URGENTE
Mais que futebol: Projeto "Craques do Futuro" transforma a vida de mais de 300 crianças em Uiraúna • Cícero e Efraim se unem na tentativa de gerar o segundo turno, revela jornalista • STJ rejeita habeas corpus e mantém pena de 9 anos, 6 meses e 29 dias para advogado de Sousa condenado na Operação Al-Barã • Operação da PF investiga negociação de apoio eleitoral com facção criminosa • Secretário da Prefeitura de João Pessoa é alvo da PF sob suposto envolvimento com facção criminosa • Paulo Guedes defendeu liberação dos jogos em reunião ministerial de 2020: “Deixa cada um se foder”; veja vídeo • Homem é preso na Paraíba por estupro de vulnerável, e diz ter matado 60 pessoas • Quaest na reta final: Lula tem 39%, Flávio 34%; indecisos caem pela metade e 2º turno fica em 42% a 42% • Lula defende envolver sociedade na escolha de ministros do STF e criar conselho para avaliar indicações • Papa Leão XIV se compromete a acabar com abusos cometidos por padres, diz Vaticano • Mais que futebol: Projeto "Craques do Futuro" transforma a vida de mais de 300 crianças em Uiraúna • Cícero e Efraim se unem na tentativa de gerar o segundo turno, revela jornalista • STJ rejeita habeas corpus e mantém pena de 9 anos, 6 meses e 29 dias para advogado de Sousa condenado na Operação Al-Barã • Operação da PF investiga negociação de apoio eleitoral com facção criminosa • Secretário da Prefeitura de João Pessoa é alvo da PF sob suposto envolvimento com facção criminosa • Paulo Guedes defendeu liberação dos jogos em reunião ministerial de 2020: “Deixa cada um se foder”; veja vídeo • Homem é preso na Paraíba por estupro de vulnerável, e diz ter matado 60 pessoas • Quaest na reta final: Lula tem 39%, Flávio 34%; indecisos caem pela metade e 2º turno fica em 42% a 42% • Lula defende envolver sociedade na escolha de ministros do STF e criar conselho para avaliar indicações • Papa Leão XIV se compromete a acabar com abusos cometidos por padres, diz Vaticano •

Assine nossa Newsletter

Receba as principais notícias diretamente no seu email.

Home › Paraíba › Deputado paraibano cria projeto de campanha para m...

Deputado paraibano cria projeto de campanha para mais adoções de crianças com deficiência

Deputado paraibano cria projeto de campanha para mais adoções de crianças com deficiência

Crianças e adolescentes com deficiência ou doenças graves integram o perfil menos buscado por quem adota. Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontam que das crianças e adolescentes disponíveis para adoção, 12,7% possuem algum tipo de deficiência, mas apenas 4% dos pretendentes aceitam crianças ou adolescentes que tenham essa condição.

Para aumentar as possibilidades dessas adoções, a Lei 1.873/18, de autoria do deputado estadual Jutay Meneses (Republicanos), institui a campanha ‘Adote com Amor’ que visa estimular a adoção de crianças e adolescentes com deficiência ou doenças crônicas.

No Brasil, 33.676 pessoas aguardam na fila para adotar um filho ou filha, sendo 449 pretendentes estão na Paraíba. Já o número de crianças e adolescentes disponível é de 4.305 em todo País (68 no Estado). Além de todos os entraves, um aspecto que dificulta a adoção são as exigências dos futuros pais, que, na maior parte das vezes, buscam padrões nas crianças.

“Esta Lei tem por finalidade promover na sociedade a conscientização da importância de olhar também para as crianças e adolescentes que aguardam por uma família e que possam ser escolhida independente das suas limitações físicas”, explicou Jutay Meneses.

O parlamentar lembra que a Lei 12.955/2014 estabelece prioridade na tramitação dos processos de adoção em que o adotando for criança ou adolescente com deficiência ou com doença crônica.

Conforme a 1ª Vara da Infância e Juventude de João Pessoa, atualmente, o perfil mais procurado de crianças para adoção consiste no sexo feminino, até três anos de idade e branca. A Lei do deputado Jutay busca contribuir para conscientizar os pretendentes a ampliarem o perfil para a adoção de crianças com outras raças, etnias, idades, gênero e algum tipo de deficiência, e a partir disso fazer a fila andar no Brasil e na Paraíba.

A campanha é realizada sempre durante a Semana Estadual da Adoção, no mês de maio, e dispõe de palestras, seminários, orientações com psicólogos, realização de panfletagem e distribuição de cartilhas, orientação sobre o processo de adoção, além da afixação de cartazes em todos os órgãos públicos do Estado.

Jutay destaca que por meio da adoção de crianças e adolescentes com deficiência, é possível depositar esperança na humanidade. “Sabe-se que o processo de adoção requer um preparo tanto para a pessoa adotada quanto para a família que pretende adotar. Porém, ao optar por um indivíduo que possui alguma deficiência, as pessoas mostram que podem e conseguem amar incondicionalmente, sem colocar a vaidade e a perfeição em primeiro lugar”, disse.

Cartilha – O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou um Manual sobre Entrega Voluntária com orientações para subsidiar decisões e amparar um trabalho técnico, ético e contínuo em direção à garantia dos direitos das mulheres e crianças. O trabalho foi desenvolvido pelo Fórum Nacional da Infância e da Juventude, com a colaboração de diversos órgãos públicos e entidades da sociedade civil. A resolução dispõe sobre o adequado atendimento de gestante ou parturiente que manifeste desejo de entregar o filho para adoção e cuida, ainda, da proteção integral da criança.

Dificuldades – Na cabeça dos postulantes à adoção, os maiores impeditivos são questões financeiras, questões relacionadas à falta de tempo e a junção dessas duas variáveis. Um outro aspecto impeditivo para as adoções especiais é a dificuldade de os postulantes entenderem que a adoção é simplesmente uma outra forma de tornar-se pai e mãe de um ser humano tão vulnerável e suscetível a doenças e aos demais problemas quanto eles próprios.

Processo de adoção – O processo de adoção é gratuito e deve ser iniciado na Vara de Infância e Juventude mais próxima de sua residência. A idade mínima para se habilitar à adoção é 18 anos, independentemente do estado civil, desde que seja respeitada a diferença de 16 anos entre quem deseja adotar e a criança a ser acolhida. Nas comarcas em que o novo Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento tenha sido implementado, é possível realizar um pré-cadastro com a qualificação completa, dados familiares e perfil da criança ou do adolescente desejado.

Receba nossas notícias por email

Compartilhar: