Uiraúna estreia com vitória na Copa Janduir Diniz e larga bem na competição

A Seleção de Uiraúna começou com o pé direito sua participação na Copa Janduir Diniz. Na tarde deste sábado (28), a equipe venceu o 08 de Maio, de Jericó, por 2 a 1, em partida disputada no Estádio Wilson da Rocha Formiga, na cidade de Tenente Ananias, no Rio Grande do Norte. O confronto marcou a estreia de Uiraúna na competição, que tem sede única em Tenente Ananias. O adversário vinha embalado após vitória na rodada anterior sobre a seleção de Major Sales, mas não conseguiu segurar o bom desempenho da equipe uiraunense dentro de campo. Com o resultado positivo, a Seleção de Uiraúna ganha confiança para a sequência do torneio. O próximo compromisso já está marcado: será no dia 18 de abril, um sábado, às 16h, contra a equipe de Major Sales. A Copa Janduir Diniz reúne equipes da região e oferece premiação de R$ 7 mil para o campeão e R$ 3 mil para o vice-campeão. Todos os jogos acontecem no Estádio Wilson da Rocha Formiga. A comissão técnica da Seleção de Uiraúna é formada por Bruno Luan, Júnior Guim, Mirandinha e Antônio Gaguinho, que seguem à frente do trabalho na busca por mais resultados positivos na competição. Da Redação – UIRAUNA.NET

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São João do Rio do Peixe estreia mutirão de endoscopias e reduz fila por exames

Na manhã deste sábado (28), o Hospital Municipal João Dantas Rothea (HMCJDR), em São João do Rio do Peixe (PB), realizou o primeiro mutirão de endoscopias digestivas do município, ampliando o acesso a um exame antes obtido só em cidades vizinhas. Foram 16 procedimentos feitos em sequência, com pacientes convocados pela rede básica. A medida encurta esperas e evita deslocamentos cansativos para Cajazeiras ou Sousa, um alívio para famílias que dependem de transporte público. À frente da ação esteve o médico Dr. Wolsey, apoiado pela equipe local de enfermagem e técnicos. Segundo a direção do HMCJDR, o mutirão marca o início de oferta contínua do serviço, que agora entra no calendário regular do hospital. O gestor municipal reforçou que o investimento visa agilidade, cuidado e humanização, pilares do novo momento da saúde pública na cidade.

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Larúcia Sá recebe apoio de presidente da Câmara de Carrapateira e fortalece pré-candidatura a deputada estadual

O cenário político para as eleições estaduais na Paraíba segue em movimento, e o nome da pré-candidata a deputada estadual Larúcia Sá ganha cada vez mais força. Na tarde do último domingo (29), ela recebeu o importante apoio do vereador e presidente da Câmara Municipal de Carrapateira, Galego. A adesão é vista como estratégica e reforça o crescimento do projeto político de Larucia Sá, especialmente no Sertão paraibano. Com forte atuação e diálogo constante com lideranças locais, a pré-candidata vem ampliando sua base de sustentação e consolidando alianças importantes em diversas regiões do estado. Galego destacou a confiança no projeto de Larúcia Sá e afirmou que a pré-candidata representa renovação e compromisso com a população. “Estamos somando forças por um projeto que pensa no desenvolvimento da nossa região e na melhoria de vida do povo paraibano”, pontuou. Por sua vez, LarúciaSá agradeceu o apoio e ressaltou a importância da união de lideranças comprometidas com o futuro da Paraíba. “Recebo esse apoio com muita alegria e responsabilidade. Seguimos firmes, construindo um projeto coletivo, ouvindo a população e buscando soluções para os desafios do nosso estado”, afirmou. Com mais esse reforço político, LarúciaSá segue fortalecendo sua caminhada rumo à Assembleia Legislativa da Paraíba, se consolidando como um nome competitivo na disputa. Fonte: Blog do Silvano Dias

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Hugo Motta projeta força do Republicanos, aposta em até 11 parlamentares na Paraíba

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos–PB), afirmou nesta sexta-feira (27) que o partido trabalha para repetir o desempenho eleitoral de 2022 na Paraíba, com a eleição de oito deputados estaduais e três federais no pleito no pleito de 4 de outubro. Segundo o parlamentar, a sigla busca manter a posição de destaque no cenário político estadual, com forte presença tanto na Assembleia Legislativa quanto na bancada federal. “Republicanos conseguiu repetir 50 prefeitos eleitos, inúmeros vereadores, queremos manter a nossa realidade e o feito de 2022 de 8 deputados estaduais e 3 federais, de 12 parlamentares. A expectativa é que consigamos repetir o feito de ser o maior partido na Assembleia e entre os federais”, afirmou durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM. Resenha Politika

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Aneel mantém bandeira verde e conta de luz não terá aumento

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, nesta sexta-feira (27), a manutenção da bandeira tarifária verde durante todo o mês de abril. Com a decisão, os consumidores brasileiros permanecem isentos de custos adicionais na conta de luz, mantendo o cenário observado desde o início de janeiro. A manutenção da bandeira é resultado do volume de chuvas registrado em março, que garantiu níveis satisfatórios nos reservatórios das hidrelétricas. Esse panorama permite uma geração de energia eficiente, reduzindo a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, que possuem custo de produção mais elevado. Entenda o Mecanismo Implementado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias funciona como um sinalizador do custo real da energia no país. A classificação (verde, amarela ou vermelha) varia de acordo com: Mesmo com o cenário positivo, a agência reforça a importância do uso consciente e responsável de energia elétrica, destacando que evitar o desperdício contribui diretamente para a sustentabilidade do setor. MaisPB/Agência Brasil

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Datafolha: Lula supera Flávio Bolsonaro entre eleitores de centro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) entre eleitores que se autoidentificam como de centro (posição 4 numa escala de 1 a 7) nos cenários de primeiro turno testados pelo Datafolha no início de março de 2026. Num dos cenários sem Ratinho Junior, Lula tem 31% e Flávio, 17%, seguidos por Romeu Zema (Novo), com 9%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 6%. A margem de erro é de cinco pontos porcentuais. A pesquisa também mostra que, na espontânea entre eleitores de centro, 15% citam Lula, 2% Flávio e 2% Jair Bolsonaro (PL). No segundo turno entre Lula e Flávio nesse grupo, Lula marca 41% e Flávio 32%, com empate técnico; 24% votariam em branco e 3% não sabem. No eleitorado total, Lula também lidera Flávio no primeiro turno por cinco ou seis pontos, e os dois ficam tecnicamente empatados no segundo turno (46% para Lula e 43% para Flávio). Já entre os que não se identificam nem como bolsonaristas nem como petistas (posição 3 numa escala de 1 a 5), Lula e Flávio também empatam tecnicamente no primeiro e no segundo turno (40% a 35%), com alta proporção de brancos (23%). Em rejeição, eles também ficam próximos: no centro, 45% dizem que não votariam em Lula e 51% em Flávio; entre os não alinhados, 48% rejeitam Lula e 50% rejeitam Flávio. A pesquisa foi feita entre os dias 3 e 5 de março, com 2.004 entrevistas em 137 municípios. Est registrada no TSE sob o número BR-03715/2026. InfoMoney/Estadão Conteúdo

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AtlasIntel: Flávio Bolsonaro avança além do núcleo duro e amplia competitividade

O avanço de Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial de 2026 ocorre com mudança no perfil de sua base eleitoral. A comparação entre fevereiro e março da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (25) indica que o senador ampliou apoio em segmentos que vão além do núcleo tradicional do bolsonarismo. No agregado, Flávio passou de 37,9% para 40,1% das intenções de voto no primeiro turno. O movimento é consistente com a maior exposição de sua pré-candidatura, mas os dados mostram que o crescimento não ficou restrito ao eleitor já alinhado ao ex-presidente. Entre jovens de 16 a 24 anos, o senador avançou de 29,4% para 37,1%. O salto sugere maior penetração em um grupo que costuma responder a fatores conjunturais e tende a ser menos fiel a candidaturas estabelecidas. Esse avanço reduz uma vantagem histórica do campo progressista nesse recorte. Na faixa de 25 a 34 anos, Flávio sai de 40,5% para 41,8%, consolidando presença entre adultos jovens. Já entre 35 e 44 anos, a variação é menor, indicando que parte desse eleitorado já estava mais definida desde rodadas anteriores. O crescimento mais relevante ocorre na renda intermediária. Entre eleitores que recebem de R$ 5 mil a R$ 10 mil, Flávio sobe de 32,6% para 40,8%. O movimento sugere maior aderência em um segmento sensível a temas econômicos e percepção de desempenho do governo. Na faixa de R$ 3 mil a R$ 5 mil, também há avanço, de 41,1% para 42,8%. Entre os mais pobres, o desempenho se mantém elevado. Flávio registra 46,1% entre quem ganha até R$ 2 mil, praticamente estável em relação a fevereiro, o que indica retenção de um eleitorado que passou a dividir espaço com Lula nos últimos meses. O recorte religioso reforça essa expansão. Entre evangélicos, o senador amplia vantagem, passando de 61,2% para 65,4%. Já entre católicos, cresce de 31,9% para 35,2%, reduzindo a distância em um grupo onde Lula ainda tem desempenho superior. Regionalmente, o avanço ocorre em áreas decisivas. No Sudeste, Flávio sobe de 41,9% para 45,4%, região com maior peso eleitoral. No Nordeste, cresce de 31,8% para 34,2%, movimento que, embora insuficiente para liderar, indica redução de desvantagem em um dos principais redutos do PT. A leitura dos dados sugere mudança qualitativa no crescimento do senador. Em vez de depender apenas da transferência direta de votos do ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio passa a ganhar terreno em segmentos mais amplos, o que aumenta sua competitividade no segundo turno. Esse padrão reduz o risco de estagnação da candidatura e cria pressão adicional sobre Lula, que mantém liderança no primeiro turno, mas enfrenta maior disputa em grupos onde historicamente tinha vantagem mais confortável. O levantamento ouviu 5.028 pessoas entre os dias 18 e 23 de março, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%. InfoMoney/Marina Verenicz

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Alckmin afirma que deixará Ministério do Desenvolvimento no dia 2 de abril

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou que deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços no dia 2 de abril para se dedicar às eleições. Ele seguirá como vice-presidente até o fim do mandato. Ainda não está definido se Alckmin seguirá como vice do presidente Lula (PT) em sua chapa à reeleição em outubro ou se irá concorrer a outro cargo, mas para disputar qualquer cargo ele precisa se desincompatibilizar da função de ministro, de acordo com a Lei Eleitoral. — Cumprindo a legislação, vice-presidência não tem desincompatibilização, mas do ministério tem. Então, a data é 4 de abril, mas dia 3 é sexta-feira santa… então provavelmente dia 2. — falou durante evento da Confederação Nacional da Indústria, em São Paulo, sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia. Indagado sobre seu futuro político, Alckmin apenas afirmou que “o presidente define”. Na noite desta sexta, Alckmin participou da filiação de Simone Tebet ao PSB, que vai concorrer ao Senado por São Paulo. — Vamos ter, este ano, uma escolha entre quem respeita o povo e quer democracia e quem gosta de ditadura, que é mandar no povo — declarou Alckmin no evento, que ocorreu na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Há algumas semanas, Lula sinalizou que Alckmin também poderia ser candidato ao Senado na chapa de Fernando Haddad (PT) na eleição paulista. O vice-presidente, porém, deseja ficar no cargo de vice-presidente. Dirigentes do PSB optaram por não rebater publicamente o assunto, mas admitem, sob reserva, que o presidente tensiona a relação e gera certa pressão e constrangimento com Alckmin. Isso porque, segundo interlocutores, o presidente nacional da sigla, João Campos, prefeito de Recife, já deixou claro a Lula que o único ponto não negociável da aliança eleitoral passa pela manutenção do vice-presidente no cargo. O partido, nesse sentido, não pretende criar empecilhos para a segunda vaga ao Senado em São Paulo, nem pela composição com Haddad, assim como se coloca à disposição para impulsionar a campanha paulista do PT. Mas, segundo afirmam essas fontes consultadas pelo GLOBO, a alternativa de Alckmin, caso seja preterido em nome de uma articulação com uma sigla do Centrão, como o MDB, seria “voltar para casa”, e não encarar as urnas para outra função pública. InfoMoney/Agência O Globo

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Parlamentares denunciam relator da CPI do INSS à PF por estupro

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) enviaram à Polícia Federal, nesta sexta-feira, 27, pedido de investigação contra o relator da CPI do INSS, Alfredo Gaspar (PL-AL), por estupro e tentativa de suborno. A acusação foi feita enquanto Gaspar lia seu relatório final da CPI com proposta de indiciamento de mais de 200 pessoas, entre elas um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em resposta, o parlamentar afirmou que a acusação partiu de um caso ocorrido com um primo seu, que, aos 15 anos, teria se relacionado com uma mulher e gerado uma criança, hoje com oito anos. Ou seja, disse que a suposta acusação não tinha relação alguma com ele mesmo. “As acusações recentemente levantadas por Lindbergh Farias e Soraya Thronicke são falsas, levianas e absolutamente irresponsáveis. Trata-se de uma tentativa clara de desviar o foco das graves investigações conduzidas pela CPMI do INSS, por meio de ataques pessoais e narrativas sem qualquer respaldo na realidade”, disse Gaspar em nota. A notícia da acusação provocou tumulto na CPI e a sessão chegou a ser interrompida para que o relator pudesse se defender. A deputada Bia Kicis (PL-DF) foi uma das que se solidarizou com o relator e criticou a conduta da senadora Soraya. “Sirigaita”, disse a deputada. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) reclamou que o regimento não permite esse tipo de tratamento e pediu a retirada dos anais da CPI a palavra de Kicis. “Vou repetir: sirigaita, sirigaita”, insistiu a deputada. O presidente da CPI, senador Carlos Viana, determinou que a expressão fosse apagada dos registros da comissão. Lindbergh e Soraya convocaram uma entrevista, em que afirmaram ter recebido a informação sobre o suposto crime há dois dias. Afirmaram ter “fortes indícios”, mas não provas, e reforçaram que cabe às autoridades investigar. A senadora chegou a pedir para que as pessoas evitem “pré-julgamentos”. Segundo eles, o caso teria ocorrido há cerca de nove anos em Alagoas, Estado de origem do relator da CPI, e a vítima seria uma menina com 13 anos na época dos fatos. O caso veio à tona após Lindbergh chamar Gaspar de “estuprador” em discussão durante sessão realizada na manhã do mesmo dia. Em resposta, o relator se referiu ao petista como “corrupto” e “ladrão”. Além da relação sexual não consentida, o perpetrador do crime teria ainda tentado subornar familiares da vítima para evitar a oficialização de uma denúncia. Para isso teriam sido pagos duas parcelas, uma de R$ 70 mil e outra de R$ 400 mil. Gaspar procurou a mulher que, segundo ele, é a filha da vítima a que os parlamentares que o acusam se referem. Ela gravou um vídeo em que explica ser filha de um primo do parlamentar, que a reconheceu e paga pensão para a neta. Gaspar protocolou queixa formal contra Soraya e Lindbergh no Conselho de Ética. Também pediu desculpas à mulher e às filhas pelas declarações contra ele. “Graças a Deus não tenho filho fora do casamento, não tenho amante, nunca mantive relação sexual em Brasília, nem com a minha mulher porque ela vem muito pouco aqui, eu venho para o Congresso e volto para casa.” Parlamentares se solidarizaram com Gaspar e rechaçaram as denúncias. O vice-presidente da comissão, Duarte Jr. (PSB-MA), foi um deles, embora não faça parte da oposição ao governo Lula. “Inicio minha fala somando a minha solidariedade ao relator. Agora há pouco eu vi sua mãe fazendo contato, a sua esposa? E realmente a gente percebe que essa briga político-partidária tem que ter um certo limite”, disse Duarte Jr. Correio Braziliense/Agência Estado

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Restrições de acesso a dados do Coaf atingem CPIs

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estabeleceu, nessa sexta-feira, seis requisitos obrigatórios para que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) forneça Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) a órgãos de persecução penal e administrativa, sob pena de nulidade das provas obtidas. A partir de agora, o acesso aos RIFs só será permitido mediante a existência de um inquérito ou procedimento investigatório formalizado, com a identificação clara do investigado e a apresentação do ato de instauração. As exigências de fundamentação estendem-se também ao Poder Judiciário e às CPIs, que não podem requisitar dados para procedimentos preliminares, como “Notícias de Fato” ou sindicâncias não punitivas. Com isso, busca-se garantir que o sigilo financeiro seja quebrado apenas dentro de um contexto probatório robusto e justificado. O objetivo central é conter o uso desvirtuado desses relatórios, para fins de extorsão e constrangimento, prática descrita por autoridades como uma “epidemia” de investigações informais. “É precisamente em hipóteses dessa natureza que se impõe a atuação desta Suprema Corte, não para inviabilizar a persecução penal legítima, mas para assegurar que instrumentos de natureza excepcional não sejam convertidos em mecanismos ordinários de investigação indiscriminada”, destacou o magistrado no documento. Segundo o ministro, os RIFs não são “documentos administrativos comuns”, mas “produtos de inteligência estatal qualificada” que revelam padrões de comportamento econômico e produzem “impacto significativo na esfera da privacidade”. A autoridade solicitante deve demonstrar a necessidade concreta do acesso, ficando proibida a utilização de dados para fins genéricos ou exploratórios. A nova diretriz veda expressamente a chamada “pesca probatória” (fishing expedition), determinando que o relatório não pode ser a medida inicial ou única de uma investigação. “Determinados agentes estatais valiam-se do acesso a relatórios de inteligência financeira para identificar pessoas físicas e jurídicas com movimentação financeira relevante, instaurando, a partir daí, apurações informais ou clandestinas, desprovidas de lastro procedimental mínimo, fenômeno descrito nos autos como verdadeiras ‘investigações de gaveta’”, explicou. A urgência da liminar se fundamentou em fatos recentes revelados pela Operação Bazar. Segundo os autos, agentes estatais utilizavam RIFs à margem da lei para identificar alvos e iniciar as citadas investigações informais. Esses relatórios eram usados como instrumentos de pressão e extorsão, violando a “intimidade financeira e a autodeterminação informacional” dos cidadãos. Moraes ressaltou que o acesso indevido causa “violação irreversível”, pois não é passível de “reparação plena a posteriori”. O magistrado concluiu que a ausência de balizas claras permitiu a “normalização do uso de instrumentos de inteligência financeira como meio de prospecção patrimonial indiscriminada”. InfoMoney/Iago Mac Cord

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