Prefeita Benzetacil: População bate forte na gestão de Pau dos Ferros

A denúncia publicada pelo Diário do RN sobre a compra de medicamentos pela Prefeitura de Pau dos Ferros desencadeou reações negativas nas redes sociais sobre a prefeita Marianna Almeida (PSD). Nos comentários feitos em postagens do jornal no Instagram, internautas manifestaram desconfiança, ironia e críticas diretas à gestão municipal, sobretudo em relação ao volume de medicamentos adquiridos para um município com cerca de 30 mil habitantes e à relação política da prefeita com o prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra (UB). As manifestações do público têm, em sua maioria, tom negativo. Comentários associam a compra de grandes quantidades de Benzetacil e Dexametasona à ideia de descontrole administrativo, levantam suspeitas de irregularidades e pedem a atuação da Polícia Federal. Expressões como “tem que ser investigada”, “nesse angu tem caroço” e “farinha do mesmo saco” se repetem, além de menções diretas à semelhança entre o modelo de contratação adotado em Pau dos Ferros e aquele investigado em Mossoró no âmbito da Operação Mederi. Parte dos comentários também ironiza o volume de Benzetacil adquirido, medicamento utilizado no tratamento da sífilis no SUS, com referências jocosas a uma suposta “cidade infectada”. Outros usuários apontam que o apoio político declarado de Marianna Almeida a Allyson Bezerra explicaria, na visão deles, a adoção do mesmo modelo de compra, conhecido como a chamada “matemática de Mossoró”. O apoio de Marianna Almeida ao pré-candidato ao Governo foi anunciado no dia 13 de fevereiro, em encontro dos partidos aliados do União Brasil e PP. Até então, a prefeita integrava base de Fátima Bezerra (PT). Há ainda manifestações que defendem a prefeita, embora em número significativamente menor, classificando-a como “boa gestora” e atribuindo a polêmica a disputas políticas. A denúncia do Diário do RN aponta que, em 2025, a Prefeitura de Pau dos Ferros destinou R$ 62,4 milhões para a área da saúde. Dentro desse montante, chamou atenção o contrato firmado com a empresa Dismed, que faturou R$ 376,2 mil apenas neste ano. A contratação ocorreu por adesão a uma ata de registro de preços originalmente gerenciada pela Prefeitura de Mossoró, modelo que vem sendo questionado por envolver volumes e valores considerados elevados para municípios de menor porte. As notas fiscais vinculadas ao contrato indicam a compra de 29 mil ampolas de Benzetacil 1.200.000 UI, ao custo aproximado de R$ 152 mil, além de 45 mil ampolas de Dexametasona. Distribuídos ao longo do ano, os números correspondem a uma média de cerca de 80 ampolas de Benzetacil por dia e 123 de Dexametasona, quantitativos que motivaram questionamentos sobre a compatibilidade das compras com a demanda real da rede municipal de saúde. Embora o preço unitário do medicamento tenha apresentado redução em relação a compras anteriores, a denúncia destaca que o principal ponto de atenção não é o valor, mas o volume adquirido e a origem da ata de registro de preços. No âmbito da Operação Mederi, a Polícia Federal apura, em outros municípios, incluindo Mossoró, supostas fraudes em licitações, cobrança de propina e até a não entrega de medicamentos adquiridos com recursos públicos. Até o momento, a Prefeitura de Pau dos Ferros não é alvo de investigação da Polícia Federal. Ainda assim, a repercussão intensa nas redes sociais evidencia um aumento da pressão política sobre a prefeita. O Diário do RN buscou Marianna Almeida para obter a versão dela sobre o assunto, mas não obteve resposta até o fechamento da edição. Diário do RN

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Prefeitura Empurra Dívida de R$ 8 milhões, Repete rombo ano após ano e cai no discursoEssa conta vai chegar pra quem?

A gestão da prefeita Marianna Almeida encerrou o primeiro mandato acumulando despesas sem a devida cobertura financeira e iniciou o segundo repetindo o mesmo cenário de desequilíbrio. Dados oficiais do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN), por meio dos Relatórios Resumidos da Execução Orçamentária (RREO), apontam que a Prefeitura de Pau dos Ferros vem transferindo passivos de um exercício para o outro. Em 2024, último ano do primeiro mandato, foram liquidados R$ 142.676.971,49 em despesas. No entanto, o total efetivamente pago foi de R$ 138.454.469,18. A diferença resultou em um passivo(Dívida) de R$ 4.222.502,31, valor que foi empurrado para o exercício seguinte. Já em 2025, primeiro ano do segundo mandato, o quadro se agravou. Ao longo do ano, a gestão empenhou R$ 165.038.895,46 e liquidou R$ 159.509.189,16, mas pagou apenas R$ 151.372.365,25. A diferença gerou um novo saldo negativo superior a R$ 8 milhões, novamente transferido para o exercício seguinte. Os números oficiais contrastam com o discurso de responsabilidade fiscal e acendem um alerta não apenas para os órgãos de controle, mas também para a população. O acúmulo de dívidas compromete a capacidade de investimento, pressiona o orçamento municipal e limita a manutenção e ampliação dos serviços públicos. Enquanto isso, o município segue convivendo com contas que não fecham e com a repetição de um modelo administrativo que, segundo os dados oficiais, tem recorrido ao adiamento de obrigações financeiras como prática recorrente. Até quando a prefeita através das suas redes sociais vai máscara uma realidade que pau dos ferros não é, e nunca será na sua gestão? Os dados falam por se, como alguém em dívida vai prosperar? E não estamos falando, ainda, de CPF de ninguém. E sim da instituição Prefeitura de Pau dos Ferros. Uma hora a conta do CPF Chega! 📌 Informação baseada em dados públicos do TCE-RN. TRIBUNA PAUFERRENSE

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Júri de homem acusado de atropelar e matar mulher em Pau dos Ferros será nesta quarta-feira (25)

O tribunal do júri se reunirá nesta quarta-feira (25) em Pau dos Ferros para o julgamento de Roberto Simões de Araújo, acusado de atropelar e matar Maria do Socorro Morais, após retornar de uma festa na cidade de Rafael Fernandes em 21 de outubro de 2018. RESUMO DOS FATOS PROVAS E TESTEMUNHAS MANIFESTAÇÕES E SEGURANÇA O julgamento será realizado na 3ª Vara da Comarca de Pau dos Ferros e é esperado que seja um dia de grande emoção e expectativa para a família da vítima e a comunidade local.

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Marianna Almeida transforma Pau dos Ferros na terra da Benzetacil

A Prefeitura de Pau dos Ferros, sob a gestão Marianna Almeida (PSD), destinou R$ 62.415.591,75 para a área da saúde em 2025, conforme dados oficiais da execução do portal da transparência municipal. Dentro desse volume de recursos, contratos para aquisição de medicamentos passaram a chamar atenção, especialmente o firmado com a empresa Dismed, alvo da Operação Mederi, que investiga possíveis irregularidades no fornecimento de medicamentos ao poder público. Somente em 2025, a Dismed faturou R$ 376.210,70 da Prefeitura de Pau dos Ferros, valor referente ao fornecimento de medicamentos à rede municipal de saúde. O contrato foi firmado por meio de adesão à Ata de Registro de Preços do Pregão/Adesão nº 1/2025, procedimento encerrado com valor global estimado em R$ 592.639,00, segundo o Portal da Transparência do município. A contratação ocorreu pela Secretaria Municipal de Saúde, com recursos de transferências federais do Sistema Único de Saúde (SUS), destinadas à manutenção das ações e serviços públicos de saúde. Os dados disponíveis indicam que a adesão à ata teve como objetivo a aquisição de medicamentos injetáveis para atender as Unidades Básicas de Saúde de Pau dos Ferros. A ata utilizada foi originalmente gerenciada pela Prefeitura de Mossoró, modelo que passou a ser conhecido regionalmente como a chamada “matemática de Mossoró”, em referência a contratações com volumes e valores considerados elevados quando comparados à realidade dos municípios aderentes, além da suposta cobrança de propina pelo prefeito Allyson Bezerra (UB), investigada pela Polícia Federal. Somente em 2025, a Dismed faturou R$ 376.210,70 da Prefeitura de Pau dos Ferros, valor referente ao fornecimento de medicamentos à rede municipal de saúde. As quantidades descritas em notas fiscais vinculadas ao contrato, no entanto, destoam da realidade do município, que possui cerca de 30 mil habitantes. Entre os itens adquiridos constam 29 mil ampolas de Benzetacil 1.200.000 UI, ao custo de R$ 152 mil, além de 45 mil ampolas de Dexametasona. Quando os números são distribuídos ao longo do ano, a desproporção se torna ainda mais evidente. O volume de Benzetacil registrado nas notas fiscais corresponderia, em média, a 2.416 ampolas por mês ou aproximadamente 80 ampolas por dia. Já no caso da Dexametasona, a média seria de 3.750 ampolas mensais ou cerca de 123 ampolas por dia. O medicamento aparece ainda com preços distintos observada em outras compras públicas. Conforme registros do Portal da Transparência, o município adquiriu o medicamento ao custo unitário de R$ 9,19 em 2023 na mesma empresa. Dois anos depois, em 2025, o mesmo medicamento foi comprado, através de ata de registro de preços da Prefeitura de Mossoró, ao valor unitário de R$ 5,25, resultando em uma redução de quase 100% no valor adquirido. No âmbito da Operação Maderi, foi constatado, pela Polícia Federal, que empresas fornecedoras descumpriram contratos, deixando de entregar as medicações adquiridas pelo poder público, a disparidade dos preços no intervalo de dois anos chama a atenção. A questão não era o valor, mas o volume da compra e a ausência da entrega do medicamento. A Prefeitura de Pau dos Ferros não é ainda alvo de investigação da PF. A situação ganha ainda mais relevância diante do papel da Benzetacil. No SUS, o medicamento é considerado o tratamento padrão ouro para a sífilis, sendo amplamente utilizado na rede pública, inclusive no combate à sífilis congênita, em gestantes e seus parceiros. O caso chama atenção também pelo fato de a Dismed integrar o rol de empresas investigadas na Operação Mederi, o que reforça a necessidade de acompanhamento e apuração por parte dos órgãos de controle, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas. As diferenças de preços, os volumes contratados e a origem da ata de registro de preços reacendem o debate sobre transparência, planejamento e uso racional dos recursos públicos destinados à saúde no município de Pau dos Ferros. Diário do RN/Carol Ribeiro

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Sanfoneiro pau-ferrense Anízio Jr passa por crises e é hospitalizado em Sousa/PB, para retirada de pedras na vesícula

O cantor e sanfoneiro pau-ferrense Anizio Jr. está hospitalizado e passará por cirurgia após ser diagnosticado com pedras na vesícula e nos rins. De acordo com as informações postadas pelo próprio artista, desde a última quinta-feira, 15, ele estava se queixando de fortes dores abdominais e buscou atendimento médico para lidar com as fortes dores, enquanto aguardava a conclusão dos exames. Mesmo com o quadro delicado, Anizio Jr. cumpriu a agenda de shows do fim de semana, sob o efeito de medicamentos e com acompanhamento médico, reforçando que não se apresentaria caso não tivesse condições clínicas. Após uma série de exames laboratoriais e de imagem, foi confirmada a presença dos cálculos e o procedimento para retirada das pedras na vesícula foi marcado para esta segunda-feira, 19, no Hospital Santa Terezinha, em Sousa/PB. Após este procedimento, o músico iniciará o tratamento dos cálculos nos rins. Ainda através das redes sociais, Anizio Jr. agradeceu o apoio de familiares, amigos e profissionais de saúde, destacando o atendimento que recebeu nos Hospitais Centenário e Regional, em Pau dos Ferros: “Muito obrigado a toda a equipe que me atendeu e a todos os familiares e amigos que estiveram comigo”. Portal Erickson Queiroz

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Justiça suspende eleição da Mesa Diretora da Câmara de Pau dos Ferros; Presidente afirma que o processo foi consensual com os colegas

A Justiça determinou, nesta segunda-feira, 17, a suspensão da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Pau dos Ferros, que estava marcada para amanhã, 18 de novembro de 2025 e escolheria a gestão do biênio 2027–2028. A decisão atende a uma ação popular ajuizada por Alisson Breno da Silva, que alegou que a eleição estava sendo convocada com quase 14 meses de antecedência, o que viola o princípio da contemporaneidade e contraria a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que considera inconstitucional a antecipação desse tipo de pleito. O juiz Rivaldo Pereira Neto entendeu que não havia justificativa para tamanha antecipação e decidiu suspender o processo eleitoral até o julgamento final do caso. Os réus serão citados para apresentar defesa no prazo de 20 dias, e o Ministério Público também será ouvido. A eleição só poderá ocorrer dentro do período permitido pela Constituição e pela orientação do STF, que exige proximidade entre a escolha da Mesa Diretora e o início do mandato. O OUTRO LADO: Em contato com o presidente da Câmara, Jaime de Carvalho, ele afirmou que sua gestão tem sido democrática e baseada no diálogo entre os 13 vereadores que compõem a casa legislativa, independentemente de diferenças partidárias, destacando que a eleição antecipada da Mesa Diretora para 2027/2028 ocorreu por consenso em torno de uma chapa única multipartidária, inclusive com apoio de parte da oposição. Ele ainda reforçou que todas as decisões respeitaram o Regimento Interno e declarou receber a decisão judicial com total respeito, afirmando que isso não afeta sua conduta ética. Por fim, garantiu que seguirá focado na estruturação da Câmara, no desenvolvimento de projetos voltados à população e que conduzirá a eleição no momento adequado.

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Justiça suspende eleição da mesa diretora da Câmara de Pau dos Ferros

A Justiça determinou, nesta segunda-feira, 17, a suspensão da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Pau dos Ferros, que estava marcada para amanhã, 18 de novembro de 2025 e escolheria a gestão do biênio 2027–2028. A decisão atende a uma ação popular ajuizada por Alisson Breno da Silva, que alegou que a eleição estava sendo convocada com quase 14 meses de antecedência, o que viola o princípio da contemporaneidade e contraria a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que considera inconstitucional a antecipação desse tipo de pleito. O juiz Rivaldo Pereira Neto entendeu que não havia justificativa para tamanha antecipação e decidiu suspender o processo eleitoral até o julgamento final do caso. Os réus serão citados para apresentar defesa no prazo de 20 dias, e o Ministério Público também será ouvido. A eleição só poderá ocorrer dentro do período permitido pela Constituição e pela orientação do STF, que exige proximidade entre a escolha da Mesa Diretora e o início do mandato. O OUTRO LADO: Em contato com o presidente da Câmara, Jaime de Carvalho, ele afirmou que sua gestão tem sido democrática e baseada no diálogo entre os 13 vereadores que compõem a casa legislativa, independentemente de diferenças partidárias, destacando que a eleição antecipada da Mesa Diretora para 2027/2028 ocorreu por consenso em torno de uma chapa única multipartidária, inclusive com apoio de parte da oposição. Ele ainda reforçou que todas as decisões respeitaram o Regimento Interno e declarou receber a decisão judicial com total respeito, afirmando que isso não afeta sua conduta ética. Por fim, garantiu que seguirá focado na estruturação da Câmara, no desenvolvimento de projetos voltados à população e que conduzirá a eleição no momento adequado.

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Prefeita de Pau dos Ferros vai à China com diárias de R$ 20 mil, viagem é bancada com dinheiro público municipal

Uma portaria publicada pela Secretaria de Governo de Pau dos Ferros, datada de 10 de outubro de 2025, causou indignação aos cidadão pau-ferrenses. O documento autoriza o pagamento de R$ 20 mil em diárias à prefeita Marianna Almeida para uma viagem à China, entre os dias 12 e 22 de outubro, com o pretexto de participar da “Feira de Cantão” e de uma suposta “agenda paradiplomática”. O que mais chama atenção, e gera revolta, é que, segundo informações, a viagem teria sido a convite do vice-governador do Rio Grande do Norte. Ou seja, trata-se de um evento de interesse estadual, mas quem vai bancar as despesas é a própria prefeitura de Pau dos Ferros. Em resumo: uma viagem de interesse político, paga com o dinheiro do povo pau-ferrense. Cada diária da prefeita custará R$ 2.000,00, valor muito acima do que é pago normalmente. Em um momento em que trabalhadores municipais reivindicam direitos, como o pagamento do adicional de insalubridade dos garis, a decisão da gestão soa como um deboche à população. A portaria não apresenta qualquer comprovação de convite oficial, agenda pública detalhada ou benefício concreto que o município possa obter com essa viagem. A justificativa genérica de “agenda paradiplomática” não convence e dá margem à interpretação de que se trata de uma viagem de luxo, férias travestida de compromisso institucional. Enquanto a cidade enfrenta problemas básicos, como falta de água pra beber em unidades de saúde, atrasos de benefícios trabalhistas e críticas à ineficiência de serviços públicos, como da saúde a prefeita embarca em uma viagem internacional bancada com recursos municipais. Para muitos moradores, a situação reflete o descompromisso da gestão com as prioridades da cidade, uma gestão que, ao que parece, prefere fazer turismo diplomático com o dinheiro do contribuinte, enquanto servidores e cidadãos ficam à margem. Afinal, como justificar R$ 20 mil em diárias para “representar” um município que luta por serviços básicos? O silêncio da gestão só reforça a sensação de que essa viagem tem mais cara de férias do que de compromisso público. Em outras gestões, já se chegou a esse total de diárias? Impossível! TRIBUNA PAUFERRENSE

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Em Pau dos Ferros, prefeita cria secretaria para nomear nova namorada

A prefeita Marianna Almeida assinou, nesta quinta-feira, 18 de setembro, a portaria que cria a Secretaria Municipal da Mulher e, imediatamente, nomeou para comandá-la sua atual namorada, Lunária de Lima Cavalcante. O fato caiu como surpresa na cidade. Em um município que convive com filas na saúde, escolas precisando de reparos e buracos tomando conta das ruas, a criação de mais uma secretaria, com cargos, salários e estrutura própria, soa, para muitos, como desperdício de dinheiro público. É a segunda neste ano, após a criação da Secretaria de Comunicação no início do mandato. A escolha de Lunária acendeu ainda mais a indignação popular. Não é a primeira vez que a vida pessoal da prefeita se mistura com a administração. Há algum tempo, sua ex-namorada foi nomeada para ocupar cargo na Câmara de Vereadores, em um arranjo que ficou conhecido como “nepotismo cruzado”: a então namorada assumiu função como assessora parlamentar, enquanto o ex-assessor do vereador foi parar em um cargo dentro da Prefeitura. Agora, a história parece se repetir, mas em proporções ainda maiores. A Secretaria da Mulher, claro, é uma pauta importante. O problema não é a causa, mas a forma. Criar uma pasta do zero, em plena crise financeira (a prefeita, assim que assumiu o segundo mandato, no início do ano, decretou calamidade financeira), apenas para abrigar a namorada soa como deboche à população. Não há transparência sobre quantos cargos serão criados, quanto custará a nova estrutura e se a escolhida tem formação ou experiência para conduzir políticas públicas tão sérias. Enquanto isso, as demandas reais seguem se acumulando: falta de médicos em algumas unidades, transporte escolar precário e servidores cobrando melhores condições de trabalho. E a resposta da gestão? Mais uma secretaria. Na prática, a medida reforça a sensação de que a máquina pública virou instrumento para privilegiar relações pessoais, em vez de servir ao povo. O resultado é um clima de desconfiança e indignação entre os moradores, que veem a cidade de Pau dos Ferros cada vez mais sendo administrada como uma posse privada e familiar. Portal Potiguar

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Pânico na FINECAP: Vídeo divulgado pelo Portal “Tribuna Pauferrense” expõe fragilidade em camarote e levanta questões sobre a segurança da festa

O sucesso da FINECAP 2025, amplamente divulgada como “impecável” – até por nossa página virtual inicialmente, foi ofuscado por um incidente grave que gerou pânico e correria em um dos camarotes privados na noite de sábado. Um vídeo chocante, divulgado em primeira mão no instagram pelo Portal Tribuna “Tribuna Pauferrense”, forçou uma análise cuidadosa dos fatos e expôs uma realidade muito diferente da versão oficial. As imagens falam por si só. Elas mostram um pânico generalizado e uma evacuação caótica e espontânea, que contradizem qualquer tentativa de minimizar o ocorrido. O desespero nos rostos, a correria e os gritos são prova de que a percepção de risco foi real e que a insegurança tomou conta dos participantes. Não foi um “susto à toa”. O Corpo de Bombeiros foi acionado e, após uma vistoria técnica, autorizou o retorno do público. No entanto, o trauma do momento foi tão grande que pouquíssimas pessoas retornaram ao camarote, demonstrando a falta de confiança na estrutura e nas garantias dadas. O incidente levanta questões sérias sobre a fiscalização, a segurança das estruturas e a real capacidade dos camarotes, que, por serem espaços privados, levantam suspeitas de superlotação. A discrepância entre a narrativa de festa perfeita da prefeitura e o pavor vivido por quem estava no local precisa de um esclarecimento oficial e transparente. Este episódio, felizmente sem vítimas, deve servir como um alerta crucial para os organizadores e a gestão municipal. É essencial que a próxima edição da FINECAP seja planejada com base em uma lição aprendida: a segurança do público deve ser a maior prioridade. O slogan “Viva a Maior” só faz sentido se a festa puder ser aproveitada por todos com tranquilidade e sem medo. Postagem clodoeldes Fernandes. João Pereira | Notícias da Região/Politíca Pauferrense

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