Rinaldo Cipriano entrega UBS, passagem molhada e anuncia pavimentação na maratona de 32 anos de Joca Claudino

A programação pelos 32 anos de emancipação política de Joca Claudino seguiu a todo vapor na manhã desta terça-feira,(21). Liderada pelo prefeito Rinaldo Cipriano, uma grande comitiva formada pelo vice-prefeito Otávio Neto, vereadores, secretários e população, percorreu a zona rural e urbana do município para entrega de obras e visitações a obras em andamento. A primeira parada foi na comunidade Sítio Saco da Sinhazinha, onde foi entregue a UBS da localidade, garantindo mais saúde de perto para os moradores. Na sequência, a comitiva seguiu para a comunidade de Montanhas. Lá foi entregue a passagem molhada, obra que tira a população do isolamento*l no período chuvoso. No local, o prefeito ainda anunciou o início da pavimentação em paralelepípedos para toda a região. A agenda continuou na comunidade de Cassianos, com a entrega de mais uma UBS que vai atender a população local. Finalizando o dia, a comitiva retornou para a zona urbana da cidade para visitar diversas obras que estão em andamento no município. A programação terá prosseguimento a noite com um culto em ação de graças e show religioso coordenado pelas igrejas evangélicas do município

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Joca Run 2ª Edição leva centenas de corredores às ruas e movimenta zona rural e Centro de Joca ClaudinoO último domingo,(19), foi de muita movimentação e esporte em Joca Claudino.

A cidade e a zona rural receberam a 2ª Edição da Joca Run – Em Movimento, corrida de rua que integrou a programação oficial dos 32 anos de emancipação política do município.Com percurso de 5km, a prova teve largada na Capela Nossa Senhora da Conceição, no Distrito de Fazenda Nova, e chegada no Centro da cidade, passando por ruas que ficaram tomadas por atletas e torcedores.O evento contou com a presença de autoridades municipais, que prestigiaram a largada e a chegada dos corredores. Centenas de participantes de Joca Claudino e de cidades circunvizinhas se inscreveram e garantiram uma manhã de superação, saúde e integração.Ao todo foram distribuídos R$ 5.600 em premiações. Todos os atletas receberam kit completo com chip RFID, número de peito, camiseta, medalha, além de lanche e hidratação, estrutura de segurança e saúde, além de atividades físicas e musicais.Com o tema “Tua história orgulha tua gente”, a corrida consolidou-se como um dos momentos mais movimentados das festividades de aniversário da cidade.

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Em Aparecida: Prefeito João Neto envia à Câmara “pacotão de investimentos” com quase R$ 9 milhões e prevê obras para, saúde, assistência social, energia solar e muito mais

As propostas representam um montante de R$ 8.779.672,28 e contemplam investimentos em setores considerados estratégicos para o desenvolvimento do município, como saúde, assistência social, infraestrutura, educação, agricultura, turismo e energia. A iniciativa amplia significativamente a capacidade de investimentos da administração para o próximo exercício financeiro. O prefeito de Aparecida, João Neto, encaminhou à Câmara Municipal um amplo pacote contendo 14 Projetos de Lei que solicitam autorização legislativa para a abertura de créditos especiais no Orçamento Municipal de 2026. As propostas representam um montante de R$ 8.779.672,28 e contemplam investimentos em setores considerados estratégicos para o desenvolvimento do município, como saúde, assistência social, infraestrutura, educação, agricultura, turismo e energia. A iniciativa amplia significativamente a capacidade de investimentos da administração para o próximo exercício financeiro. Inicialmente, o Poder Executivo havia protocolado projetos que totalizavam cerca de R$ 1,95 milhão. Com a inclusão de novas propostas, o volume de recursos previstos foi elevado para quase R$ 8,8 milhões, consolidando um dos maiores pacotes de investimentos já encaminhados pela gestão municipal. A ampliação demonstra o fortalecimento do planejamento administrativo e a busca por recursos destinados à execução de obras estruturantes e à ampliação dos serviços públicos oferecidos à população. Entre os principais investimentos previstos estão R$ 2 milhões para a implantação de uma usina de energia solar, iniciativa que deverá proporcionar economia aos cofres públicos e incentivar a sustentabilidade. O pacote também prevê R$ 1,544 milhão para o custeio da Assistência Social, R$ 796 mil para implantação de sistemas de abastecimento de água em comunidades rurais, R$ 700 mil para aquisição de um imóvel destinado à Casa de Aparecida, em João Pessoa, R$ 600 mil para aquisição de equipamentos da Assistência Social, R$ 461,6 mil para o programa Agora Tem Especialista e R$ 324,3 mil para a construção de uma passagem molhada no Sítio Boi Morto. Além dessas ações, os projetos contemplam recursos para infraestrutura turística, aquisição de uma Unidade Móvel de Saúde, fortalecimento da atenção especializada e outras iniciativas voltadas à melhoria da qualidade dos serviços públicos. De acordo com as propostas encaminhadas pelo Executivo, os recursos serão provenientes de convênios com os governos Federal e Estadual, transferências especiais da União, emendas parlamentares, repasses do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS) e, em alguns casos, de operações de crédito que dependem de autorização do Poder Legislativo. Agora, os projetos seguem para análise e votação na Câmara Municipal. Caso sejam aprovados pelos vereadores, permitirão ao município incorporar os recursos ao orçamento de 2026, viabilizando importantes investimentos que deverão fortalecer a infraestrutura, ampliar o atendimento à população e impulsionar ainda mais o desenvolvimento de Aparecida.

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Ecopetrol retoma aquisição da Brava após aval da CVM

A estatal colombiana Ecopetrol retomou o processo de aquisição da Brava Energia após obter aval da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para prosseguir com a Oferta Pública de Aquisição (OPA). Avaliada em cerca de R$ 5,5 bilhões, a operação pode levar a companhia a assumir o controle de 51% da petroleira e ampliar os investimentos no Rio Grande do Norte, onde a Brava possui ativos estratégicos no setor de petróleo e gás. Conforme o edital da operação, a Ecopetrol passará a ter participação nas reservas de petróleo e gás da Brava Energia, estimadas em 459 milhões de barris de óleo equivalente (MMboe), na proporção do percentual adquirido na companhia. Além disso, a estatal colombiana agregará uma produção média de aproximadamente 81 mil barris de óleo equivalente por dia (kboe/d) no Brasil. A Brava Energia possui ativos relevantes no Rio Grande do Norte. No segmento de Mid & Downstream — que engloba as atividades de processamento, transporte, armazenamento e comercialização de petróleo e gás natural — a companhia opera o Ativo Industrial de Guamaré (AIG). O complexo inclui a Refinaria Clara Camarão, com capacidade de refino de 39,6 mil barris por dia, o Terminal Aquaviário de Guamaré e Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGNs) conectadas às redes de transporte do Nordeste e do Sudeste. A Brava é a segunda maior petroleira independente do país. A operação também reforça a presença do capital estrangeiro no setor brasileiro de petróleo e gás. Para Criste Jones, presidente da Redepetro RN, a possível entrada da Ecopetrol no controle da Brava demonstra que os ativos brasileiros continuam sendo estratégicos e atrativos para investidores de grande porte. “Para o Rio Grande do Norte, o aspecto mais importante não é apenas quem será o controlador, mas qual será o compromisso com a continuidade e a ampliação dos investimentos”, disse.Outro aspecto considerado fundamental pela entidade é que a eventual mudança de controle preserve o relacionamento construído com os fornecedores locais e mantenha uma política de valorização do conteúdo regional. “A competitividade das empresas potiguares depende de um ambiente de negócios previsível, de investimentos contínuos e de decisões que fortaleçam toda a cadeia produtiva”, aponta Jones. A Redepetro-RN ressalta que o estado reúne importantes diferenciais competitivos, como mão de obra especializada, empresas experientes, tradição na produção terrestre e um ambiente cada vez mais integrado entre petróleo, gás natural e novas energias. O presidente do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Norte (Sindipetro-RN), Marcos Brasil, vê com otimismo a possível aquisição da Brava Energia pela estatal colombiana Ecopetrol. Segundo ele, a estatal pode trazer impactos positivos para o estado em relação aos investimentos e à geração de empregos no setor. “A Brava continuará existindo e, com novos aportes, poderá aumentar a produção de petróleo no RN”, defende.Segundo Marcos Brasil, a operação tende a gerar efeitos positivos para a economia potiguar, com a ampliação da atividade econômica. Para ele, a Ecopetrol é uma empresa consolidada no setor, com maior capacidade de investimento e ampla experiência na atividade, o que pode contribuir para o fortalecimento do segmento no estado. Na avaliação de Ricardo Valério, superintendente do Conselho Regional de Economia (Corecon/RN), a aquisição da Brava Energia pela Ecopetrol tende a trazer benefícios operacionais e financeiros para as atividades da companhia no estado. “A aquisição da Brava pela Ecopetrol permitirá que a empresa colombiana aplique suas técnicas avançadas de recuperação de petróleo nos campos terrestres, especialmente na região Oeste do RN. Trata-se de uma operação de ganho mútuo, com potencial para fortalecer a exploração de petróleo no estado”, afirma. Em nota, a Brava afirmou que a OPA segue em andamento e que eventuais desdobramentos relevantes serão divulgados posteriormente ao mercado por meio do portal de relações com investidores.A conclusão da operação depende da realização do leilão da OPA, que foi suspenso e ainda aguarda a divulgação de uma nova data pela Ecopetrol. De acordo com a Brava, a Ecopetrol precisa atualizar os documentos da oferta para atender às exigências da área técnica do órgão e informar uma nova data para a realização do leilão das ações, seguindo os prazos previstos na regulamentação.

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ICMS rende R$ 455 milhões a mais ao RN no 1º semestre de 2026, mas contas seguem sob pressão

A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pelo Governo do RN cresceu 10,3% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período de 2025. Segundo a Secretaria de Fazenda do estado (Sefaz/RN), no comparativo com o primeiro semestre do ano passado houve um acréscimo de R$ 455,3 milhões na arrecadação bruta do imposto no Rio Grande do Norte. De acordo com os dados fornecidos pela secretaria estadual, entre janeiro e junho do ano passado, a arrecadação bruta de ICMS no RN totalizou R$ 4.418.512.452,34. Já em 2026, o montante no mesmo recorte temporal foi de R$ 4.873.847.756,83. O comércio atacadista foi quem mais contribuiu para a arrecadação no primeiro semestre de 2026, seguido pelo Comércio Varejista. Na comparação, a arrecadação de ICMS do atacado registrou crescimento de 12,62%, enquanto o varejo apresentou aumento de 11,68%. A Secretaria explicou que os setores mais representativos para o volume acumulado foram o de cigarros, medicamentos e cosméticos. De acordo com a pasta, a alta tem a ver, parcialmente, com as mudanças na alíquota do imposto, elevada em março do ano passado. “É importante considerar que durante o primeiro quadrimestre de 2025 a alíquota modal do ICMS era de 18%. Posteriormente, o Estado restabeleceu a alíquota de 20%, medida que contribuiu para o aumento da arrecadação do imposto. Ou seja, parte do crescimento observado na arrecadação de ICMS decorre da recomposição da alíquota modal”, pontuou a Sefaz em nota. O aumento na alíquota ocorreu depois de um longo debate envolvendo o Governo, os deputados e entidades de classe. Isso porque o Executivo já tinha conseguido aprovar o aumento da alíquota em 2022, porém, de forma temporária até 2023. Ainda naquele ano, ao tentar renovar a validade da alíquota de modo permanente, o governo foi derrotado pela oposição na Assembleia Legislativa (com 14 votos contrários) e a alíquota manteve-se em 18%. Em novembro de 2024, o Executivo estadual enviou para a Assembleia Legislativa do RN um novo projeto de lei para aumentar a tributação básica do ICMS. A pauta foi aprovada na Casa em dezembro e a alíquota voltou a 20% em março de 2025. Recuperação Para o Sindicato dos Auditores Fiscais do RN (Sindifern), a arrecadação do ICMS registrada no primeiro semestre deste ano aponta para uma recuperação da situação financeira do estado. “No curto prazo a situação financeira é difícil, pois o Estado teve uma queda expressiva de arrecadação com a aprovação das Leis Complementares 194/2022 e 192/2022. A Sefaz já chegou a apontar uma perda de mais de R$ 3 bilhões por causa das leis citadas. Contudo, a arrecadação conseguiu melhorar com a recomposição da alíquota modal e essa queda tende a ser recuperada”, disse Márcio Medeiros, presidente do Sindifern. Os dois dispositivos legais citados por Medeiros se referem a legislações adotadas para limitar o teto da tributação do ICMS sobre operações relativas a combustíveis, energia elétrica, comunicações e outros bens essenciais a 18%. “No longo prazo, acreditamos que o Rio Grande do Norte irá melhorar a situação financeira”, indica Márcio Medeiros, do Sindifern, ao analisar como deve se comportar a arrecadação de agora em diante. Contingenciamentos Apesar do crescimento na arrecadação do ICMS no primeiro semestre, nos meses de abril e maio o Governo do RN determinou contingenciamentos, em razão da frustração de receitas do orçamento, incluindo as demais fontes de arrecadação própria, que soma mais de R$ 745 milhões. O primeiro contingenciamento, de R$ 306 milhões, foi determinado em abril, após o estado arrecadar menos do que o previsto no primeiro bimestre de 2026. O governo atribuiu a frustração das contas à isenção do Imposto de Renda para trabalhadores com salários de até R$ 5 mil.Já o segundo contingenciamento, no valor de R$ 439,9 milhões, ocorreu em razão da frustração de receitas registrada até o segundo bimestre de 2026, conforme demonstrativo divulgado pela Secretaria de Estado da Fazenda.

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ICMS rende R$ 455 milhões a mais ao RN no 1º semestre de 2026, mas contas seguem sob pressão

A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pelo Governo do RN cresceu 10,3% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período de 2025. Segundo a Secretaria de Fazenda do estado (Sefaz/RN), no comparativo com o primeiro semestre do ano passado houve um acréscimo de R$ 455,3 milhões na arrecadação bruta do imposto no Rio Grande do Norte. De acordo com os dados fornecidos pela secretaria estadual, entre janeiro e junho do ano passado, a arrecadação bruta de ICMS no RN totalizou R$ 4.418.512.452,34. Já em 2026, o montante no mesmo recorte temporal foi de R$ 4.873.847.756,83. O comércio atacadista foi quem mais contribuiu para a arrecadação no primeiro semestre de 2026, seguido pelo Comércio Varejista. Na comparação, a arrecadação de ICMS do atacado registrou crescimento de 12,62%, enquanto o varejo apresentou aumento de 11,68%. A Secretaria explicou que os setores mais representativos para o volume acumulado foram o de cigarros, medicamentos e cosméticos. De acordo com a pasta, a alta tem a ver, parcialmente, com as mudanças na alíquota do imposto, elevada em março do ano passado. “É importante considerar que durante o primeiro quadrimestre de 2025 a alíquota modal do ICMS era de 18%. Posteriormente, o Estado restabeleceu a alíquota de 20%, medida que contribuiu para o aumento da arrecadação do imposto. Ou seja, parte do crescimento observado na arrecadação de ICMS decorre da recomposição da alíquota modal”, pontuou a Sefaz em nota. O aumento na alíquota ocorreu depois de um longo debate envolvendo o Governo, os deputados e entidades de classe. Isso porque o Executivo já tinha conseguido aprovar o aumento da alíquota em 2022, porém, de forma temporária até 2023. Ainda naquele ano, ao tentar renovar a validade da alíquota de modo permanente, o governo foi derrotado pela oposição na Assembleia Legislativa (com 14 votos contrários) e a alíquota manteve-se em 18%. Em novembro de 2024, o Executivo estadual enviou para a Assembleia Legislativa do RN um novo projeto de lei para aumentar a tributação básica do ICMS. A pauta foi aprovada na Casa em dezembro e a alíquota voltou a 20% em março de 2025. Recuperação Para o Sindicato dos Auditores Fiscais do RN (Sindifern), a arrecadação do ICMS registrada no primeiro semestre deste ano aponta para uma recuperação da situação financeira do estado. “No curto prazo a situação financeira é difícil, pois o Estado teve uma queda expressiva de arrecadação com a aprovação das Leis Complementares 194/2022 e 192/2022. A Sefaz já chegou a apontar uma perda de mais de R$ 3 bilhões por causa das leis citadas. Contudo, a arrecadação conseguiu melhorar com a recomposição da alíquota modal e essa queda tende a ser recuperada”, disse Márcio Medeiros, presidente do Sindifern. Os dois dispositivos legais citados por Medeiros se referem a legislações adotadas para limitar o teto da tributação do ICMS sobre operações relativas a combustíveis, energia elétrica, comunicações e outros bens essenciais a 18%. “No longo prazo, acreditamos que o Rio Grande do Norte irá melhorar a situação financeira”, indica Márcio Medeiros, do Sindifern, ao analisar como deve se comportar a arrecadação de agora em diante. Contingenciamentos Apesar do crescimento na arrecadação do ICMS no primeiro semestre, nos meses de abril e maio o Governo do RN determinou contingenciamentos, em razão da frustração de receitas do orçamento, incluindo as demais fontes de arrecadação própria, que soma mais de R$ 745 milhões. O primeiro contingenciamento, de R$ 306 milhões, foi determinado em abril, após o estado arrecadar menos do que o previsto no primeiro bimestre de 2026. O governo atribuiu a frustração das contas à isenção do Imposto de Renda para trabalhadores com salários de até R$ 5 mil.Já o segundo contingenciamento, no valor de R$ 439,9 milhões, ocorreu em razão da frustração de receitas registrada até o segundo bimestre de 2026, conforme demonstrativo divulgado pela Secretaria de Estado da Fazenda.

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Governo inicia reuniões com setores afetados por tarifa de 25% dos EUA

O Governo Federal inicia nesta terça-feira (21) uma rodada de reuniões com representantes de setores produtivos afetados pela tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A proposta dos encontros é apresentar aos empresários as primeiras medidas planejadas pelo governo, receber as demandas dos setores e ajustar a resposta brasileira aos efeitos das tarifas. Entre as entidades que devem ser recebidas estão a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Também estão previstas reuniões com a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip). As tratativas devem ser conduzidas principalmente pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa. A resposta do governo brasileiro deve se concentrar em duas frentes. Uma delas é a busca por novos mercados para os produtos atingidos pelas tarifas. A outra é a elaboração de um pacote de apoio às empresas afetadas, por meio de uma nova edição do Plano Brasil Soberano. Segundo a CNN, o Palácio do Planalto avalia que não há espaço para negociar a reversão do tarifaço antes das eleições de 2026. Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva acreditam que a Casa Branca só deverá retomar as tratativas após o pleito brasileiro, independentemente do resultado. Tarifa deve atingir 18% das exportações De acordo com cálculos do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o novo tarifaço deve alcançar 18% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos. Outros 57% da pauta exportadora permanecem isentos. Cerca de 24% dos produtos estão submetidos a outro regime tarifário, relacionado à investigação norte-americana sobre as vendas brasileiras de aço e alumínio. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos reservou R$ 130 milhões para ações de diversificação dos mercados de exportação do Brasil. Segundo o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, uma das medidas previstas é custear viagens de empresários estrangeiros ao Brasil para a negociação e o fechamento de contratos com empresas brasileiras. A estratégia deve priorizar a União Europeia, além dos países integrantes da Associação de Nações do Sudeste Asiático e de mercados da Ásia Central, como Uzbequistão e Cazaquistão.

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Tarifaço: especialistas temem que reciprocidade eleve a inflação

A nova rodada do tarifaço imposto pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros passa a valer nesta quarta-feira (22). Após o anúncio da medida, o governo federal reagiu afirmando, em nota, que iniciaria “imediatamente” os trâmites para acionar a Lei da Reciprocidade Econômica, além de recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC). Na avaliação de especialistas, porém, a adoção dessa medida pode piorar a relação comercial entre os dois países. A Lei da Reciprocidade, aprovada em 2025, autoriza o Brasil a aplicar contramedidas proporcionais contra países que impuserem barreiras injustificadas aos produtos nacionais. Apesar de permitir a retaliação direta, a legislação não prevê sanções automáticas, estabelecendo como prioridade a solução negociada por meio do Ministério das Relações Exteriores e de órgãos multilaterais, como a OMC. O tarifaço de 25% foi anunciado na última semana e deve atingir diversos itens da pauta exportadora brasileira, apesar de ter uma extensa lista de isenções. Da pauta exportadora do Rio Grande do Norte, o destaque vai para o sal, que será atingido pela aplicação da tarifa adicional. Já o pescado, outro item de destaque na balança comercial, ficou de fora da lista de produtos taxados. A medida foi confirmada na última quarta-feira (15) pelo governo americano após a conclusão de uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês). Ricardo Valério, superintendente do Conselho Regional de Economia do RN, avalia que a eventual adoção da Lei da Reciprocidade poderia aumentar a quantidade de produtos taxados. “O Brasil tem que estar atento e cauteloso, pois não sabemos ainda se o governo Trump vai, com toda a sua insensibilidade e imprudência, aplicar uma nova sobretaxa”, diz. O economista faz menção a uma segunda investigação comercial dos EUA, em curso, que pode gerar uma tarifa adicional de 12,5% sobre os produtos brasileiros, elevando a sobretaxa para até 37,5%. “Seria um desastre maior. Não sou favorável à aplicação da Lei da Reciprocidade no momento, e sim buscar um trabalho insistente para que a gente evite essa punição maior”, afirma Ricardo Valério. Ele explica que a Lei da Reciprocidade prevê “contramedidas comerciais e diplomáticas contra as nações que aplicarem alguma sobretaxa de exportação ou interferirem na soberania nacional”. Além desse instrumento, na visão do economista, o Brasil deve buscar novos mercados e avançar na diplomacia. O economista Helder Cavalcanti avalia que, na prática, se o Brasil adotar a reciprocidade, “poderá [fortalecer] sua posição nas negociações internacionais e demonstrar capacidade de defesa dos interesses nacionais”. Porém, não acionar esse mecanismo pode fortalecer o ambiente de diálogo e reduzir o risco de uma escalada nas tensões comerciais. Para ele, existe o risco de a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos piorar com a lei, especialmente se houver uma sequência de medidas retaliatórias entre os dois países. O economista lembra que a medida tanto pode proteger o setor produtivo brasileiro, como também pode pressionar a inflação e aumentar os preços aos consumidores. A Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do RN (Faern) refuta a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica como resposta ao tarifaço norte-americano. “A imposição de contramedidas pode ampliar o conflito comercial, encarecer máquinas, insumos e outros produtos necessários à atividade econômica e transferir novos custos aos produtores e consumidores brasileiros”, diz a entidade. “É preciso manter os canais de diálogo abertos, afastar a questão de disputas político-partidárias e conduzir uma negociação responsável e de alto nível, voltada à redução das tarifas e à ampliação das exceções”, diz a Faern. Já a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (Fecomércio-RN) argumenta que “a reciprocidade pode permanecer como instrumento de defesa, caso o diálogo não avance. No entanto, eventual aplicação deve ser precedida de análise técnica e conduzida de forma proporcional e responsável, evitando um aumento da inflação no Brasil”.

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Articulação do prefeito Camaf fortalece pré-candidaturas em Lagoa de Dentro*

A articulação do prefeito Camaf em Lagoa de Dentro vem fortalecendo a base das pré-candidaturas de Cilinha a deputada estadual e Rui Carneiro a deputado federal.No último fim de semana, o município recebeu a visita da pré-candidata a deputada estadual Cilinha e do pré-candidato a deputado federal Rui Carneiro.Eles foram recebidos por lideranças que hoje estão aliadas ao grupo do atual prefeito Camaf, suplentes de vereador, Genilson Rapadura que teve 137 votos, e Samuel da Piabas que teve 187 votos, em um encontro que reforça o apoio político na região.Temos também a informação que o atual vice-prefeito Samuel Santiago também fará parte desse importante apoio,

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Articulação do prefeito Camaf fortalece pré-candidaturas em Lagoa de Dentro*

A articulação do prefeito Camaf em Lagoa de Dentro vem fortalecendo a base das pré-candidaturas de Cilinha a deputada estadual e Rui Carneiro a deputado federal.No último fim de semana, o município recebeu a visita da pré-candidata a deputada estadual Cilinha e do pré-candidato a deputado federal Rui Carneiro.Eles foram recebidos por lideranças que hoje estão aliadas ao grupo do atual prefeito Camaf, suplentes de vereador, Genilson Rapadura que teve 137 votos, e Samuel da Piabas que teve 187 votos, em um encontro que reforça o apoio político na região.Temos também a informação que o atual vice-prefeito Samuel Santiago também fará parte desse importante apoio,

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