderá ocorrer dentro do período permitido pela Constituição e pela orientação do STF, que exige proximidade entre a escolha da Mesa Diretora e o início do mandato. O OUTRO LADO: Em contato com o presidente da Câmara, Jaime de Carvalho, ele afirmou que sua gestão tem sido democrática e baseada no diálogo entre os 13 vereadores que compõem a casa legislativa, independentemente de diferenças partidárias, destacando que a eleição antecipada da Mesa Diretora para 2027/2028 ocorreu por consenso em torno de uma chapa única multipartidária, inclusive com apoio de parte da oposição. Ele ainda reforçou que todas as decisões respeitaram o Regimento Interno e declarou receber a decisão judicial com total respeito, afirmando que isso não afeta sua conduta ética. Por fim, garantiu que seguirá focado na estruturação da Câmara, no desenvolvimento de projetos voltados à população e que conduzirá a eleição no momento adequado.

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MPE pede cassação da prefeita e do vice de Pendências por compra de votos e abuso de poder.

O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer favorável à cassação dos mandatos da prefeita de Pendências, Lays Helena Cabral de Queiroz, e do vice-prefeito, Gilberto de Oliveira Fonseca, eleitos em 2024. O órgão apontou a existência de provas robustas de compra de votos e abuso de poder político e econômico durante a campanha e no dia da eleição municipal. O documento, assinado pelo promotor Edgard Jurema de Medeiros e juntado aos autos no último dia 10 de novembro de 2025, integra a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE nº 0600359-50.2024.6.20.0047), que tramita na 47ª Zona Eleitoral de Pendências. Segundo o parecer, as irregularidades foram comprovadas por provas documentais, periciais e testemunhais, confirmando duas frentes de ilícitos eleitorais: compra de votos no dia do pleito e compra de apoio político mediante vantagens financeiras e médicas. Compra de votos no dia da eleição De acordo com o Ministério Público, a investigada Raquel Ferreira da Silva, que atuava como fiscal oficial da chapa da candidata Lays Helena, teria oferecido R$ 250 a cada uma das eleitoras Joyce e Juliana Santos em troca de votos (“casadinha” para prefeito e vereador). O esquema, conforme o documento, foi comprovado por atas notariais, comprovantes de PIX e gravações de áudio periciadas. A defesa alegou que os valores se tratavam de empréstimos pessoais, mas o MP descartou essa versão com base nos laudos e nos depoimentos das testemunhas colhidos em audiência, os quais confirmaram a prática de compra de votos no dia da eleição. Compra de apoio e exploração de vulnerabilidade O parecer também destaca o caso da eleitora Joseane Rodriguez, paciente oncológica que teria recebido R$ 1.000 via PIX do coordenador de campanha Igor de Souza Luz, além de promessas de assistência médica e consultas, em troca do apoio político de sua família. Segundo o MP, o ato envolveu ainda o então prefeito Flaudivan Martins Cabral e a secretária municipal de Saúde Ludmylla Rodrigues Martins, ambos parentes da prefeita eleita. Durante audiência, Joseane confirmou em juízo que recebeu os valores e relatou ter sido coagida após demonstrar apoio à candidata adversária. O Ministério Público classificou o episódio como um dos mais graves da investigação, por representar “exploração da vulnerabilidade de uma paciente com câncer em troca de apoio político”. Responsabilidade dos candidatos O parecer conclui que os atos ilícitos foram praticados por pessoas com vínculo direto e hierárquico com os candidatos eleitos, o que caracteriza a anuência e o benefício direto da chapa vencedora. “Os ilícitos foram praticados mediante o uso da estrutura de campanha e da própria máquina pública”, descreve o texto. Diante das provas reunidas, o Ministério Público Eleitoral pediu:

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CPMI: acusado de desenvolver programa para fraudar biometria e assinaturas digitais no INSS tem celular aprendido

Mais um depoente compareceu à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) e não explicou a movimentação financeira de R$ 1,4 bilhão por empresas de tecnologia de informação. Em depoimento nesta segunda-feira (10), o empresário Igor Dias Delecrode não apontou as brechas legais do sistema previdenciário que favoreceram a prática de diversas fraudes contra aposentados e pensionistas. O programador também ficou em silêncio quando indagado sobre o recebimento de R$ 15 milhões em menos de um ano. Com 28 anos de idade e sócio de empresas de TI, Delecrode é acusado de desenvolver um programa para fraudar biometria e assinaturas digitais no INSS. A ferramenta teria dado aparência de legalidade aos descontos feitos por meio de falsificações. Delecrode depôs amparado por um habeas corpus concedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. O empresário teve assegurado o direito de não responder perguntas que pudessem incriminá-lo e de não prestar compromisso de dizer a verdade, entre outros. O advogado do depoente explicou que ainda não teve acesso aos autos dos processos, o que justificou o pedido ao tribunal. No início do depoimento, Delecrode disse apenas que mora em São Paulo e é formado em auditoria financeira. Afirmou ainda que trabalha no ramo de prestação de serviços e pratica atividades de tecnologia e informação como hobby. “Impunidade e riqueza” — Respeitosamente, me manterei em silêncio — respondeu Delacrode aos questionamentos do deputado Alfredo Gaspar (União-AL), que tinha 90 perguntas a fazer ao depoente. O relator ressaltou que Delecrode “meteu a mão com força” em mais de R$ 1,4 bilhão nas fraudes contra aposentados, em trabalho conjunto executado com pelo menos nove entidades. — Ele virou multimilionário, transacionou mais de R$ 15 milhões em menos de um ano com invenção de ferramentas para tirar dinheiro de aposentados e pensionistas. Impunidade, riqueza e tapa na cara do brasileiro. Tem hora que revolta. O que a gente está fazendo aqui? É dinheiro roubado do povo brasileiro e não acontece absolutamente nada. Esse silêncio é a vitória da impunidade. No Brasil, compensa praticar crimes — afirmou Alfredo Gaspar. O relator destacou que Delecrode montou uma organização criminosa que atuou em pelo menos três núcleos criminosos. O trabalho contou com um sofisticado sistema de coleta de dados e verificação de autenticidade, que burlou o sistema de biometria facial a partir da cópia da identidade, em esquema descoberto pela Controladoria-Geral da União (CGU).   — Ele conseguiu uma mágica maior, é o coração tecnológico da safadeza. Juntando tudo que ele participou, obteve mais de R$ 1,4 bilhão. Se o Brasil fosse sério, esse elemento estaria preso. Criou um conglomerado tecnológico, cada associação tinha um sistema de verificação de identidade independente —acusou o deputado. O relator apontou que, além do STF, alguns membros da própria CPMI estariam blindando a convocação de depoentes, o que impediria o aprofundamento das investigações. — O silêncio do depoente é um tapa na cara do povo brasileiro. Ele conseguiu justiça que o brasileiro comum não consegue. O STF está transformando a justiça brasileira em dois degraus, o dos pobres e o dos endinheirados. Deveria estar preso quem autorizou solução provisória no INSS, quem compactuou com essas entidades, todos esses presidentes de associação. E tem gente sendo blindada aqui [na comissão mista] não é só no STF, não, e isso é vergonhoso.  “Cérebro tecnológico” O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse que Delecrode é um “milionário de Ferraris e Lamborghinis sem nunca ter trabalhado na vida, um cérebro tecnológico das organizações criminosas”. Ele ressaltou que o depoente teria desenvolvido um programa para fraudar biometrias e assinaturas digitais, tendo prestado serviço a diversas entidades, algumas das quais obtiveram a adesão fraudulenta de 117 mil aposentados em um mês.

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OPERAÇÃO: TCE-PB realiza nova auditoria simultânea em maternidades públicas da Paraíba

O Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) realiza, nesta terça-feira (11), a Auditoria Coordenada nº 02/2025, com foco no acompanhamento das 20 maternidades públicas inspecionadas em novembro de 2024. A ação integra o Plano Anual de Auditoria (PAA) de 2025, sob a coordenação da Diretoria de Auditoria e Fiscalização (DIAFI), e tem como objetivo avaliar as possíveis mudanças e melhorias nos cenários anteriormente identificados nas unidades hospitalares. A operação iniciou às 8h. Nesta edição, 40 auditores e técnicos de controle externo do TCE-PB estarão mobilizados em 18 municípios, incluindo João Pessoa e Campina Grande, para verificar infraestrutura, recursos humanos, insumos, biossegurança, manejo de resíduos e a qualidade dos serviços prestados a gestantes e recém-nascidos nas maternidades públicas. As 20 maternidades selecionadas respondem por aproximadamente 90% dos nascimentos em instituições públicas da Paraíba. Dessas, 14 são administradas pelo Governo do Estado e 6 por prefeituras municipais. Conforme dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), esses estabelecimentos reúnem cerca de 10.900 profissionais da saúde. O presidente do TCE-PB, conselheiro Fábio Nogueira, destacou a importância da atuação proativa do Tribunal em temas que impactam diretamente a vida da população. “O controle externo cumpre um papel essencial quando atua de forma orientadora e preventiva. As auditorias simultâneas traduzem o compromisso do Tribunal com a boa aplicação dos recursos públicos e, sobretudo, com a proteção da vida e da dignidade da mulher e da criança”, afirmou o presidente.  De acordo com o diretor de Auditoria e Fiscalização, Eduardo Ferreira Albuquerque, o objetivo é oferecer um diagnóstico atualizado sobre as condições dessas unidades e subsidiar o acompanhamento da gestão pelos conselheiros relatores. “A auditoria busca verificar se houve avanços na estrutura e na qualidade do atendimento prestado nas maternidades públicas, contribuindo para a melhoria dos serviços oferecidos à população paraibana”, destacou. Durante a operação, as equipes do TCE-PB preencherão questionários eletrônicos em tempo real, com fotos e registros das condições observadas em cada maternidade. As informações serão transmitidas instantaneamente para o Espaço Cidadania Digital, na sede do Tribunal, onde serão consolidadas em painéis de acompanhamento. Os resultados da Auditoria Coordenada gerarão relatórios parciais e consolidados, com um panorama geral dos achados, além de documentos específicos para cada unidade fiscalizada. Caso sejam identificadas irregularidades, alertas e recomendações poderão ser emitidos aos gestores responsáveis, visando à correção e ao aprimoramento das ações administrativas. A primeira edição da Auditoria Simultânea em Maternidades, realizada em 2024, forneceu um diagnóstico detalhado sobre a estrutura e o funcionamento das unidades hospitalares. Os resultados orientaram o planejamento desta nova etapa, que busca verificar o impacto das medidas corretivas adotadas e a evolução dos indicadores de gestão e atendimento no último ano. A Auditoria Coordenada é uma iniciativa essencial do PAA, voltada à realização de fiscalizações simultâneas sobre temáticas estratégicas relacionadas à atuação do poder público, tanto em âmbito municipal quanto estadual. Entrevista Coletiva – Às 10h30, o presidente do TCE-PB, conselheiro Fábio Nogueira dará entrevista coletiva, no Espaço Cidadania Digital, no hall de entrada do Teatro Facisa, em Campina Grande, para apresentar os primeiros resultados detalhadamente e explicar como o trabalho se desenvolveu e os resultados obtidos. 

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Kamylinha é testemunha de defesa de Hytalo em audiência na Justiça

A influenciadora digital Kamylinha, de 18 anos, prestou depoimento como testemunha de defesa na audiência de instrução do processo que tem o influenciador Hytalo Santos como réu por produção de conteúdo com exploração sexual de crianças e adolescentes. A sessão aconteceu nesta terça-feira (4), no Fórum Criminal de Bayeux, na Grande João Pessoa. Kamylinha ficou conhecida por participar dos vídeos publicados por Hytalo e seu marido, Israel Vicente, nas redes sociais. Segundo a defesa, ela aparece no processo como uma das supostas “vítimas” do casal, mas foi ouvida pela defesa para esclarecer sua versão dos fatos. Durante a audiência, seis testemunhas de defesa e duas de acusação foram ouvidas pelo juiz responsável pelo caso. O teor do depoimento de Kamylinha não foi divulgado, já que o processo corre em segredo de justiça.

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