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Marizópolis: em nota, prefeito nega repasse público para forro de casa e envolvimento de faccionados em ameaças a trabalhador

Marizópolis: em nota, prefeito nega repasse público para forro de casa e envolvimento de faccionados em ameaças a trabalhador

Graves acusações envolvendo o uso de dinheiro público em obra particular e suposta coerção por integrantes de facção criminosa colocaram o prefeito de Marizópolis, Sertão paraibano, Lucas Gonçalves Braga (Luquinha do Brasil – PSB), no centro de um inquérito policial (IPL 2023.0002812-DPF/PAT/PB). Nesta quarta-feira (09) em resposta encaminhada ao BlogdoLevi, a assessoria do gestor rebateu integralmente as denúncias formuladas pelo prestador de serviços Gildivam Melo dos Santos, de 31 anos de idade. Confira nota oficial ao final desta matéria!

A controvérsia gira em torno de serviços de instalação de forro executados na residência do adminsirador municipal. De acordo com o denunciante, os serviços prestados em benefício pessoal do gestor teriam sido faturados e pagos com verbas oriundas das cofres da Prefeitura de Marizópolis. Além da irregularidade financeira, o trabalhador alega ter sofrido ameaças de morte e intimidações por pessoas ligadas a grupos criminosos atuantes na região para que prestasse o serviço e mantivesse o caso em segredo.

Defesa nega acusações e aponta que serviço foi realizado por outro profissional

Em nota de esclarecimento, a assessoria do gestor declarou que Gildivam Melo dos Santos realizou apenas serviços oficiais para o Município de Marizópolis, pelos quais recebeu devidamente os proventos devidos. A gestão confirma que o profissional chegou a ser convidado para fazer uma intervenção privada, mas afirma que ele “não trabalhou sequer um dia” na residência do prefeito.

Conforme a nota, a instalação do forro no imóvel particular foi concluída por outro profissional vindo do município de São João do Rio do Peixe, existindo comprovantes de transferência e recibos de pagamento feitos estritamente com recursos pessoais de Lucas Braga.

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A defesa classificou as alegações de ameaças e o suposto envolvimento com faccionados como “gravíssimas e totalmente infundadas“, além de apontar incompatibilidade entre os dias citados pelo denunciante e o cronograma real da obra.

Andamento jurídico e período eleitoral

Sobre as apurações, a assessoria informou que apresentou todos os documentos, notas e balancetes requisitados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. A nota destaca que a autoridade policial responsável pelo inquérito já emitiu parecer sugerindo o arquivamento das investigações por falta de provas de ilegalidade, estando o processo sob segredo de justiça no aguardo da decisão judicial definitiva.

Por fim, a gestão municipal atribuiu a divulgação das acusações a manobras da oposição local em função do período eleitoral, classificando o episódio como uma tentativa de “requentar” denúncias antigas para desgastar a imagem do gestor junto à população.

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