DER atende apelo de Leninha Romão e confirma restauração da PB-391 e de outras rodovias estaduais

A repercussão de um vídeo mostrando as condições precárias da rodovia PB-391, que liga Uiraúna a Sousa, resultou em uma resposta concreta do Governo do Estado. A prefeita Leninha Romão expôs a realidade enfrentada por motoristas e moradores, evidenciando buracos e trechos comprometidos ao longo da via. Diante do apelo e da forte repercussão nas redes sociais, o Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) confirmou que realizará uma recuperação completa da rodovia, com recapeamento total, superando ações paliativas como tapa-buracos. Além da PB-391, o órgão também anunciou que outras rodovias estaduais que se encontram em condições semelhantes passarão por intervenções, ampliando o alcance das melhorias na infraestrutura viária. A iniciativa reforça a importância da atuação firme da gestão municipal. A postura da prefeita Leninha Romão foi decisiva para chamar a atenção das autoridades estaduais e garantir que a realidade das estradas fosse vista de perto, resultando em ações concretas. A recuperação das vias deve proporcionar mais segurança, melhorar a mobilidade e fortalecer a economia da região, beneficiando diretamente a população que depende diariamente dessas estradas. Cofemac/Com Secom-PMU

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TSE publica acórdão que condenou Castro à inelegibilidade até 2030

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publicou, na noite desta quinta-feira (23), o acórdão do julgamento que condenou o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro à inelegibilidade até 2030 . Com a publicação do documento, que contém a fundamentação jurídica dos votos dos ministros, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve retomar nos próximos dias o julgamento que vai decidir se as eleições para mandato-tampão para governador do estado serão diretas (voto popular) ou indiretas (votos de deputados da Alerj). No dia 9 de abril, o ministro Flávio Dino pediu vista do processo que trata do caso e afirmou que espera a publicação do acórdão para proferir seu voto. Até o momento, o Supremo tem placar de 4 votos a 1 para a realização de eleições indiretas para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro . O Supremo julga uma ação na qual o diretório estadual do PSD defende a realização de eleições diretas para o comando interino do estado. Enquanto não há uma decisão definitiva sobre a questão, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro, continuará exercendo interinamente o cargo de governador do estado. Entenda No dia 23 de março, o ex-governador Cláudio Castro foi condenado à inelegibilidade pelo TSE. Em função da condenação, o tribunal determinou a realização de eleições indiretas para o mandato-tampão. Em seguida, o PSD recorreu ao Supremo e defendeu eleições diretas. No dia anterior ao julgamento, Castro renunciou ao mandato para cumprir o prazo de desincompatibilização para se candidatar ao Senado. Ele poderia deixar o cargo até o dia 4 de abril. A medida foi vista como uma manobra para forçar a realização de eleições indiretas, e não diretas. Com a renúncia, o ex-governador poderia ter influência na eleição indireta de um aliado para o governo interino. O pleito direto pode favorecer o prefeito Eduardo Paes, do PSD, pré-candidato ao governo do Rio. O ex-vice-governador Thiago Pampolha deixou o cargo, em 2025, para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do estado. Desde estão, o estado não tem vice-governador. O próximo na linha sucessória seria o então presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar. No entanto, o parlamentar foi cassado na mesma decisão do TSE que condenou Castro e já deixou o cargo de deputado. Após a saída de Bacellar, o novo presidente da Alerj, deputado Douglas Ruas (PL), pediu ao Supremo para virar governador interino por estar na linha sucessória do estado. Enquanto o Supremo não decide a questão, Ricardo Couto permanecerá interinamente no comando do estado. Espião do Sertão/Agência Brasil

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De olho na vaga no Senado, João Azevêdo registra encontro com Guilherme Boulos e destaca aliança com governo Lula

O ex-governador da Paraíba e pré-candidato ao Senado, João Azevêdo (PSB), reforçou sua articulação política ao lado de integrantes do governo federal durante agenda nesta quinta-feira (23). Azevêdo se reuniu com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL-SP), com o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, e com o governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP). O encontro não ocorreu durante a programação oficial da Feira da Cidadania, realizada em João Pessoa, mas fez parte da agenda institucional dos ministros no estado. Nas redes sociais, João Azevêdo destacou o tom de parceria e alinhamento com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “É com essa parceria que a Paraíba segue crescendo. Um momento de grande satisfação receber a visita dos ministros Guilherme Boulos e Gustavo Feliciano ao lado do governador Lucas Ribeiro. Pra frente, sempre!”, escreveu. A publicação reforça a aproximação do ex-governador com nomes do campo progressista, em meio à sua pré-candidatura ao Senado nas eleições desse ano. A agenda conjunta com ministros e o atual governador é vista como parte da estratégia de consolidação política de Azevêdo, que busca ampliar alianças e fortalecer sua base de apoio no estado e junto ao governo federal. Fonte83

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ForroPad 2026 terá três dias de festa, esporte e tradição em Bernardino Batista

O município de Bernardino Batista se prepara para viver mais uma grande edição do ForroPad. A programação oficial de 2026 foi divulgada pelo prefeito Aldo Andrade e promete movimentar a cidade com uma mistura de cultura nordestina, esporte e muita música. A festa acontece entre os dias 12 e 14 de junho, com atividades distribuídas em diferentes pontos da cidade e voltadas para públicos de todas as idades. O encerramento será marcado por uma das tradições mais aguardadas: o forró do vaqueiro, com apresentações de Luana Freitas, Anízio Junior e Espora de Ouro. Além dos shows, o evento também contará com programação esportiva, apresentações culturais e a tradicional cavalgada, reforçando a identidade nordestina e o espírito festivo da região. Segundo o prefeito Aldo Andrade, o evento vai além do entretenimento. Ele destacou que o ForroPad fortalece a cultura local, impulsiona a economia e reúne famílias de toda a região em um ambiente de celebração. Programação do forropad 2026 Sexta-feira – 12 de junho Sábado – 13 de junho Domingo – 14 de junho Encerramento – Forró do Vaqueiro: Cofemac/Evaldo Montes/Assessoria

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Homem é preso após tentar aplicar golpes em deputados e senador na Paraíba

Um homem foi preso em flagrante em João Pessoa após tentar aplicar golpes contra parlamentares, incluindo o deputado federal Wellington Roberto. A ação foi frustrada após denúncia e acompanhamento das autoridades policiais. Outras possíveis vítimas foram os deputados Hervázio Bezerra, Eduardo Carneiro e o senador Veneziano Vital. Segundo as investigações, o suspeito utilizava uma estratégia de estelionato, se passando por intermediário de projetos e ações institucionais para solicitar transferências em dinheiro. O alvo principal eram políticos, a quem ele apresentava justificativas falsas para conseguir vantagem financeira. Para efetuar a prisão, foi montada uma situação controlada com apoio da polícia. No momento em que o suspeito tentou concretizar o golpe, os agentes intervieram e realizaram o flagrante. Há indícios de que o homem já teria tentado aplicar o mesmo tipo de golpe contra outros deputados e até integrantes de diferentes esferas políticas. O caso segue sob investigação para identificar possíveis vítimas e verificar se há participação de outras pessoas no esquema. Fonte83

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Aposentados e pensionistas do INSS começam a receber 13º hoje; veja calendário

Cerca de 23,3 milhões dos 35,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam a receber nesta sexta-feira (24) a primeira parcela da antecipação do décimo terceiro. Com a previsão de injetar R$ 78,2 bilhões na economia, o pagamento começa para quem ganha um salário mínimo. Os 11,9 milhões restantes, que ganham além do mínimo, começam a receber a antecipação do décimo terceiro em 2 de maio. O benefício extra será pago em duas parcelas. A primeira será paga nesta sexta até 8 de maio. A segunda vai de 25 de maio a 8 de junho. As datas são definidas com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) e com base na renda do beneficiário. Quem ganha apenas o salário mínimo começa a receber antes de quem recebe mais que o mínimo. O decreto com a antecipação do décimo terceiro do INSS foi assinado no fim de março pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Este será o sétimos ano seguido em que os segurados do INSS receberão do décimo terceiro antes das datas tradicionais, em agosto e em dezembro. Em 2020 e 2021, o pagamento ocorreu mais cedo por causa da pandemia de covid-19. Em 2022 e 2023, as parcelas foram pagas em maio e junho. Em 2024 e 2025, em abril e maio. A consulta pode ser feita no aplicativo Meu INSS, disponível para celulares e tablets, ou no site gov.br/meuinss. Quem não tiver acesso à internet pode consultar a liberação do décimo terceiro pelo telefone 135. Nesse caso, é necessário informar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e confirmar alguns dados ao atendente antes de fazer a consulta. O atendimento telefônico está disponível de segunda a sábado, das 7h às 22h. Conforme os dados mais recentes do INSS, de fevereiro, 23,3 milhões de pessoas, cerca de 66,2% do total dos segurados do INSS, ganham até um salário-mínimo por mês (R$ 1.621). Outros 11,9 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional. Desse total, 13,7 mil ganham o teto da Previdência Social, de R$ 8.475,55. A maioria dos aposentados e pensionistas receberá 50% do décimo terceiro na primeira parcela. A exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro e terá o valor calculado proporcionalmente. O Ministério da Previdência esclarece que os segurados que recebem benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) também têm direito a uma parcela menor do décimo terceiro, calculada de acordo com a duração do benefício. Por lei, os segurados que recebem benefícios assistenciais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Renda Mensal Vitalícia, não têm direito a décimo terceiro salário. 96 FM/Agência Brasil

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“Inquérito das fake news não acaba antes das eleições”, diz Gilmar

Decano do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Gilmar Mendes exerce liderança no plenário da Corte. Em meio a ataques insuflados pelo período eleitoral e também por descobertas da Operação Compliance Zero envolvendo magistrados, o magistrado assumiu o papel de guardião da Corte. Defende que temas relacionados à conduta dos ministros seja discutido e resolvido internamente, rebate políticos que têm atacado o STF, como o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), e convida os presidentes dos Três Poderes a um pacto federativo em que ajustes sejam feitos no coletivo para superar tensões. Em entrevista ao programa CB.Poder, parceria entre o Correio e a TV Brasília, o decano disse às jornalistas Denise Rothenburg e Ana Maria Campos que o foco das investigações sobre fraudes em operações do Banco Master está na Faria Lima e não no STF, ou seja, é um episódio que trata de falhas do mercado financeiro e dos órgãos de fiscalização. Mas Gilmar Mendes sabe que as referências aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli vão recrudescer na campanha, principalmente no discurso de candidatos bolsonaristas. Por isso, segundo o magistrado, o controverso inquérito das fake news, aberto há sete anos, ainda é fundamental. É uma forma de apurar e levar a julgamento ofensas consideradas descabidas. “O inquérito das fake news, na verdade, deu excelentes resultados. Acho que o Brasil está nesse estágio hoje de paz política graças ao inquérito das fake news”, afirmou na entrevista. Nesta semana, o ministro Flávio Dino apresentou uma proposta de reforma do Judiciário com 15 pontos. É mais um discurso ou, desta vez, haverá mudanças para atender à sociedade? Acho que a todo tempo nós precisamos estar atentos às demandas da sociedade. O Judiciário brasileiro é muito demandado neste momento em que estamos falando. Tramitam nas varas e tribunais do Brasil 80 milhões de processos, tratando dos mais diversos temas, desde a execução fiscal à questão de medicamentos, problemas de saúde das pessoas, pensões, aposentadorias, em suma. Então, há uma certa judiciário-dependência neste nosso modelo e se reclama muito do Judiciário, por razões corretas ou não. Eu brincava, recentemente, que no passado a gente dizia que tínhamos 100 milhões de técnicos de futebol. Agora, já somos mais de 200 milhões e somos 200 milhões de juristas. Todos têm uma ideia sobre o Judiciário e querem contribuir e contrastar. Eu acho, inclusive, que se o Supremo fosse seguir as regras e as prescrições que recomendam, ficaria um pouco parado, porque uns querem o tribunal muito ativo para resolver todos os problemas e outros querem, e, às vezes, são as mesmas pessoas, que o tribunal seja contido. Então, tudo isso é uma confusão, mas há coisas que precisam ser feitas. Por exemplo? A questão dos penduricalhos, boa iniciativa. Eu fui um dos autores, ministro Dino, Alexandre e Zanin, para tentar regular, porque isso ficou uma grande bagunça. Foram inventando licenças compensatórias e coisas do tipo, dando esse show de horrores que vocês viram aí, atrasados e tudo mais. O CNJ, que deveria regular isso, deixou de regular, também o CNMP. Nós estamos enfrentando essa temática, tentando achar uma linha que seja consistente, que, de um lado, não tire o salário das pessoas, não afete a substância dos salários, mas, de outro lado, tire os exageros até que o Congresso possa votar uma lei adequada. Já seria um tema para o pacto republicano, uma lei salarial para botar um pouco de ordem nessa grande confusão. Por que o senhor tem dito que não basta uma reforma do Judiciário, precisa de um pacto dos Três Poderes? A gente até falava há pouco, do modelo do orçamento. O que aconteceu? O modelo de 1988 permitiu que os presidentes fizessem aquele tipo de ajuste. Eu disputei a eleição, faço uma grande bancada, mas não tenho maioria. Então, eu vou cooptar grupos próximos e faço um pacto de governabilidade e alimento esse grupo, a maioria mais ou menos variável, com emendas parlamentares e ministérios. Assim, a vida seguiu com alguma tranquilidade até tempos relativamente recentes. No governo Dilma, crise com Eduardo Cunha, as emendas deixaram de ser voluntárias, liberatórias, elas passaram a ser compulsórias e impositivas, e elas passaram a crescer. Último ano, R$ 70 bi. É um volume enorme. Com isso, o parlamentar já não depende mais da liberação. Ele já tem, tem a sua pasta e também decide onde alocar. Alguns dos ministérios têm orçamento menor do que as emendas ou dependem das emendas para fazerem alguma coisa. Então, nós estamos com um modelo disfuncional. Como resolver ou fazer esse pacto diante de um cenário de eleições este ano? O Novo dizendo que quem não pedir impeachment de ministro do Supremo não pode nem ser candidato pelo partido. Também há dois ministros do STF citados no caso do Banco Master. Tenho a impressão de que temos que dialogar e também deitar luzes sobre a nossa participação nesta grave crise que envolve este banco, Banco Master, até aqui. E até onde a minha vista alcança, acho que esses fatos que dizem respeito ao Supremo, nesse contexto, são fatos marginais. Não os vejo como substanciais. Tanto é que eu tenho dito: Master mora na Faria Lima, não mora na Praça dos Três Poderes. O Banco Central, muito provavelmente, retardou no processo por razões que não vamos aqui discutir. Demorou a tomar uma atitude. Talvez a própria elaboração mais recente do sistema financeiro com esses fundos, fundos que são donos de fundos, as fintechs e tudo mais, o funcionamento da CVM — hoje há um consenso de que a CVM é um dos órgãos faltantes nesse contexto. Então, tudo isso talvez deva ser discutido. O Roberto Campos Neto talvez acreditasse que o modelo deveria ser mais liberal, um laissez-faire. E eles vão se resolvendo. Ele mesmo saiu e foi para o Nubank. Então, talvez acreditasse que o sistema se desenvolveria e se resolveria assim. E aí agora a gente viu que não. Espero que essa crise seja benfazeja. Já ouvi do próprio

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Leninha cumpre agenda estratégica na Secretaria de Saúde do Estado

Na manhã de terça-feira, 23 de abril, a prefeita Leninha Romão esteve na Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba, em agenda estratégica para fortalecer a saúde pública municipal. Acompanhada da secretária Ana Romão, ela apresentou demandas urgentes à coordenadora estadual, Dra. Ana Giovana. O encontro teve como foco principal ampliar o acesso à saúde para a população mais vulnerável. A gestão municipal reafirmou seu compromisso com políticas de saúde eficientes e humanizadas. A reunião foi marcada por diálogo produtivo e alinhamento de ações entre esfera municipal e estadual. As pautas discutidas incluem melhorias na atenção básica, investimentos em equipamentos e fortalecimento da rede de cuidado. A prefeita destacou que a assistência à saúde de qualidade é prioridade absoluta em sua gestão. Com esse passo, o município avança na construção de um sistema de serviços de saúde mais justo e acessível para todos. PB24horas

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Novo advogado de ex-presidente do BRB foi ministro de Dilma; veja perfil

O ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, decidiu fazer uma mudança estratégica na equipe que comanda a sua defesa no processo que envolve a participação do executivo na compra de títulos do Banco Master, à época em que ainda estava no cargo máximo da instituição. A informação confirmada pela colunista Ana Maria Campos, do blog CB.Poder, é de que Costa busca negociar um acordo de delação premiada e que a troca de advogados seria uma movimentação fundamental para atingir esse objetivo. Mais cedo, nesta quarta-feira (22/4), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça manteve a prisão do ex-presidente do banco. Com a troca confirmada, o advogado criminalista Cleber Lopes, que também atua na defesa do ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha deixa o cargo. Quem assume o posto oficialmente é o professor de Direito Penal da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Davi Tangerino, que também já lecionou na Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo (FGV Direito/SP). De acordo com o currículo publicado em seu site, Tangerino tem experiência em processos que envolvem bancos, além de outros setores como tecnologia e óleo e gás. Também já foi assessor de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e membro do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), do Instituto dos Advogados do Brasil (IAB) e da Associação de Juristas Alemanha-Brasil (DBJV). Também deve integrar a equipe de Costa, o subprocurador-geral da República aposentado Eugênio Aragão, que teve uma breve passagem no comando do Ministério da Justiça da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016. Ele foi sucedido pelo agora ministro do STF Alexandre de Moraes, que assumiu o cargo após o impeachment de Dilma e a posse de Michel Temer na Presidência da República. Aragão também atuou como coordenador jurídico do Partido dos Trabalhadores (PT) nas campanhas presidenciais de 2018 e 2022. Antes de ser ministro, assumiu a Corregedoria-Geral do Ministério Público Federal e foi vice-Procurador-Geral Eleitoral. Correio Braziliense/Raphael Pati

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Diesel e gasolina têm queda nos preços; botijão de gás sobe pela 5ª semana

O balanço de valores dos combustíveis, elaborado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo), indica que houve queda nos preços médios de diesel e gasolina no Brasil durante a semana que terminou em 18 de abril. Por outro lado, o gás de cozinha ficou mais caro pela quinta semana seguida. O preço médio do diesel comum passou de R$ 7,43 para R$ 7,31 por litro, uma redução de 1,62%. Já a gasolina comum apresentou uma diminuição menor, de R$ 6,77 para R$ 6,75 por litro, no que representa baixa de 0,3%. O valor médio de venda também ficou mais barato para o diesel S-10, gasolina aditivada e GNV (Gás Natural Veicular). O etanol se manteve estável e o botijão de gás de cozinha de 13kg foi o único item que apresentou alta no custo de compra, de R$ 112,42 para R$ 114,39 – alta de 1,75%. A última queda no botijão foi na semana encerrada no dia 14 de março, quando o preço médio foi de R$ 109,89. Os dados da ANP foram coletados na semana entre 12 e 18 de abril, e as comparações percentuais são feitas em relação ao período anterior – no caso, com os preços semanais de 5 a 11 de abril. Essa foi a segunda semana – desde o início da guerra no Oriente Médio entre EUA e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro – que o valor médio de venda dos combustíveis teve alguma redução. O aumento no custo dos combustíveis é uma preocupação do governo em meio à guerra e à escalada do preço global do petróleo. Medidas para tentar conter a alta nas bombas foram anunciadas no início do mês pelo Palácio do Planalto. Confira as variações nos preços de todos os combustíveis pesquisados pela ANP: Desde o início do conflito O valor médio dos combustíveis, no entanto, ainda segue mais caro do que o registrado até o início dos ataques militares dos EUA contra o Irã, em 28 de fevereiro. Na ocasião, o preço médio do diesel comum estava em R$ 6,03 por litro. Para o valor atual, o aumento foi de 21,23% (+ R$ 1,28 por litro). Já a gasolina comum acumula alta de 7,48%, tendo passado de R$ 6,28 para os atuais R$ 6,75 (+ R$ 0,47 por litro). CNN Brasil, Álvaro Augusto, da CNN Brasil*, em Brasília

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